segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sobre carros e algo mais

Adoro o horário de verão! É possível fazer uma caminhada depois de um dia estressante e voltar pra casa cansado e ainda com o céu claro. E foi num dia extremamente estressante que eu resolvi fazer uma corrida e acabei longe de casa e sol já tinha se posto. Cansado, suado e com a cabeça um pouco mais aliviada, parei em frente a uma loja da Porsche para admirar um pouquinho com os carros. Eu não era o único, outras pessoas e até pais que traziam seus filhos para verem de perto os lindos carros dos filmes americanos faziam aquilo parecer um evento. Eu admirava como admiraria uma bela mulher, observando as curvas, cada detalhe, imaginando o cheiro e o carinho no ego que uma belezinha daquelas iria me proporcionar.

Fui tirado de meu transe pelo "Ei!" de uma mulher em um carro azul escuro que parou bem atrás de mim. Fui caminhando até o carro e os traços daquele carro e uma pequena acelerada , me fez ter a certeza de que era um Porsche em um modelo muito similar aos da vitrine. Airam era uma loira de cabelos curtinhos e corpo magro e foi tão direta que me desconcertou sem me dar tempo para pensar:

- Porque ficar olhando quando se pode dar uma volta em uma? Entre aqui, eu te levo para um passeio.

Expliquei minha situação. Estava suado, fedido e isso não iria combinar com os bancos de couro. Ela riu, e disse para não me preocupar, isso alguém resolveria amanha quando o carro fosse para o lava-jato.

Pulei para dentro do carro e começamos a dar um passeio pelas redondezas, o papo era tímido e difícil ao mesmo tempo, pois tentava imaginar o quão sofisticado era a vida daquela mulher que falava super bem (até apostei que ela era jornalista, escritora ou similar), mas as aparências me enganaram e ela se demonstrou uma pessoa muito legal e simples.

Eu em meu minimalismo apreciava e elogiava até os tapetes do carro que eram perfeitos. O sistema de som que era uma perfeição audiófila e tornou ainda mais belas aquelas canções italianas talvez espanholas, não sei... só sei que quando me dei conta, estávamos quase do outro lado da cidade e a conversa fluía bem.

Até que ela me perguntou se eu queria dirigir "esta belezinha". Respondi que sim sem nem pensar no risco de bater o carro ou mesmo de fazer um mísero risco na lataria que já iria me custar vários salários. Só que ela iria me deixaria dirigir com uma condição: irem para um motel para eu tomar um banho e se divertir um pouco.

Agora, as coisas que pareciam estranhas para mim e não faziam sentido estavam se encaixando. Logo o medo ascendeu. Como podia uma mulher bonita, dona de um Porsche pegar um qualquer na rua e levá-lo pro motel? Mas logo veio o alívio. Ela jurou que não iria fazer nada que eu não quisesse, nadinha mesmo. Acho que inebriado pelo cheiro do Porsche, e duvidando das capacidades daquela mulher, tomei a decisão de aceitar.

Entramos em uma suíte muito legal, provavelmente cara, e eu timidamente fui direto para a banheira e Airam simplesmente sentou-se na cama, cruzou as pernas, apoiou-se em um dos braços esticados e ficou olhando. Perdi o rumo, fiquei sem saber o que fazer até que ela me deu a ordem dizendo para tirar logo a roupa que não teria nada demais em me ver nú.

Depois do banho, ela abriu uma bolsa que havia trazido e eu não tinha visto e tirou de dentro alguns pedaços de corda.

- Coloque os braços para trás. Ela disse em um tom doce e eu retruquei proporcionalmente:

- O que você vai fazer?

- Nada que você não queira.

- Mas como sabe o que eu quero?

- Não sei, é só você me dizer o que não quer e eu não farei.

E com esta resposta ela começou a trançar as cordas em meus pulsos.

- Airam, o que vai fazer? Perguntei temeroso.

- Não sei. Não tenho roteiros pré-fabricados. Não sei o que vai me dar vontade de fazer quando ver você amarrado. Mas já disse, não vou fazer nada que você não quer. Ou se preferir, paramos por aqui e vamos embora, mas eu vou dirigindo!

Minha cabeça? Estava pirando, já não sei se tinha vontade de dirigir o tal carro ou se queria fugir. Mas a idéia de continuar e ver até onde aquilo iria estranhamente me excitava e me dava frio na barriga. Estava amarrado e bem imobilizado. Era notável a destreza dela com as cordas, com certeza nada novata.

Um chicote pulou de dentro da bolsa e logo começou a acariciar minhas nádegas passando as tiras de forma carinhosa pelas costas até que veio o primeiro impacto. Leve. Calei-me acreditando que não passaria disso, e junto com as próximas chicotadas vieram algumas sensações boas, arrepios, coisas totalmente inexplicáveis que só mesmo aquela situação irreprodutível me causaria. Só pedi para parar quando senti minhas nádegas arderem e ouvia Airam ofegante e prontamente fui atendido.

Recompomo-nos e ainda amarrado fui parar no chão. Com os pés dela em minha boca, me obrigando a beijá-los. Quando comecei, vi seus olhos fecharem, a cabeça reclinar para trás e ouvi um leve gemido. Foi o suficiente para me incendiar e fazer-me ter ainda mais vontade de beijar aqueles pés. Nunca tinha visto tal cena, nem imagina ser possível alguém ter tanto prazer com uns beijinhos (e beijões) nos pés. Até que de surpresa ela tirou os pés de minha boca... me encarou com um olhar fixo e extremamente sério... lentamente deslizou o corpo ainda mais para a beirada da cama deixando a saia subir e me deixando perfeitamente entre suas coxas...e largou-se na cama observando tudo através do espelho do teto.

Saímos os dois com cara de bobos do motel, eu por estar dirigindo um carro, ou melhor, um Porsche e ela? Bem, talvez por eu tentar de tudo ao menos uma vez.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Loja de departamentos

Lá estava eu, na porta de uma loja de departamentos com uma missão a ser cumprida, um celular no bolso e uma calcinha socada não me deixando esquecer quem eu era.

Na noite anterior, minha rainha tivera uma idéia que considerei muito interessante e divertido para ambos então combinamos de colocá-la em prática já no dia seguinte exatamente as 14hs. Faltava ainda 10 minutos então resolvi passear pelas sessões masculinas para matar o tempo.

Como tinha tempo, fiquei observando as vendedoras, afinal eu ia precisar de uma, e observando para selecionar uma que seria interessante para o que se seguiria. Foi fácil perceber que elas trabalham em "zonas" (no duplo sentido), mas as vendedoras da sessão masculina não atendem em outra área. E mais interessante ainda é que as meninas da sessão de roupa íntima feminina eram as mais bonitinhas.

Estava chegando à hora, então segui para a sessão mais bela da loja (no duplo sentido tmb) e procurei uma vendedora mais tímida e séria. Cheguei com um bom sorriso no rosto e logo fui pedindo ajuda para comprar umas lingeries e ela se dispôs com um sorriso maior ainda. Pedi um segundo pra ela e liguei para minha rainha. Somente falei: - Já estou aqui, pode falar? E já passei o celular para a vendedora que pegou ele meio desajeitado e logo começou a ficar vermelha e balançar a cabeça positivamente. Os seus olhos estavam sempre voltados para o chão e por duas vezes ela me olhou com um sorriso tão maroto que eu que fiquei vermelho.

Não sei quais foram exatamente as palavras de minha rainha ou qual o tom da conversa, mas as coisas estavam saindo como tínhamos pensado.

Eu só sei que ela ia pedir a vendedora para me ajudar a comprar roupas intimas para mim, coisas bem sexy, pois ela estava já cansada de ver eu usando as roupas dela e estava na hora de eu comprar as minhas próprias roupinhas. Também tínhamos combinado que seria 1 conjunto de calcinha e sutiã, alguma coisa diferente como um ligueiro ou um corselete com meias 7/8 e uma camisola para dormir.

E dai, começamos a caminhar pela sessão olhando as peças a vendedora -Vanessa- foi muito legal comigo, e acredito que ela estava se divertindo com a situação. Uma hora ela me perguntou se ela era minha namorada ou namorada. Disse que era namorada, então quando ela via uma bela peça, ela pegava e logo me perguntava: - O que achas desta? Será que sua namorada vai gostar?

Até que eu acabei ficando na dúvida e falei triste que era uma pena não poder experimentar antes para saber se realmente ia ficar bom. Ela deu mais uma olhada bem nos meus olhos com um sorriso maroto que me fez mais uma vez ficar vermelho e disse: - Sua namorada tinha me pedido se era possível, eu vou dar um jeitinho. Ela pegou uma sacola própria da loja para colocar as peças e levar para o provador e começou a colocar as coisas lá dentro. Foi legal, porque ninguém via o que tanto eu tinha na sacola, mas ainda ia ter que enfrentar a temível moça do provador.

Quando já estava com a sacola bem cheinha, a Vanessa mesmo falou que já estava na hora de irmos para o provador. Antes de chegar no provador, ela contou as peças que tinham na sacola e quando chegou no provador masculino, só falou para a moça que controlava a entrada e saída das roupas: -9 peças! A moça me deu a plaquinha e as duas ficaram conversando, enquanto eu me deliciava experimentando tantas roupinhas bonitas.

Fui separando as que ficaram legais, provei uma por uma, curtindo o visual no espelho e ficando extremamente excitado imaginando o que iria fazer com minha rainha usando as roupinhas.

Quando sai, as duas ainda estavam conversando. A moça do provador já me olhava com uma cara de safada, quase rindo da minha cara.

Saímos do provador, e dividimos as lingeries que eu ia ficar em outra sacola e as que eu não ia ficar, Vanessa já deu um jeito de entregar para o pessoal da devolução no mostruário. Quando ela estava voltando, eu liguei mais uma vez para minha rainha. Falei que tinha terminado e ela pediu para falar mais uma vez com a Vanessa.

Agora minha rainha pediu para ela descrever o que eu estava levando e ficava perguntando se ela achava que eu ia ficar bem. Agora era eu que ria da vendedora, dela tendo que explicar, detalhar as peça e ainda ter que me imaginar usando-as. Vanessa ficou desconsertada durante todo o tempo que falava com minha rainha, acho q ela não gostou muito desta tarefa, mas eu achava divertido.

Quando terminamos, agradeci a Vanessa, que não estava lá muito amiga, e fui para a fila do caixa. No caixa, foi tranqüilo, e quando estava saindo com a sacola de roupa, Vanessa veio até mim, agradeceu por ter escolhido-a, me deu um abraço tímido e deixou um cartão da loja com o nome na frente e atrás o número do celular dela. E ela se justificou: - Quando precisar comprar mais coisas, me ligue, ou se precisar de alguma outra coisa, fique a vontade, adorei te conhecer.

Fiquei de queixo caído! Não esperava esta reação. E agora eu fico olhando o cartão dela e pensando do que ela estaria afim?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Hipnose erótica

Estava um pouco distante pois estava aprontando. Passei os dias testando programas que faziam a leitura de textos gerando arquivos de áudio. É muito fácil achar bons programas que leêm arquivos em inglês, mas para português é bastante complicado e escasso.
Depois de achar um bom programa, a segunda parte foi escrever. Ouvir alguns audios de hipnose, ler alguns livros e consolidar em um script. Um roteiro para induzir alguem ao estado hipnótico.
E a ultima parte, foi juntar os arquivos de audio gerado pelo leitor de texto, com arquivos musicais e o resultado está aqui !


Descrição:
Este é o primeiro audio, gerado em critério de teste. ele inclui uma indução por contagem regressiva e um teste de levitação dos braços.

Duração: 29:09
Formato: MP3
Tamanho do arquivo: 26,6 MB
Qualidade: 128 Kbps
Efeitos sonoros: audio em estéreo, com musica indiana de fundo.

Aqueles que ouvirem, testarem o arquivo, por favor, me envie comentários descreva como foi. Se os retornos forem positivos, logo logo teremos arquivos mais interessantes.
Também se quiserem enviar sujestões para os próximos audios, seria interessante.