quarta-feira, 18 de novembro de 2009

22 prendedores

Chegar em casa e vê-la deitada no sofá, pés pro alto é sempre bom. E como sempre o olhar é de menina peralta que já aprontou alguma e ainda tem mais para aprontar.

Sentei ao lado do seu corpo, também estava cansado do caminho e precisava de 2 minutos para me recompor.

Quando sentei, senti o perfume gostoso que exalava do corpo dela, minha rainha ela que não tirava os brilhos dos olhos me deu um beijo tão delicioso, passando a mão pelo meu cabelo, pelas costas, que já comecei a sentir a calça encolhendo. Um beijo calmo, de boas vindas, mas cheio de intenções.

Precisamos um pouco de ar, estava quente, então começamos a conversar sobre as besteiras cotidianas, ela ficava olhando para seus pés que agora escorregava pelo sofá e quase tocava o chão. Não tive outro pensamento!

Sentei no chão, tirei meus sapatos, e comecei a beijar aqueles pés, comecei devagarzinho, sentindo o cheirinho bom e fazendo uma massagenzinha. apertei por um bom tempo, enquanto continuávamos nosso papo que só foi interrompido quando dei o primeiro chupão no dedão do pé. Minha rainha fechou os olhos e esqueceu-se do mundo. Eu agora estava também com minha boca ocupada, então, só me restava arrancar-lhe gemidos.

Tratei dedinho por dedinho, chupando, e lambendo, principalmente entre os dedos, depois foram os dedos em grupos de 2 depois grupos de 3 até chega a colocar todos na boca e tentar engolir aquele pezinho todo. Sempre alternando com algumas mordiscadinhas, fui tratando aqueles pezinhos como pedras preciosas. Tomando sempre o cuidado para não deixá-los babados para não esfriar, e cedendo meu tórax como apoio para o pezinho que descansava.

Minha rainha se ajeitou no sofá, ficando mais sentada, e me ordenando deitar no chão. a partir dai, não era mais eu que controlava os carinhos, agora ela que esfregava os pés pelo meu corpo, esfregava na minha cara e no meu peito. Chegou a enganchar na calça, tentando tirá-la e eu entendi o recado e abri a calça e desci junto com a cueca até metade da coxa. Ela pisou bastante, pressionou contra meu pinto, que fez ele ficar mais duro que qualquer coisa. Começou então a bater uma punheta com os pés, mas já foi logo dizendo que gozar hoje seria somente para merecedor.

Ela então se levantou do sofá e foi para o quarto e me ordenou que fosse até o quarto de quatro e deixando as minhas roupas pelo caminho. Chegando no quarto, ela deu dois tapinhas na cama, e mandou me deitar de barriga pra cima. Pegou a calcinha que estava próxima e com certeza usada e me mandou abrir a boca, colocou-a de forma carinhosa e empurrando com o dedinho para garantir que nada ficaria para fora e depois, lacrou totalmente a boca com fita adesiva. Ela só olhou e me disse:

- Não quero ouvir você sofrendo hoje, não quero ficar com dó de ti.

Eu até ali estava curtindo muito tudo aquilo, até que ela começou a amarrar meus pés bem esticados e distantes um do outro, e tão logo, ela passou a mão no meu saco, fazendo um carinho que já me transmitiu por pensamento o que se seguiria.

Ela me mostrou uma venda e eu logo acenei que sim com um leve sorriso, assim seria melhor, sem saber qual seria o tamanho do sofrimento ou quanto ainda faltaria para acabar.

Meu pau latejava, envolvido por tantos preparativos, e pelo carinho com que minha rainha tinha comigo e com toda a cena. Ela como sempre, sua voz calma, serena e direta foi me dando as instruções:

- Fique calmo, relaxe, e vamos ver até aonde você vai agüentar.

Respirei fundo e fiquei esperando. Veio o primeiro prendedor no saco. Dor? Nenhuma, só a perninha do prendedor tocando a minha coxa e as mãos delicadas de minha rainha manuseando meu membro.

Então veio o segundo, terceiro, quarto, quinto prendedor. Agora começava a incomodar, e mesmo assim, minha rainha não deixava meu animo cair, e alternava com uma masturbação lenta, mas deliciosa.

Acabei perdendo a conta de quantos foram pois a dor começou a aumentar e ficar mais gostoso ainda com a masturbação que minha rainha fazia agora em um ritmo maior. Ouvi ela dizendo que agora não tinha mais espaço no saco, então iria colocar em outros lugares, mas que eu não teria mais o toque bom da sua mão.

Foi então que alguns prendedores começaram a ser colocados no pinto, e agora, só sentia a minha rainha esfregar o dedo da não na ponta do pinto.

A dor estava muito grande, mas a voz dela me fazia ter mais controle e conseguir curtir a dor sem entrar em desespero. Respirava fundo e tentava transmitir meus pensamentos para que ela retirasse logo os prendedores. Minha cara não deveria ser das melhores e o suor começava a brotar no rosto.

Permaneci assim, respirando, me acalmando conforme o comando da voz da minha rainha, tentando fazer com que a dor desaparecesse, mas logo que ela percebeu minha tranqüilidade, prendeu mais um prendedor em cada mamilo. Achei que ia começar a chorar, pensei até em me livrar da mordaça e implorar para ela parar e acho que de alguma forma ela leu meus pensamentos e disse sarcasticamente:

- Pronto! Agora eu parei. Tá vendo? Não to fazendo mais nada

Safada, não estava fazendo mais nada para piorar, mas também não estava fazendo nada para me aliviar. E ali continuou falando tranquilamente para eu me acalmar, e suportar a dor, que aquela superação deixava minha rainha ainda mais feliz, que saber que eu agüento muito bem a dor era prazeroso pra ela. Assim, a dor se transformava em tesão, em vontade de trepar com minha rainha até meu pinto virar tachinha.

Ainda pra provar o seu tesão, esfregou em meu rosto e no meu nariz um pouco do que lhe escorria pela perna.

Quando ela se deu por satisfeita, acho que pelo menos 5 minutos passados, ela começou a retirar os prendedores. Foram primeiro os do pinto, que já estava totalmente murcho e depois os dos mamilos. A cada prendedor um espasmo de dor, um gemido e os pulsos cerrados.

Entre uma tirada e outra, sua mão me masturbava, me deixando mais maluco ainda. Os prendedores foram se indo e minha vontade de gozar ia vindo, mas ela percebia quando estava próxima e parava. Aproveitava e torcia o prendedor, me fazendo urrar de dor.

Mas quando restava dois ou três prendedores, ela não parou, me masturbou sem pressa, mas também sem parar e me deu um orgasmo intenso, delirante e que durou muito tempo e que aconteceu enquanto os últimos prendedores foram tirados.

Fui desamarrado, mas não tinha mais força para me mexer, tremia de tanta adrenalina no corpo e agora via o imenso sorriso de minha rainha de me ver naquele estado.

E só então quando eu olho para o lado, já conseguindo enxergar direito, que eu pude saber que foram 22 prendedores.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

de monstrinho para cachorrinho

O Castigo
Well, Monstrinho, só pra não perder o costume e para que te lembres que és meu cachorrinho, pegue o tal potinho que serve para beber água e leve para o local onde for fazer teu exercício de prazer.

Precisará do potinho, do plug, de alguns pedaços de corda e dos prendedores (aqueles que vc comprou e eu ainda não vi...).

Antes de começar, assegure-se de ficar pelo menos três horas sem fazer xixi. Encha o potinho de água, coloque no chão. Pegue o plug e coloque confortavelmente no seu rabinho de vadia depois pegue as cordas de forma a amarrar sua bunda e suas bolas trançando tudo, entendeu? O nó final deverá ficar na linha da cintura nas costas. Com calma, coloque pelo menos seis prendedores no saco. Nesta hora é melhor que não esteja com o meu delicioso armado, a fim de facilitar a colocação dos prendedores. Porém, se for inevitável pensar nos meus lábios percorrendo teu pau, só lamento...kkkkkkkkkkkkkkkk

Assim que estiver todo amarradinho, preso e deliciosamente plugado, abaixe-se como o MEU cãozinho de estimação e beba a água. Não pode fazer xixi! Intercale os golinhos com manipulações (punhetas). Quando estiver com bastante vontade de fazer xixi, termine a punhera pensando em mim. Segure o gozo até o limite, como se eu estivesse te privando. Na hora de gozar, quero que o faça no potinho e depois me descreva como foi a experiência.



O Relato
Acordei animado, com meu membro animado, triste... era tesão de mijo. fiquei ainda me esfregando devagarinho na cama, já doido pra gozar, mas levantei e fui cumprir minha missão.

Arranquei a roupa e fui me agarrando ao plugzinhu, lambi ele pra dar uma lubrificada, agachei e foi... delicia... tudo bem que ele não é grosso, mas a base dele me faz ter a sensação de que algo maior quer entrar. Principalmente quando aperto o cú e ele quer entrar ainda mais.

Peguei as cordinhas e começei a passar. Fiz com calma, prendendo bem.. me cansei, mas meu pinto não ... ele continuava duro como uma pedra, babando e doido pra gozar. Quando terminei, ainda de pé, começei a me masturbar e, do jeito que ficou preso, quando eu puxava o pinto, as cordas puxavam lá atrás e o plug era enterrado ainda mais. Isso foi muito bom, não queria parar e gozar. Aproveitei o momento para algumas fotos.

Fui então até a cozinha e peguei os prendedores de roupa e a vazilha com água, não lembrei na hora dos prendedorzinhos e achei que os grandes iam ser mais bacanas. Andar era até confortável, cheguei a pensar em colocar uma roupa e passear assim, mas acho que a ereção não iria me permitir.

Comecei colocando os prendedores, o saco ficou apertadinho, com pouco espaço, mas consegui colocar os seis. Tentei me masturbar mais um pouco, mas agora era dolorido; as puxadas agora também judiavam o saco.

Olhei pra água, não acreditando que eu iria bebê-la lá. Queria gozar já, mas ainda não estava sentindo tanta dor. Vi ainda alguns prendedores na mesa, os olhinhos brilharam e lá fui eu colocar um em cada mamilo.

Dor e prazer.. que mistura deliciosa! Uma punhetada agora tinha potência de 10! Iria gozar a qualquer momento. Então pequei a máquina fotográfica para respirar um pouco. Mais umas fotinhas e lá fui eu pro chão.

Fiquei brincando na água, tentando descobrir melhores maneiras de tomar a água, se língua grande ou língua pequena, se rápido ou lento. Agora eu admiro ainda mais os cachorros pela sua capacidade de tomar água desta forma. ehehehe

Parei um pouquinho, me masturbei um pouco ainda de quatro, bem devagarinho, só com pensamentos em minha Rainha. E depois voltei pra água mais um pouquinho.. estava com sede mesmo consegui beber mais um tanto.

Voltei a me masturbar bem devagarinho, os prendedores estavam doendo bastante agora e eu pensando estar ouvindo a voz mansa e direta da minha Rainha mandando eu controlar meu orgasmo, mandando eu aguentar a dor ainda mais... seria maravilhoso aguentar sofrer muito mais dor e ter espamos de adrenalina.

Ajoelhei com as pernas abertas, posicionei o potinho perto e começei a arrancar os prendedores. No terceiro prendedor eu gozei muito, muito mesmo... voou dentro e fora do potinho. No êrxtase do orgasmo tirei os dois prendedores dos mamilos que me renderam um gemido de dor e alívio...

...e curti o gozo, a sensação boa....

Depois que passou a boa sensação é que fui retirar os outros três prendedores do saco. E nesta hora eu sofri com a dor. Doeu muito. Não deveria ter gozado antes do último!

Mas daí, descansando, fui desamarrando as cordas... deu mais trabalho que pra amarrar. Acho que pra amarrar eu tava mais tesudo, com vontade de fazer algo bonito para minha Rainha ver e ter orgulho de mim.

E só então fui ao banheiro urinar, tirar o plug e tomar um banho... e eu todo molinho, relaxado...