segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Relaxa, eu tenho um plano

- Relaxe, respire profundamente e relaxe - Ela iniciou em um tom de voz que até aquele momento eu desconhecia. Sua voz soava firme, clara e constante.

Acordei, ou melhor, voltei ao mundo e só tinha a noção de que haviam se passado 40 minutos ou mais, mas só me lembrava das primeiras palavras e nada mais. Vasculhava na memória o que havia se passado neste tempo mas era como se o filme fosse cortado. Eu me sentia bem, tudo normal e feliz, como se estivesse cochilado. Pensei que tinha sido usado sexualmente, mas a cueca continuava limpa como nova (triste!)

Me perguntou se estava tudo bem e então ela me chamou para ir até a cozinha e tomar uma água. Conversamos, falamos sobre coisas do dia-a-dia e eu perguntei se não iria fazer nada comigo. E ela disse, já fiz tudo o que eu queria!

Fiquei intrigado sobre o que havia feito, tentei descobrir algo e ela só me disse que logo descobriria e que não devesse me preocupar pois passaria em 5 dias. E a única dica que ela me deu foi que era algo da nossa ultima conversa online.

Na nossa ultima conversa falamos sobre o prazer solitário - masturbação - sobre como isso é bom, como faziamos, quantas vezes por semana e todos os detalhes sórdidos desta prática "EUdonista".

Então achei que só descobriria o feito neste momento, imaginando que teria o prazer amplificado, só pensaria nela durante o ato ou que me masturbaria compulsivamente.

Então chegando em casa, depois de jantar e tomar um bom banho, me joguei na cama, fechei os olhos e começei a imaginar bons momentos juntos (leia-se sendo dominado), e tudo transcorria muito bem. Gostoso e normal como sempre foi. Curtia o tesão crescendo, o pau enrijecendo e a vontade de gozar aumentando. Mas a toada foi lenta, sem pressa, sem desespero e sem deixar o braço dolorido.

Quando estava prestes a finalizar a obra e jorrar na toalhinha, sentir como agulhas estivessem sendo cravadas no pau, uma dor horrível, que passou instantaneamente ao tirar a mão. Me assustei, ainda olhei pra minhas mãos pra ver se não haviam agulhas, esperei uns minutos até voltar a ter conciencia do que tinha acontecido.

Então tentei tocá-lo novamente, Foi tudo bem, sentia tudo normalmente e voltei a persistir no que havia iniciado e novamente o tesão crescendo, o pau enrijecendo e o gozo chegando.

Novamente quando estava quase gozando, senti as agulhadas. Tirei a mão e parou, tentei pegá-lo e nem consegui encostar, já sentia as agulhadas denovo. Só mesmo quando a sensação de quase-orgasmo passou foi que eu consegui pegar no pau.

Insistente que só, tentei mais uma vez, tentei aguentar a dor, mas era demais insuportável e brochante.

Desarmei todo o circo, pus o pijama para dormir e liguei para ela, indignado com o que havia feito comigo. Queria aquilo fora da minha cabeça assim como um monte de porra fora da outra cabeça.

Ela já me atendeu rindo, imaginando o porquê da ligação e admirada com o quão rápido descobri minha sina. e então briguei com ela por ter feito isso e logo ela argumentou dizendo-me as verdades. Primeiro eu havia dado o direito dela fazer o que quisesse comigo, segundo que eu andava me masturbando demais (segundo os parametros dela) e precisava dar um tempo e valorizar o ato e aprender a ter qualidade e não quantidade.

Então pouco conformado com a coisa e triste perguntei como poderia me livrar desta situação. E ela me deu duas opções: ou eu aguardaria cinco dias sem gozar ou faria ela gozar oralmente algumas vezes e então ela diria uma palavrinha mágica e tudo acabaria.

disse que não era justo e que iria procurar uma puta pra me aliviar, que não precisaria da minha mão para me satisfazer e desliguei o telefone irritado.

Segundos depois chegou uma mensagem:

"E se acontecer a mesma coisa com a puta?"

Cacete! Já pensou? eu comendo a puta e ter que arrancar o pau gritando de dor.. e ainda não gozar? que sacanagem! Fiquei na dúvida, achei que não era possível, mas fiquei com mais medo de passar vergonha do que de arriscar. Em resumo, fui durmir de pau duro e cara fechada.

No outro dia logo cedo no escritório eu liguei para ela e pedi para encontrá-la a noite para fazê-la gozar e me livrar do meu feitiço. Ardilosa que só disse que não podia naquele dia, só na noite seguinte teria disponibilidade. Implorei, insisti, mas não houve acordo e combinamos então para o dia seguinte.

O dia passou rápido, procurei ocupar a cabeça e não pensar no que não poderia fazer. Tenho gosto pelo proibido, pelo não-correto e pensar em fazer o que não podia me deixaria ainda mais com vontade, então o jeito era não pensar!

Ao encontrá-la, sem rodeios, fomos para o quarto e enquanto ela tirava a roupa, ela foi logo dizendo como queria gozar: sem dentes; sem chupadas profundas; com a ponta da lingua é melhor; começe lento e vá acelerando aos poucos; sem nojo; tem q se lambuzar e fazer com gosto; e é pra obedecer!

Assim foi, com tantas ordens e regras aquilo se tornou sacal e logo no começo já odiava aquela tarefinha, mas logo que ela começou a gemer fiquei com muito tesão, logo seu gosto me veio a boca e mais tesão ainda. O que era obrigação passou a ser prazer a ser de bom grado e empenho. Meu pau latejava e pedia por um gozo. Mas agora era a vez dela, queria dar-lhe o maior orgasmo do mundo, seja ele como fosse!

E logo foi! gozou e eu não parei, não queria parar e ela se contorcia, tentava empurrar minha cabeça, mas segurava firme em suas coxas e me mantinha em posição e lingua de fora.

Larguei quando percebi que já não estava mais sendo prazeroso e sim dolorido. Levantei a cabeça e percebi um grande suspiro de alivio e prazer. Ainda fiquei contemplando por minutos aquele corpo esguio derretido na cama e inerte. Deitei ao lado dela, passeando com as pontas dos dedos delicadamente pelo rosto e busto.

Conversamos um pouco, rimos, ganhei alguns beijos e um bom carinho nas costas. O tempo passou e então começei a me arrumar para ir embora. Ela, ameçou a levantar-se e eu disse que não era necessário, ela já estava pronta para dormir eu iria fechar e jogar a chave por baixo da porta.

Mas preciso desfazer o que eu fiz! ela insistiu e eu disse que não era necessário. Acabara de lembrar que estava livre, não mais preso à necessidade de ter um orgasmo e poderia ter prazer dando prazer.

E já se passaram praticamente 3 dias, esperar mais dois dias ia só valorizar o momento que seria apreciado tal como um momento raro.