quinta-feira, 7 de março de 2013

Submissão de Uma Domme

Monstrinho diz:
 Eu não acredito que você seja domme.
Elisa diz:
 Sou sim. adoro mandar, ver um homem aos meus pés e ainda realizar meus desejos
Monstrinho diz:
 Mas isso acontece o dia todo no seu trabalho, e você ainda quer isso na cama?
Elisa diz:
 Quero sim, sou dominadora o tempo todo, não aceito que mandem em mim no trabalho, vou aceitar que mandem na cama?
Monstrinho diz:
 Ok. Se tu diz, eu acredito.

Dias depois lá estava eu, na frente da industria, esperando por minha rainha. No banco do passageiro, uma venda roxa e um pedaço de corda de algodão cru.

- Queria te fazer uma surpresa rainha.
- Adoro surpresas, o que seria?
- Coloque a venda, por favor, e prometa que não vai removê-la até que eu mande...opz... peça
- Tá bom.
- Agora vou amarrar tuas mãos pra trás, fique tranquila. Ah! adorei essa sua saia.

O primeiro passo foi dado, e tamanha a facilidade de convencê-la a se submeter, denotava que realmente ela não tinha jeito para dominadora. Rodamos por muito tempo, curvas, aceleradas, lombadas, mais curvas, sobe, desce, e durante todo o trajeto, fui acariciando-a, deixando ela úmida e ansiosa pelo que estava por vir. Mas antes, parei. estacionei em um lugar seguro e fomos conversar. Enquanto fui tirando todas as suas jóias, acessórios fui conversando com ela, explicando que gostaria de lhe proporcionar um prazer que ela nunca antes tinha sentido, que queria que ela acreditasse em mim, que confiasse e deixasse as coisas acontecerem. Aquela noite seria inesquecível, eu estaria sempre com ela, cuidando de cada detalhe, observando e garantindo a sua segurança. Mas que ela em momento algum deveria tirar a venda, por sua própria segurança. Incrível como o inesperado à deixou ainda mais tesa, via ela mordiscar os lábios com uma cara de desejo. E que pela nossas conversas, ela gostava daquilo, do inesperado.. as palavras de uma outrora ainda latejavam na minha cabeça... "não gosto de dizer o que vai acontecer, quero que aconteça, sem a chance de pensar sobre". Os pertences e bolsa foram guardados, e junto foram a calcinha e o sutiã. Agora ela só tinha sapatos, uma saia e uma blusa, e desta forma segui rumo ao lugar mais estranho (ou seria horrível) que já estive.

Paramos na frente, pedi para que ficasse ali, imóvel e que estaria de olho nela e voltaria bem rapidinho. Desci e fui conversar com o pessoal do local, garantir de que tudo aconteceria como eu havia pensado, mas nada combinado. Voltei ao carro e com um beijo, perguntei o quanto ela confiava em mim. Pedi que se permitisse todas as sensações: boas e ruins, conhecidas e desconhecidas e acreditasse que sairia daquele lugar inteira. No mesmo instante que ela consentiu, o segurança abriu a porta do lado dela, e ajudou ela a sair do carro, eu corri e acompanhei a entrada. No meio do salão, um facho de luz iluminava claramente parte de uma mesa rustica que agora serviria suas entranhas aos presentes. Debruçada sobre a mesa ela não sabia onde estava, mas o cheiro acre e mofado acrescido à música brega já começavam a denunciar o local, logo a saia foi levantada, a bunda exposta e burburinhos de elogios começaram em todos os cantos do salão.

Peguei um batom e escrevi nas ancas: "Goze aqui" Registrei algumas fotos para a posteridade e logo anunciei: -"Quem vai ser o primeiro?" 6 ou 7 homens se aproximaram, as camisinhas distribuidas e um a um foram fodendo ela. Não ouve nem tempo dela reclamar, já estava encharcada, e o jeito foi gemer. O Terceiro, era mais atirado e o maior de todos ali presente, perguntou se não podia comer o cú. Ainda olhei pra cara dela, mas com certeza ela não estava neste planeta, nem tinha prestado a atenção ao que o rapaz falou, então consenti.

Via ela escorrendo pelas pernas, gemia e gozava sem parar, sem saber quem estava lhe comendo, sem nem conseguir imaginar o rosto daquele que lhe rancava orgasmos. E eu não deixava espaço para descanso, nem queria que ninguém ali deixasse ela desocupada. Só pedia para não machucar nem usarem de força, e que pagaria uma cerveja pra aquele que fizesse ela gemer mais gostoso.

Via os homens empenhados, era visível que competiam, desde o abaixar a calça, querendo comparar os tamanhos até o fato de quem levava mais tempo pra gozar. E eu cuidava dela, garantia que todos estavam se divertido (inclusive ela), e eu só queria provar pra ela que ela gostava mais de não ter controle, de ser usada e curtir um pouco sem se preocupar com o resto do mundo, sem se preocupar com tabus, limites, preconceitos, crenças que seja puro prazer, puro instinto sem nenhuma amarra social.

E logo que o sétimo cravou os dedos nas ancas dela, anunciando o esporro, cheguei perto dela e disse que haviamos acabado. e logo estavamos aconchegados no banco de couro da hillux, e ainda de vendas, que só foram removidas dois quarteirões depois. E foi então que um ar de desespero dela surgiu, ao saber que estavamos no "inferninho" que os funcionários da industria que ela trabalhava costumavam ir. Será que alguém acabou comendo a chefe? Essa era a pergunta que nunca seria respondida, talvez ela agora andaria pela fábrica e alguém teria a lembrança de ter comido uma estranha, e ela, de ter sido comida por um estranho.

E então ela me pediu por um banho e descanso, então seguimos para um motel. Eu, como um bom submisso, dei um banho nela, fiz carinho e massagem e ainda fechamos a noite em número par, sendo eu o oitavo naquela noite.

Um comentário:

Pekena Art disse...

Por isso é bom experimentar antes de sair assumindo uma posição ;)