segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Coleira Elétrica

Num passeio pelo petshop, minha rainha encontrou na sessão de coleiras uma muito diferente, que inclusive vinha em uma caixa e possuía a mensagem na caixa "baterias inclusas". Como poderia uma coleira uma coleira usar pilhas? Quando ficou sabendo da maravilha eletro/eletrônica, não teve dúvidas e logo levou uma para casa. Pegou a de menor tamanho possível, e ainda sim, chegando em casa teve que diminuir ainda um pouco mais o tamanho da coleira. Somente depois que ela pôs aquela coisa estranha prendendo meu pinto e saco, que ela passou-me as coordenadas:

- Isso é meu novo método de adestramento. Nós vamos sair, vamos a uma discoteca e voce deverá permanecer muito perto de mim, pois senão, vai levar um bom choque no seu pau.

E assim, ela jogou dentro do decote, no meio dos seios, um pequeno aparelhinho e disse:

- Afaste-se mais de 5 metros disso aqui e você vai ver.
Acreditei que aquilo era um blefe dela, não imaginava na possibilidade de existir uma coleira que dava choques ao se distanciar de outro equipamento. Pensei nos cachorros, pobrezinhos levando choques no pescoço e sem saber o porquê, imaginei tudo isso surreal e minha curiosidade queria testar o tal equipamento.

Terminei de me arrumar, e saímos. Cheguei à garagem, e pensei que aquela seria a minha tentativa de testar o equipamento. O carro ficava longe do elevador, então quando minha rainha sentou no banco, falei que tinha esquecido a carteira do motorista no apartamento e voltei em direção ao elevador. A cada passo, a respiração aumentava, sentia um frio subindo pela espinha, era como se eu caminhasse em direção a câmera de execução, mas ao mesmo tempo, algo me dizia que nada ia acontecer. Pisava devagar, como se algum passo meu ia acionar o detonador. E de repente, foi como se agulhas estivessem sendo enfiada no meu saco, uma dor que fez eu me contorcer, levando a mão até meu membro. Minha rainha, apoiada com os braços no teto do carro, ria da minha posição que parecia estar prestes a mijar nas minhas próprias calças.

Ela veio para perto de mim, e me deu o maior sermão:

- Achava que era brincadeira né?!?! Não quero te dar choque, trate de ficar próximo de mim, eu coloquei esta coleira ai, mas é justamente para que ela não tenha que entrar em funcionamento.

Voltei para o carro, pedi desculpas, e saímos sem trocar mais nenhuma palavra. Chegando ao estacionamento da discoteca, ela me deu um beijo gostoso, pegou no meu pau por cima da calça e disse: - não se distancie hein - Eu não ia mesmo, a amostra já tinha me sido suficiente para a noite.

Entramos, mas não pegamos mesa, ficamos próximo a banda que ia começar logo e não podia tirar os olhos de minha rainha, se ela resolvesse andar sem me avisar, eu estaria em maus lençóis.

Conversamos um pouco, e ela veio me pedir para buscar uma bebida para ela. Discutimos a distância até o bar, era impossível eu ir, tentei então negociar com ela para irmos até mais próximo do bar, quando percebi um garçom passando, me virei para pedir a ele, e quando virei, vi minha rainha de costas para mim andando em direção ao bar. Sai correndo, quase atropelando as pessoas, ainda olhei para trás e vi o garçom com cara de bobo tentando entender o que aconteceu.

Minha rainha parou no bar, e eu perguntei o que aconteceu, ela me respondeu dizendo que já que eu não tinha ido buscar a bebida ela resolveu vir buscar então.
Pedi desculpas, e tomei a frente de pedir no bar o drink que minha rainha desejava. Estava com um olho no garçom e outro em minha rainha enquanto aguardava o drink chegar.

Quando entreguei o drink, ela me disse para sair de perto dela, ela estava paquerando uma garota, e não queria que eu estivesse perto, então deveria manter distância e ficar atento para não perdê-la de vista.

Fiquei olhando de longe, tentando não dar bola, para não intimidar a garota que trocava olhares com minha rainha, e sem perdê-la de vista. Vi as duas se aproximando, e enquanto conversavam, reparava nas coisas ao redor, acabei me distraindo um pouco, e quando me dei conta, estava com minha mão por cima das calças tentando ajeitar a coleira, procurei por alguém me observando e vi algumas meninas rindo e olhando para mim. Tirei a mão, e virei para o outro lado, com uma vergonha imensa. Mas logo acabei voltando para ficar mais atento a minha rainha.

Pouco depois, vi minha rainha sendo deixada, e depois que a garota sumiu da minha vista eu fui até minha rainha e perguntei o que havia. Ela me disse que estava aguardando a outra garota voltar para elas irem para o banheiro experimentar uma à outra, ela queria sentir o gosto daquela menina e fazê-la gozar no banheiro.

Perguntei como eu ficaria nesta situação, ela me disse que contou para a garota, mas achava que ela não estava acreditando muito, na real, ela acreditou que eu era submisso a ela, que aceitava humilhações, mas não acreditou na história da coleira.

Então ela me disse que só me restou ir para dentro do banheiro masculino, que fazia divisa com o banheiro feminino, sentar num vaso e ficar lá até sentir o choque. Quando começar a sentir, deveria sair que minha rainha estaria esperando próximo da porta do banheiro.

Após os comprimentos, fomos os 3 para o banheiro. No meio do caminho, a garota discretamente e com a autorização da minha rainha, pegou no pau, apalpou e sentiu a coleirinha ao redor do saco e do pau, com uma parte mais saliente logo acima do pau. Depois que ela apertou, ela disse: - “Agora eu acredito em ti”.

Combinamos de pegar as cabines mais ao fundo do banheiro e entramos. A caminhada até o fundo do banheiro foi tenebrosa, não sabia se corria ou se andava mais lento, tentei um passo normal, e rezava (além de suar frio) para que não levasse um choque.

Observei para as pessoas ao redor, e acho q algo transparecia na minha cara, pois parecia que todos me observavam. Entrei na cabine, e comecei a rir, pois ninguém desconfiava do verdadeiro motivo do qual eu estava ali, todos deveriam estar pensando que eu estava prestes a cagar nas calças em um banheiro pra lá de imundo.

O cheiro estava forte, uma mistura de cigarro, mijo, merda e sabão que ardia no nariz. Fiquei pensando na vida por alguns momentos, depois observava os barulhos, até que alguém bateu na porta e me perguntou se estava tudo bem. Respondi que sim, que ia demorar um pouquinho, mas estava tudo bem.

Então, depois desta interrupção, comecei a pensar nas duas, minha rainha e a outra garotinha, que também era muito linda, se agarrando naquele banheiro, dando e recebendo prazer. Não me agüentei, e comecei a desabotoar a calça e bater uma punheta em homenagem às duas.

Deliciava-me com imagem da minha rainha abocanhando os seios da mocinha, enquanto enchia a mão fazendo carinho nela. Só não suportava a idéia da garota chupando minha rainha e fazendo-a gozar. Ciúmes de escravo.

Quando estava quase gozando, como não podia deixar de ser, senti o choque, sentindo as agulhas enfiando novamente no meu pau e uma ardência grande. Sai mais ainda com cara de quem estava passando mal do que quando entrei e as pessoas olhando estranhamente um doido saindo correndo.

Encontrei minha rainha já do lado de fora, meio descabelada e a garota tinha sumido. Mal me aproximei, ela pegou na minha nuca, me puxou para sua boca e me beijou bem gostoso, queria que eu sentisse o gosto da boca da garota.

Minha rainha sentiu que minhas calças estavam avolumadas, olhou-me com cara de safada e perguntou-me se estava fazendo alguma coisa de errado, só respondi que tentei, mas não consegui chegar ao finalmente. Ela sorriu e fomos para o bar pegar mais uma bebida e ouvi-la contar sobre o pega no banheiro.

Rimos bastante, pois a garota ficou assustada com a autoridade da minha rainha, mas que mesmo assim, ela deixou o número do telefone para combinarem de sair. Provavelmente ela não esperava por isso, mas deve ter gostado, e ela não podia esperar por nada convencional de uma rainha que traz seu escravo pra passear com uma bomba elétrica amarrada no pinto. A conversa foi passando e minha bexiga foi-se enchendo, até que não agüentei mais e pedi para minha rainha me acompanhar até o banheiro.

Ela riu e disse que estava aguardando por este momento. Eu teria que ir urinar com meu pinto eletrocutando, sentindo dor, para aprender a pensar antes de tomar líquidos, sendo que eu não poderia me distanciar. Ainda teria que ficar procurando-a depois de sair do banheiro, pois com certeza iria para outro lugar ao deixá-la.

Comecei a suar frio mais uma vez, perguntei se ela não queria ir ao banheiro feminino e eu aproveitaria para ir ao masculino, ela negou dizendo que não estava com vontade e demoraria um pouco para ter vontade. Imaginei a dor e disse que não conseguiria relaxar para fazer a urina sair. Implorei já começando a me contorcer, contraindo a uretra. Recebi um tapa no braço, e ela me ordenou a endireitar-me para não ficar parecendo um débil mental. Tentei, mas tinha a nítida sensação que iria mijar nas calças. Implorei dezenas de vezes, até que tive que apelar: - “Faço o que você desejar, se me emprestar o controle para eu ir ao banheiro”.

Ela me fez jurar que fazia qualquer coisa, eu confirmei e pedi desculpas pela minha idiotice e pela situação que eu estava fazendo-a passar. Então ela tirou o controle do bolso, me entregou e eu sai em disparada para o banheiro. Trombei em muita gente, quase derrubei a bandeja de um garçom, entrei no banheiro com o pinto pra fora, e comecei a mijar pouco antes de chegar no mictório e dois caras no banheiro já me xingaram, pedi desculpas e respirei aliviado que ninguém tinha visto a minha coleira.

Quando sai, um pouco distante da porta, mas olhando para ela, estava minha rainha, rindo, observando que eu conseguira chegar a tempo e não me molhar todo. Ela me abraçou, perguntou se estava tudo bem, pediu o controle, e fomos ver a banda tocar.

No intervalo de uma musica para outra, perguntei o que iria fazer comigo, já que tinha topado qualquer coisa em troca do controle. Ela riu, olhou para o baterista da banda, e mandou um beijo para ele, e ele retribuiu.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Intensidades

Despertei e senti a corda pressionando meu pulso contra o tornozelo, aquilo era sinal de que meus extremos estavam sendo atados para disponibilizar o meu íntimo.

Mas isso com todos os requintes de crueldade (adoro este termo!) de minha rainha. Deitado, de barriga para cima, ela brincou com meu rosto, passeou com os dedos pelos meus lábios, desceu pelo pescoço e parou nos meus mamilos. Apertou, arranhou, puxou e fez deles o que queria, parecia acreditar que eles eram feitos de massa de modelar e qualquer hora iriam ganhar o formato que lhes impunha. A mim só restava gemer abafado para não gerar mais desejo nela. Desceu pela barriga arranhando e dando beliscões até passear por cima da calcinha que eu usava e até encontrar meu pau duro e meu saco mole. As suas unhas percorriam todo o comprimento rígido como se quisesse arrancar a capa e eu cheguei a acreditar que conseguiria. Depois foram apertões querendo que todo o sangue da região voltasse ao corpo, combinado com algumas torções que me tiravam ainda mais gemidos.

O saco foi judiado mas só com puxões e leves pressões que me renderam alguns urros de dor e prazer, pois eram combinados com outros toques dela pelo meu corpo.

Não sei se por vontade dela, por esquecimento, ou premeditação, mas me deixou sem vendas desta vez, Estava de olho em tudo que minha Rainha fazia e nas suas expressões e tive certeza que ela iria me dar, naquele momento, o direito a um orgasmo. Vi sua cabeça pender poucos centímetros em direção ao meu falo e logo voltar para trás como se tivesse voltado ao foco de suas atividades.

Olhou-me então nos olhos e disse: - hoje não, hoje pra ti será só frustração – Fiquei mais louco ainda, pois iria ver extremos muito deliciosos; ela sorriu vendo minha cara de satisfação.

Depois que largou meu membro mais duro que qualquer pedaço de titânio, me colocou de lado e passou a mão pela minha bunda, socou a calcinha inteira no meu rego e puxou, esfregando e apertando as bolas. Mais um empurrão e eu estava com a cara no lençol e a bunda pro ar.

E a partir daí senti o peso das mãos da minha rainha em minha bunda. Apanhei muito, em um ritmo lento, contínuo e dolorido. Ela não pedia para eu contar, mas mentalmente contei mais de 30. Minha bunda ardia e eu suava horrores.

Só consegui respirar aliviado quando ela parou e logo levantou-se da cama. Achei que iria sossegar, me frustar mais um pouco, mas o que senti foi o cane batendo na parte traseira da coxa. Foram os cinco golpes mais ardidos da noite. Gritei implorando para ela pegar leve. Enquanto me recuperava, respirando fundo e imaginando como seria meus próximos dias de trabalho, ela passou a mão pela minha nuca, soprou e esperou por alguns minutos. Eu já soluçava querendo chorar de tanta dor, mas meu membro continuava rígido, pois toda dor era transformada em tesão, como se endorfinas fossem afrodisíacas.

Depois de pouco tempo, o silêncio foi quebrado pelo meu susto da cera quente nas costas. Sentia a cera escorrer em direção ao pescoço, querendo que ela não chegasse até a nuca. A vela derretia rapidamente e não me deixava pensar em alívio, até o momento que minha rainha combinou as gotas com um carinho em meu pau e minhas bolas que era demais! Que ainda eram feitos com luvas de látex e que já anunciavam o próximo passo dela...

A vela parou de pingar e foi somente o tempo de colocá-la na mesinha ao lado para começar a sentir um dedo, dois dedos, três dedos me invadindo. Ela agora queria tocar minha próstata e massageava com calma e a paciência de quem sabe o que estava fazendo.

Adoro esta situação, exposto, subjugado, tocado e drenado. A sensação é muito gostosa; é mais intensa que uma punheta, mas que nunca chegará aos finalmentes. Com a outra mão, ela ordenhava lentamente, puxando o líquido viscoso da base para a ponta e me deixando ainda mais louco. Me contraía, apertava os seus dedos e ela me elogiava:

- Isso, ajuda a tua rainha! Põe essa meleca toda para fora!

E foi isso mesmo que aconteceu. Logo comecei a sentir a coisa escorrendo e saiu muita porra. Não sabia de onde vinha tudo aquilo, mas tinha certeza que era fruto das situações anteriores.

Relaxei todo o corpo quando senti os dedos saindo de mim e minha rainha me elogiando pela colaboração, quantidade e facilidade de extrair aquilo tudo de mim.

Tombei para o lado com um empurrão dela, que também fez me desconectar analmente do seus dedos. Caí morto de cansaço, pedindo um tempo para descansar e ela começou a me desatar, com carinho, beijinhos e elogios pela minha valentia e servidão.

Fiquei deitado ao lado dela, esperando todas as minhas energias voltarem e apreciando a minha rainha, a pele, o toque, o cheiro.... o cheiro... acho que foi ele que me entorpeceu, entrou pelas narinas e foi diretamente ao hipotálamo, como num golpe de tesão, comecei a beijar o ombro dela, que me olhou com um brilhinho nos olhos dizendo “SIM”. Subi bejando até o pescoço, esfregando levemente a barba cerrada e lhe fazendo arrepiar. No seu primeiro suspiro-gemido ela assinou o meu tesão que me libertava da situação de escravo e passava ao papel de homem viril com toda a volúpia. Beijava-a com vontade, procurando despertar ainda mais prazer aquele corpo, queria vê-la gemendo alto, subindo pelas paredes e pedindo para come-la.

Desci pelo corpo, me demorei pouco em seus seios ouriçados e fui até seu sexo, ainda pouco úmido. Apertei com vontade suas nádegas e cai de boca chupando e lambendo sem piedade, sem medos e sem dedos. Suas mãos, tentavam me agarrar, tentavam-se cravar nas minhas costas, mas eu não me importava, queria vê-la implorando por um orgasmo.

Ela, que não queira agora ser a dominadora da cena, queria ser somente a minha fêmea no cio e permaneceu deitada para eu me divertir. E como me diverti, subindo novamente beijando o corpo já todo arrepiado, transpirando excitação. Cravei de forma firme e calma todo meu tesão dentro dela. Eu estava “vazio”, então sabia que podia investir que não seria tão logo que iria gozar. E assim o fiz, mordia o pescoço, apertava seus seios e sentia suas unhas cravando em minhas costas.

Não passávamos de homem e mulher a procura de prazer; nada de dominadora e submisso, nada de papéis. Éramos nossa essência, nossas vontades e desejos. Queríamos o melhor orgasmo do mundo, queríamos todos em uma única explosão e anunciávamos isso gemendo, urrando de prazer e selvageria.

E o orgasmo veio tão intenso quanto nosso sexo. Senti os dedos dos pés arderem na hora e só tive o cuidado de virar a cabeça pro outro lado para não gritar na orelha de minha rainha. Senti ela se contraindo inteira, gemendo de forma a não deixar dúvidas que estava tendo um dos melhores orgasmos.

De tão intenso, não tive forças de sair de cima dela, só agradeci ao ar condicionado que estava ligado e começava a nos refrescar.

* Obrigado a LadyVulgata, minha rainha, pela revisão

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