segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A quatro de quatro no quarto - pt 2/2


[...continuando]

Vi tudo acontecer! Minha Rainha demonstrava como amarrar de forma segura sem prender a circulação e sem causar câimbras, quando e aonde bater, aonde não bater, qual intensidade seria suficiente, etc. Pegaram uns prendedores e brincaram no saco dele. O cara agüentava tudo forte e alegremente, o que só despertava elogios de minha Rainha.

Quando foram brincar de inversão, tamparam os olhos dele. Ver Áquila com aquele caralho pendurado era muito belo, um contraste bacana de feminilidade e virilidade com tons de roxo, preto e pele branca. Áquila percebeu que eu não tirava os olhos e veio pessoalmente até mim:

- Gostou, né putinha? Quer me ver comer a bundinha dele?

Respondi balançando a cabeça em sinal de positivo e disse que seria uma honra, mas ela brincou:

- Você pode ver, mas terá o seu castigo por isso, por ficar me secando e vendo o que faço, desrespietando a ordem da tua dona. Quer mesmo ver ou prefere que eu coloque uma venda em ti?

Não pensei no castigo e comecei a balançar a cabeça confirmando minha vontade de continuar vendo. Não queria ver ele, queria vê-la e imaginar ela me comendo, enquanto eu chupava minha Rainha. Mas já sabia que não seria hoje meu dia de sorte!

Altieres é um home de sorte! Pensei comigo por dois segundos... e completei: eu é que tenho muito mais!

Comecei a refletir que eu sou o maior sortudo do mundo por poder presenciar a minha Rainha ensinando. Ela é minha domme e exímia na arte, nas técnicas e nas boas práticas. Tenho orgulho de carregar sua coleira porque ela poderia ter qualquer um. Sei que há fila de capachos implorando por uma chance dela. Isso me enche de orgulho todos os dias, me dando forças pra superar os momentos difíceis, a saudade e a nossa distância física. Lady Vulgata não é uma dommezinha iniciante; é experiente e com ela eu me entrego, pois não corro risco algum.

Estiquei um riso de monalisa no rosto quando já estavam todos deitados, relaxando da exaustão causada pelo vai-e-vem.

Minha Rainha me soltou, permitindo me recuperar da imobilização com ela na banheira. Enquanto os outros dois descansavam na cama, deixei meu uniformezinho e entrei na banheira. Dei banho nEla, fiz uma massagem e ainda lhe proporcionei um orgasmo. Fiz com muito carinho, feliz por não ter sido má comigo ou me deixado em situação (muito) constrangedora. Comecei devagarzinho, beijando seus joelhos, passando a língua por dentro da coxa, beijando e dando mordidinhas até que cheguei à sua buceta. Lambi, suguei, passeei com a língua por tudo e só parei quando minha Rainha virava os olhinhos e tinha espasmos.

Relaxamos mais um pouco e quando eu ameacei sair da piscina, Ela disse que eu deveria voltar a vestir meu uniforme de sissy, pois iria para casa com ela por baixo da roupa de menininho. Quando voltamos ao quarto, Áquila estava desamarrando seu escravo da cadeira. Rimos discretamente e percebemos que a aluna era dedicada demais. Havia aprendido muito bem a lição, colocando em prática e abusando do seu escravo.

- Tá vendo Lady! Nem precisei te chamar, consegui amarrar muito bem. Não é Alti?

- Sim, ela me deixou bem preso. Safada, ficou me torturando, me beliscando, dando tapas e me masturbando.

Minha Rainha elogiou ambos e eu complementei dizendo que a partir de agora as coisas seriam bem diferentes, bem mais gostosas e intensas.

Não tinha noção de nada, de quanto tempo fazia que estávamos ali. O relógio era o último item do mundo que eu queria ver, mas meu estômago dava sinais de fome e, pela falta de entusiasmo e excesso de tranqüilidade que pairava no ar, achei que estávamos indo embora.

- Vamos? - disse Áquila, me encarando seriamente. Respondi:

- Sim, vamos embora?

- Não tolo, não se lembra do combinado? Agora é hora do teu castigo! Vai ter que ser punido pelo direito de me ver com meu escravo.

- Eh, er, han, hum... tá. (Me saiu assim, forçado, receioso e incalto).

- Venha para a cama; vamos te amarrar!

Olhei para minha Rainha, arregalei os olhos como se implorasse sua intervenção e ela sentada, majestosa e imponente, sem mover um músculo.

Meu corpo se negava a mexer, a caminhar em direção ao que eu julgaria como a mais dolorida surra. Até que minha Rainha me apunhalou:

- Vai! Foi tua escolha.

Imediatamente me arrastei até a cama, sendo informado que era para ficar de quatro. Então as duas começaram a me preparar. Venda, depois as cordas mantendo meus pulsos presos e minhas pernas distantes uma da outra. Esperei pela mordaça, mas não tive esse prazer.

- Vamos, Monstrinho, achas que já sabes tudo? Que porque é meu sub oficial podes fazer o que quer e não há mais nada a aprender? Pois quem vai aprender agora é você! Vai aprender a me obedecer, a me respeitar e a ser putinha DE VERDADE.

(TENSÃO NO AR)

- Vai ter que convencer o Altieres a comer essa tua bunda feia e peluda.

Doeu no fundo da alma ouvir isso de minha rainha. Queria gritar a nossa safeword, fazer tudo aquilo parar e ir pra casa. Mas não tínhamos uma safeword. Éramos compreensivos e atentos um ao outro, por isso nunca elegemos ou pensamos em safeword. Mas tentei:

- Não, minha Rainha. Não quero e nem vou fazer isso.

- Minha Putinha - ela passou a mão pelo meu rosto, num carinho doce e perverso -, vais somente convencê-lo... dar uma boa cantada nele, entendeu? Ele não vai querer te comer porque és muito imprestável. Se te saíres bem, teu castigo será amenizado; se te saíres mal, te castigaremos até o teu limite. Seja bem vadia. Quero ver todo teu potencial de convencimento!

(pensei por um instante, me auto-convencendo)

-Tá bom! Vamos tentar.

Respirei fundo, me concentrei e comecei:

- Alti? Vem aqui, vem me pegar, meu cuzinho tá piscando, louco pra sentir esse seu caralho aqui dentro. Vem encher de porra meu buraquinho, vem?

Ele respondeu:

- Não, és feia demais. Não quero essa bunda magrela.

- Ai Alti, que ignorância! Vem aqui que eu te mostro que delícia que é meu cuzinho. Eu rebolo gostoso, do jeito que minha Rainha me ensinou. Vem! Quero sentir sua pegada forte, quero te dar prazer, te fazer gozar gostoso. Vem Alti, tô todinha à sua disposição.

Ouvi uns risinhos abafados das duas e depois de segundos Alti respondeu, provavelmente orientado pelas duas:

- Tenta mais um pouco vai, tá começando a melhorar...

- Tá bom Alti, você vai pra casa sem experimentar essa? Pode ir pra casa mais relaxado, mais aliviado ainda; venha rapaz, venha me ensinar como é ser puta na cama, põe logo uma camisinha e vem, sem dó, arromba minha bunda! Vem que você não vai se arrepender...

- Tá! Então vou te comer de verdade! Permite Lady?

E para o meu desespero, Ela respondeu:

- Vá em frente! É todo seu, já que “ela” está com tanta vontade assim, foi tão convincente né? Come a bundinha dela sem dó.

Implorei para minha Rainha, pela primeira vez a xinguei dos mais baixos nomes, falei que ia na policia, que iria processá-la, que iria arrancar todo o dinheiro dela... Me debati, chorei, implorei. Mas só recebi uns tapas na minha bunda e um consolo:

- Cala a boca e agüenta. É igualzinho ao meu, só que este goza e é quente.

Esperei uns segundos até o FDP colocar uma camisinha e vir pra minha traseira. Gelei quando senti o dedo dele passando lubrificante. Continuava implorando para minha Rainha, que então me colocou uma mordaça pra eu ficar quieto. Só tive tempo de pedir para ir com calma.

Ouvi a risada dele de deboche. Agora calado, eu só tinha pensamentos que estava sendo estuprado, corrompido, humilhado ao extremo. Não queria sentir nada, queria me desligar de meu corpo e passar a ser um pedaço de carne.

Entrou tudo! E quando ele foi pegar em minhas ancas, achei que sua mão era pequena demais.

Me desmanchei de prazer quando senti a unha grande de Áquila percorrendo minhas costas. Não era ele! Era ela! Tive mais certeza, quando ela deitou-se sobre mim, pude sentir os seios e seus cabelos escorrendo pelas minhas costas.

Respirei aliviado e pouco a pouco meu corpo foi re-ligando. Voltei a sentir prazer, comecei a rebolar e a gemer. Agora sim eu conseguiria ser puta, vadia, sem vergonha do mais baixo nível.

Meu pinto deu sinais de vida e minha Rainha foi se posicionando para me chupar. Foi o meu único gozo daquela noite. Mas não poderia ter sido melhor.

Minha Rainha é mesmo maravilhosa. Além de permitir que eu tivesse um gozo magnífico melhor do que eu sonhava, ainda me disciplina de um jeito todo dela, carinhoso e certeiro, sempre colocando o prazer em primeiro lugar.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A quatro de quatro no quarto - pt 1/2

Já havia chegado na casa da minha Rainha há algum tempo... Ela me serviu um vinho. Hoje eu queria estar mais soltinho, ou melhor, precisava estar mais soltinho. Enquanto o tanino azulava meus dentes, conversávamos sobre o que a noite prometia.

As instruções que eram me passadas não tinham o mesmo gosto do vinho, pois algumas idéias de minha Rainha me azedavam o paladar, como se o vinho virasse vinagre.

- Meu querido, hoje tu serás meu objeto de ensino. Áquila e Altieres querem aprender muito sobre dominação e submissão. Então quero que seja exemplo. Quero que mostre o quão submisso e disposto tu és. Terei que dominar o Altieres para entender como ele reage a determinadas situações e para ensinar a Áquila como dominá-lo. E tu sabes muito bem que ela não tocará em ti; eu não deixarei e nem ela tem vontade. Agora, tu e Altieres... Já é outra história.

- Por favor, minha Rainha. Sabes que tenho pavor de viadagem, não quero ser comido nem comer nenhum ser peludo e desprovido de seios.

- Vou pensar no seu caso! - Respondeu alargando os lábios e apertando os olhos em um sorriso mesquinho.

Tão logo encerramos nosso papo, o celular dEla tocou. Peguei a bolsa com os apetrechos de minha Rainha e descemos. Nossos alunos estavam nos esperando em frente ao prédio.

Ainda não tinha conversado com o casal que recebia tantos elogios da minha Rainha. Há algum tempo lia e ouvia Ela dizer que era um belo casal, um submisso nato e uma dominadora adormecida. Eu, desde o começo da história, já sentia uma apatia pelo guri.

Entramos no carro e o cheiro do banco de couro inundou meus pensamentos, me ouriçando. Como é duro ser fetichista! Cumprimentei Áquila com um beijo no rosto e quando cumprimentei o Altieres, além do choque que deu ao pegar em sua mão, seus olhos demonstravam um misto curioso de ciúmes e medo.

No carro, a conversa começou xoxa, falando do tempo, do trânsito da cidade... aquele típico papo que rola quando não temos o que falar ou enquanto a cabeça processa um bom assunto a ser falado. Ninguém comentou para onde estávamos indo, mas todos já sabiam o nosso destino.

Minha Rainha, não perdeu muito tempo e começou a descrever o que estava pensando em fazer e como iria ajudar a moça a se tornar a melhor rainha da cidade, depois dEla, é claro.

- Meninos, hoje vocês vão obedecer a nós duas! Se Áquila ou eu mandarmos, seja o que for, vão obedecer. Será a prova de confiança e entrega de vocês e o teste de fibra dela. Hoje ela vai aprender a ser má de uma forma não tão óbvia como as cartilhas de BDSM pregam. Então, não tentem rejeitar nossas ordens, pois a punição será dolorida de verdade.

Engoli seco. Hoje não teria coragem de desafiar minha Rainha. Tinha medo da inexperiência de Áquila, que poderia me machucar além do suportável. Enquanto eu cozinhava meu medo e me preparava psicologicamente, as duas tricotavam idéias sacanas sobre castigos. Eu tentei interagir na conversa, mas recebi um "fique quieto" de minha Rainha. Dos castigos, a conversa escorregou para falar de plugs e então minha rainha me pergunta:

- Queres? - Eu perdido, iniciei um sorriso, mas ao ver os olhos do Altieres me fitando pelo retrovisor, neguei dizendo que preferia esperar chegar ao motel.

- Ah, Monstrinho, não seja tímido. Se estivesse sozinho comigo já teria me implorado para colocar um caralhão na tua bunda.

Droga, que humilhação! Não esperava por essa. Só me restou concordar. Abaixei as calças e fiquei meio de quatro no banco. Minha rainha tirou o plugzinho menor, passou um pouquinho de lubrificante e pôs como sempre, de forma carinhosa e delicada. Inconscientemente e instantaneamente e meu pinto ficou duro. Ela ainda me humilha mais um pouquinho:

- Olhe Áquila, veja como ele gosta! Isso que é um bom Monstrinho.

Minha Rainha me põe sentado em seu colo e começa a me masturbar bem lentamente. Sentia em seus olhos a vontade de me abocanhar, mas ela preferiu somente me deixar mais tenso com a situação, me excitando sem me deixar gozar.

O papo então se virou para mim, minha Rainha me torturando com as verdades

- Monstrinho, hoje terás que cuidar da cena, ser cooperativo, ajudar a todos, pôr camisinhas, tirá-las, limpar as sujeiras e servir de cobaia para eu demonstrar algumas coisas para Áquila. Talvez eu deixe você mostrar seus dotes com cordas amarrando ele.

Droga! Porque não põe o infeliz que não sabe patavina nenhuma para aprender a limpar e pôr camisinhas? Sempre achei que tinha que começar de baixo para ser alguém na vida, mesmo que seja um sub, mas estava acontecendo o contrário!!! Eu com toda a minha experiência seria o castigado da história. Quando minha Rainha me contou sobre eles, imaginei-me sendo dominado por duas dommes e servindo para ensinar outra domme...

Me corroía por dentro, mas me permitia aceitar e até aproveitar a idéia toda por conta de minha Lady; Ela era meu real motivo de estar ali, de aceitar tudo incondicionalmente... Só não a história de dar ou comer o outro macho!

Ao chegar ao motel, minha Rainha me deixou ao lado da cama, com a bolsa de brinquedos e disse para eu me arrumar.

Enquanto eu me despia e colocava o uniforme de empregadinha, o guri já recebeu sua coleira e foi de quatro até a piscina. Os três se divertiam e eu só ouvi os risos e o barulho da mijada que o garoto estava levando.

Coloquei as meias, a cinta-liga, a calcinha socada e ainda me mantive com o plug. Pus a saia, a blusinha semitransparente e prendi os cabelos metade para cada lado, fazendo duas chuquinhas... parecendo uma menininha. Coloquei minha coleira e sentei no canto da cama. Sentia-me tímido, com vontade de ficar no cantinho quieto e só observar. Mas aproveitei o tempo para me concentrar e me tornar a sissy da minha querida Rainha.

Voltaram para o quarto as duas e, pelo barulho, Altieres tomava um banho. Dei um sorriso e minha Rainha elogiou-me pela arrumação, não só do meu figurino, mas de toda a cena. Havia passado algumas cordas por baixo do colchão e já tinha organizado todos os brinquedos da minha rainha na mesinha próxima. Ela aproveitou para elevar a minha moral sissy, falando que eu deveria agora ser uma boa mocinha e também falar, responder e agir como tal.

Minha Rainha percebeu que eu olhava demais para Áquila e foi logo me ordenando:

- Vire-se! Fique de costas!

Virei e senti sua mão atingindo minha bunda:

- Seu safado, ordinário! Pare de olhar a mulher dos outros! Não quero você olhando pra ela desse jeito! Se quiser, olhe pro outro!

Foram 5 golpes intensos e extremamente doloridos.

Fiquei então de costas e ouvi os comentários de minha Rainha.

- Áquila, se ele te encarar ou ficar te olhando de novo, me avise ou, se eu estiver ocupada, senta a mão na cara desse safado!

Nos momentos que seguiram, minha Rainha pegou as cordas, ajeitou-as e começou a demonstrar como amarrar as pernas juntas, os braços pra trás e depois, me prendeu na poltrona, de modo que eu ficasse inclinado para frente, com a bunda exposta e incapacitado de rejeitar qualquer açoite nela.

Ainda me humilhando um pouco mais, minha Rainha ameaçou dar minha bunda pro Altieres comer, afirmando que eu só seria uma verdadeira sissy se sentisse o meu cu se enchendo de porra.

Recebi uns tapas bem ardidos, uns beliscões bem gostosos e fui largado para que elas pudessem brincar com o tal aprendiz.

[continua...]

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Castigo No País Das Maravilhas

O castigo:

Já que sumiste, vou te dar uma pequena "tarefa" por e-mail, aproveitando tua onda de tesão.

Pelo que me lembro, tens um vibradorzinho, certo? Então, quero que vá ao banheiro com ele, os prendedores de mamilos que vc comprou (os de escritório) e uma fita / cordão ou algo que dê pra amarrar suas bolas. Porém, não será apenas uma ida ao banheiro. Serão várias. De manhã você vai escolher uma hora mais folgadinha, vai deixar seus testículos bem presos em lacinhos bonitos, colocar pelo menos quatro prendedores nos mamilos e o tal brinquedinho, claro, no cu!

Quero que bata um punheta bem caprichada pra mim, sentindo a vibração no rabinho de puta que só você tem. Mas sem gozar. Quando estiver pronto pra gozar, segure e volte ao trabalho. De tarde, quero que faça o mesmo mais duas vezes, mas essas podem ser mais rápidas. E de noite, complete a masturbação como se estivesse me comendo e daí eu deixo você gozar.

Lembre-se: bolas amarradas desde de manhã, ok? Os prendedores você pode tirar a colocar novamente. Assim aumenta a dor e a excitação.



O relato:

Demorei pra cumprir meu castigo. Andava desanimado e sem tesão, tudo isso por conta do trabalho. Este mês estou fazendo o trabalho de 2, o que me gera uma carga pra lá de excessiva e exaustiva. Vários dias eu fui pra cama com o notebook e quando a cabeça batia no monitor eu o colocava no criado mudo e dormia. Acordava lá pelas 6, 7 horas, puxava no notebook e trabalhava mais um pouco, enquanto não dava a hora do primeiro compromisso do dia.

Na segunda, eu conversei com minha rainha, olhei na minha agenda e decidi realizá-lo no dia seguinte. Muito louco como nossa cabeça tem a capacidade de mudar as coisas. Nossa conversa foi sobre slut-play ou brincar de puta. Fiquei muitíssimo ouriçado com a idéia. E como se abrisse uma caixinha e liberasse todo os instintos, lá estava eu com tesão a mil, querendo ser a puta de minha rainha.

Puta ? Isso teve sempre pra mim foi assimilado como uma mulher dominadora. OK ! a puta esta lá pra atender aos gostos de seu cliente. Mas se é de sua índole não beijar na boca, não dar o cú ou não deixar gozar na boca, não vai ter cliente que vai convencê-la do contrário. Mas ainda esquecendo este detalhe, ela é sempre uma mulher de atitude, muito certa das coisas, esperta e provocativa. Falo isso do conceito que tenho criado em minha cabeça e não por experiência, pois acredite, eu nunca sai com puta.

Passei a segunda com todo o tesão, mas sem por uma gota de porra pra fora, a noite, eu com meus mil e um trabalhos, fui durmir e só pensei nos últimos instantes antes de fechar os olhos sobre o meu castigo e sobre slutplay.

Acordei, e para ter certeza de que não falharia em nada, li novamente o e-mail com as instruções e fui atrás dos apetrechos.

Resolvi então que para prender as bolas, eu usaria uma fita adesiva larga. Colei o saco deixando as bolas bem altas, quase me tornando um castrado. Fiz isso me lembrando de uma seqüência de fotos japonesas onde o cara ensinava a transformar o pinto e as bolas em uma perereca, http://blog.innerpendejo.net/2008/04/operacion-casera-de-cambio-de-sexo-bricolaje-quirurgico-para-pasar-de-hombre-a-mujer.html

Ficou inicialmente confortável, daria pra passa o dia assim.

Peguei o vibrador de bolinha, pus uma camisinha nele, um pouco de lubrificante no bumbum e coloquei-o lá dentro. Na hora meu pinto ficou duro. Liguei o vibrador no médio, terminei de ajeitar pra ficar bem gostoso e peguei os mini-prendedores e pus dois em cada mamilo. Os bixinhos doem pra caramba! Mas estava tão bom que tive que me masturbar muito lentamente, só com as pontas dos dedos pra não acabar com a brincadeira nem ter que parar tão logo. Estava tão boa que ainda dei uma apertada e torcida nos prendedores só pra sentir um pouquinho mais de dor (e tesão).

Na cabeça, tinha o passado, as cenas das cenas que fiz com minha rainha, tentando recuperar do passado as boas sensações que minha rainha proporcionava, as situações que passei e os prazeres que proporcionei a minha rainha.. muitas já relatadas aqui, neste blog.

Cheguei ao ponto, de quase gozar, queria tanto ir adiante, gozar e ir trabalhar aliviado, leve e tranqüilo, mas não seria desta vez. Parei, relaxei, respirei bem fundo, e como se tivesse brochado, ou desligado a chavezinha do tesão, tirei os prendedores, ajeitei o pinto duro na cueca, coloquei o controle no bolso (já com o vibrador desligado) e fui me arrumar para trabalhar.

Sai de casa e ficava a cada 5 minutos me observando pra ver se não dava pra ver o fiozinho do vibrador saindo da calça e entrando no bolso.

No ônibus indo pro trabalho já não me agüentei e liguei o vibrador no mínimo. Fui os 40 minutos curtindo um “toque” bem gostosinho e pensando no tal slutplay.

Acho q conforme eu ia pensando, o ônibus balançando e o vibrador pulsando, eu ia me sentindo mais “aputanhado”. Imaginando como deveria ser o meu comportamento de sissy slut. Acho que por alguns instantes, se alguém me perguntasse a hora, eu ia responder como uma puta (não sei como exatamente seria, mas passa milhões de idéias pela minha cabeça).

O dia prosseguiu bem até eu receber uma mensagem de minha rainha, passou um frio pela espinha, como se ela estivesse atrás de mim me encostando e falando as mesmas palavras no meu ouvido.

Na segunda etapa, bloqueie minha estação de trabalho, peguei os prendedores e fui pro banheiro. Já estava cansado com o trabalho e precisava de um pouco de descanso e ar fresco. Geralmente nesta hora eu desço pra tomar um cafezinho, mas hoje ia ser mais divertido, mas menos relaxante.

Ao beliscar os mamilos com o prendedor, descobri que eles já estavam bem doloridinhos. Procurei colocá-los em posição diferente, para não apertar o mesmo lugar, mas sentia que a dor era maior. Mas não ultrapassava o limite que deixa de gerar tesão e causa desconforto. Liguei o brinquedinho no máximo e comecei a me masturbar.

Alguém entrou no banheiro, parei tudo! Desliguei o vibradorzinho e fiquei aguardando a pessoa sair. Fiquei com receio de a pessoa perceber alguma coisa, pois têm uns pentelhos no meu trabalho que se percebessem algo estranho, com certeza iriam olhar por cima da porta e ver uma cena muito constrangedora.

Re-começei todo o trabalho, quase que já abandonando os prendedores, mas foi ficando cada vez melhor, cada vez menos doído e mais prazeroso.

Até que o segundo entrou no banheiro. Droga! Que merda! Mesmo sem ver a figura, acabei amaldiçoando ele e as suas 5 gerações. Novamente parado, com os mamilos doendo pacas, tive que ficar só numa mísera, lenta e pouco produtiva punheta. Até o mijão ir embora.

Mal a porta fechou, já estava novamente empenhado e ritmado para conseguir chegar ao meu orgasmo frustrado. Agora consegui ir até quase gozar, mas novamente tenso, por não poder gozar. Ao tirar os prendedores dos mamilos, quase gemi de dor. Estavam bem doloridos. Deliciosamente doloridos.

Depois, de volta a minha mesa de trabalho, comecei a ler meus feeds BDSM e descobri que estava num tesão danado, foi difícil a partir daí conseguir me concentrar no trabalho e na conversa com as pessoas.

Resolvi tentar não pensar em nada com conotações eróticas, pornográficas, sexuais ou BDSM. Mas, minha rainha ficou online, e assim como eu, ela também estava com os hormônios a flor da pele e não podia fazer nada por conta de seus trabalhos mediúnicos. Derivamos a conversa para trabalho, família, saúde .. e tentamos deixar para conversar certas coisas outra hora.

Quando ia embora, cumpri a penúltima etapa, a ultima seria completa! Fui para o banheiro, tentei por os prendedores, mas não consegui deixá-los lá. Doía pacas. Preferi só com os dedos apertar e mexer pra provocar uma dorzinha menor e gostosa. Não precisou de muita coisa para novamente estar no limiar do gozo. As bolas também doíam, a fita adesiva estava puxando os pelos e causando uma vermelhidão em alguns lugares. Resolvi tirá-la. Mas o que eu não pensei foi na dificuldade de tirá-la deixando os pelos no lugar. Me lembrei de um dito popular “Existem dois tipos de esparadrapo: O que não gruda e o que não sai” e este era do tipo 2 extra-super-plus. Idiota! Fui besta em usar a fita adesiva por cima dos pelos, agora sofria com a dor e paciência para tirar tudo com o mínimo impacto.

Sai do banheiro triste, meio suado e com o saco dolorido pela falta de gozo e pelos pêlos arrancados. Estava com os ombros duros e tensos, e tudo isso acabou me deixando de mal humor. Só fui perceber isso quando estava embarcando no ônibus e uma pessoa me bloqueava a passagem.

Cheguei em casa, joguei a mochila no quarto e fui pro banheiro. Não agüentava mais. Arranquei a roupa, entrei debaixo do chuveiro, e parti para o ato final! Minha rainha me pediu para pensar nela, mas isso era intrínseco, não tinha como fazer sem pensar nela, sem pensar em todos os acontecimentos do dia, em todas as vezes que eu fui ao banheiro me masturbar, nas frustrações, nas missões que eram feitas em nome da minha rainha. Não me importava muito com ou o que aconteceria, como faria, o quanto doía, o que me importava é cumprir, pensar e registrar todas as sensações para escrever este relato, que este é o que realmente dará prazer à minha rainha, que satisfará ela fazendo sabendo que cumpri o castigo como sua vontade e como ela havia arquitetado.

Mas agora era o meu momento de prazer, de acabar com toda a aflição do dia, de ter uma noite relaxadão. E assim foi, um gozo imenso, acho que meio copo de porra que me causou até dores de tão forte que saiu.

Lavava o corpo e a alma, com o sentimento de missão cumprida. E a porra descia pelo ralo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Corsets


Definição
Existe uma confusão entre Corset, Espartilho, Corselet E Corpete. Vamos tentar definir da seguinte forma: Todas as peças são similares, tentam dar cortorno à cintura e elevar o busto, mas com algumas diferenças:

Corset - Também pode ser chamado de espartilho que é tradução para português, ele é mais estruturado, do que um corselet e um corpete, é confecionado com varias camadas de tecido, geralmente estes não são peças intimas. Dentre estas, a opção mais cara pois o consumo de materiais e mão de obra é maior pois são peças feitas para aguentar uma boa pressão e sustentação.

Espartilhos - Em lojas de lingerie podemos encontrar peças que são chamadas de espartilho, mas na verdade apenas foram inpiradas nos espartilhos antigos, bem diferentes do que deveria ser um espartilho de verdade, estes só possuem a função de adorno e fetiche.

Corselet - Se fores a França e pedir um corselet, irão lhe entregar uma armadura, um tanto quanto parecida com o corset, mas provavelmente feita de metal.

Corpete – São blusinhas com barbatanas geralmente de plastico, podem ser confeccionados em tecido elástico ou não, não sendo necessario o uso de forro, são fechadas por zíper ou ilhós como o cosert.

História
O Corset surgiu como uma necessidade médica nos anos de 1830, acreditava-se que a mulher era muito frágil e precisava de assistencia para manter-se ereta e em boa postura. As primeiras peças usavam uma lona pesada e osso de baleia ou ferro como barbatanas. Considerava-se que as mulheres tinham o corpo e a mente fraca, por isso o espartilho foi considerado moralmente e clinicamente necessário. Chegou-se a comparar que uma mulher "solta" sem seu espartilho era um sinal de mulher solta na sociedade.

Uma mulher tinha que usar várias peças de roupa, com várias camadas e todas muito bem apertadas para que nenhum homem pudesse se aproveitar de sua fragilidade, pois tirar a roupa de uma mulher seria uma tarefa difícil e demorada. O corset também foi usado para esconder as forma das mulheres, eram corsets que cobria desde o busto até o quadril e apertados ao ponto de esconder a presença do busto e do quadril de forma a não despertar a lascívia que era abominada pela igreja.

O Corset acabou se transformando de um instrumento médico em uma peça que modelava o corpo das mulheres, elevando o busto e diminuindo a cintura. E a partir dai, surgiu uma grande batalha contra a fita métrica tentando reduzir o máximo possível a cintura. E provavelmente os maiores culpados eram os homens que incentivavam e adoravam as pequenas cinturas.

Na epóca em que o corset passou a ser visto como "objeto estético", houveram diversos problemas pois os corsets ficaram mais e mais apertados, com relatos de mulheres que tiveram costelas quebradas na hora de prender o corset e também relatavam os constantes mal-estar e desmaios causados pelo apertado acessório que não permitida grandes suspiros. Com o tempo, as jovens moças realmente se tornaram frágeis e não mais conseguiam ficar sentadas ou em pé por longos períodos sem o auxilio da peça. O longo periodo de uso também acabava por deslocar os orgãos internos, tornando impossivel para a mulher dar longos suspiros mesmo sem a peça. A era Victoriana, foi o ápice do corset, devido aos longos períodos de uso e ao tamanho aperto.

Houve uma época em que ninguem falava de corsets, mas recentemente a peça tem voltado à ser utilizada. Agora com muito mais tecnologia, leveza, criatividade e a mesma pressão de antigamente. Muitos tecidos diferentes tem sido utilizados, com cortes modernos, sensuais e fetichistas.

Seja por sua capacidade de modificar o corpo, restringir e disciplinar, seja somente pela atração estética que provoca, o corset permanecerá sempre vivo, senão na moda, ao menos na fantasia de seus admiradores.

Tipo de Corset
Existem diversos tipos de corset, pois o corset desde sua invenção teve seus traços modificados e cada tipo traz no nome a época na qual era mais utilizado. Seja Barroco, Valentino, Vitoriana ou Elizabetano todos tem suas particularidades e belezas, uns mais baixos, outros mais pontiagudos e todos muito belos. Mesmo independente do modelo, existem 4 tipos caracteristicos:

* Underbust - sob o busto
* Overbust - sobre o busto
* Midbust - meio do busto
* Waist cincher - cinta de cintura.

Fetiches
Muitas mensagens subliminares existem por traz de uma pessoa usando um corset. Para alguns não passa de uma peça de roupa apertada e muito antiga, mas para outros tem outros significados.

A iniciar pelo material que é feito um corset. Algumas pessoas se deliciam pelo toque e textura do material pelo qual o corset é feito e até o cheiro do material tem seus efeitos eróticos em um fetichista. Um corset bem feito de couro poderá ser um excelente exemplo. O toque robusto do couro, com suas costuras grossas e rigidas e com o cheiro único e caracteristico pode ser bastante excitante para alguns. O Latex é outro material utilizado recentemente que tem ganhado muitos adeptos e também possui uma textura bastante interessante. Apesar do Couro e Latex ser os mais exóticos, com certeza ainda existe os que prefiram o toque de uma malha engomada.

Acredito também que até as cordinhas do corset tenham também algum efeito fetichista, para aqueles que gostam de estar presos e amarrados, as amarras do corset representam o corpo atado. As cordas são a marca de um corset, tanto que existem os chamados skin/piercing corset que são agulhas ou piercing dispostos em duas colunas com uma fita trançando-os de forma a parecer as amarras do corset, mas este tipo de corset só tem mesmo a idéia decorativa, sem restrição dos movimentos.

O que também fascina em muitos fetichistas é a pressao do corset. A pressão de um corset bem amarrado sob o corpo é admirado por muitos e com certeza se bem administrado para não causar ferimentos e interromper a circulação sanguinea, pode ser muito bom, alem de auxiliar a disfarçar uma barriguinha e por os seios apontando pra lua :)

Alguns que gostam de breath play (também conhecido como sufocamento erótico) já tiveram alguns pensamentos lendo sobre a dificuldade de respirar usando um corset. e este pode ser outra origem fetichista do corset. Estar bem preso para não conseguir respirar bem e quem sabe sofrer alguns desmaios ?!?!

A coluna se torna "engessada" com o corset, e com isso restringindo algums movimentos e dificultando tarefas. Ai entra os "bondagers" aqueles que gostam de bondage e amarrações. O Corset traz uma boa postura e disciplinar um escravo à ter uma boa postura usando um corset pode ser uma idéia muito interessante pois força a pessoa a realizar agachamentos e movimentações das maneiras mais corretas segundo os fisioterapeutas.

Alem de todos estes fetiches, ainda sim, não podemos deixar de esquecer da silueta, que realmente é divina e molda o corpo de violão com a mesma rigidez do instrumento.

O Tigh Lacing é uma técnica de uso constante e prolongado do corset com o objetivo de reduzir medidas e ganhar contornos. É uma técnica que exige força de vontade pois é preciso passar entre 16 à 24 horas/dia presa ao corset. Com o tempo, as costelas inferiores (costelas flutuantes) começam a se modificar e os orgãos internos também. Se feito com critério e sem exageros, não ocasionará danos à saúde. E vagarosamente, a mulher ganhará uma cintura mais afinada mesmo sem o corset.

Neck Corset é uma variante do corset de cintura para o pescoço. Uma peça menor, que confunde-se com um colar, mas na nuca, temos as tais cordinhas para apertar o corset. Os modelos de neck corset podem servir também para restringir o movimento do pescoço e até da mandibula, impossibilitando de falar alguma coisa. Algumas vezes este acessório é confundido com um colar de postural ou um colar cervical, mas a diferença, volta a ser as cordinhas.


Cuidados
No uso do corset, temos que ter alguns cuidados que ajudarão a garantir a saúde e segurança.

Não utilize por períodos longos corsets de materiais impermeável, a pele precisa respirar e manter-se seca para não permitir a formação de fungos e bactérias.

Ele deve ser apertado mas nunca desconfortável.

Não utilize um corset que não seja feito para suas medidas, isso pode causar além de uma aparencia "deformada", pode trazer um acumulo de gordura nas partes livre de pressão, criando uma barriguinha indesejável.

As primeiras vezes, não se deixe levar pelos fetiches e amarre-o frouxo, e conforme for acostumando vá aumentando a pressão. Geralmente o incomodo do uso do corset só aparece depois de alguns minutos de uso, e pode se agravar com o passar do tempo.

Pensar em dormir com corset só depois de estar muito bem acostumado.. o que deve acontecer depois de dezenas de vezes de uso, e mesmo assim, deixa-lo sempre mais frouxo e confortável.

O uso do corset por longos períodos ou uso muito apertado está proibido para pessoas diabéticas, com problemas respiratórios, problemas de coluna e outros.

Esteja sempre atento durante o uso se a circulação está fluindo normalmente e nenhuma parte do corpo, principalmente inferior, não está dormente ou sem sensibilidade.

Em caso de dúvidas, procure um médico, peça para ele exames e avaliações afim de verificar se tudo está OK para uso do corset.

Conclusões
Se você se interessou, procure a Dita de Alice, eles poderão fazer o corset dos seus sonhos. Com qualidade e medidas que você precisa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O caso do substantivo e do artigo

Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras da UFPE que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa"
Mas o nome da aluna, o mais importante, não veio, e fucei na Internet, e achei o mesmo conto em outros lugares e sempre sem o crédito. Mas buenas, reproduzo mesmo assim então, e se por acaso a aluna de Letras da UFPE ver aqui o texto entre em contato!!! Vamos colocar seu nome no texto pois está muito bom mesmo, parabéns!

"
O caso do substantivo e do artigo

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro:

- Ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O castigo nosso de cada dia

O Castigo
De: Rainha
Para: Monstrinho
Assunto: Castigo do Dia

Logo que vc saiu do skype uma idéia incendiou minha mente e melou minha calcinha. Resultado: eu mudei de idéia sobre o castigo. Lembrei do quão prazeroso foi te ver amarrado sozinho por fotos e assim gostaria de ver pela cam (quero fazê-la funcionar ainda hoje em casa para testar). Mas o que isso tem a ver com o castigo? Bingo! Quero que repita a amarração e a use durante o dia, incluindo a calcinha. Amanhã, creio, não terás visto essa ordem e tens uma reunião. Mas segunda será um boa dia...

A cada três horas (preste atenção e obedeça com rigor e pontualidade), quero que vá ao banheiro e bata uma punheta pra mim. Porém, não quero que goze. Quero que faça até o limite de prazer e segure o esperma. Quando vc ligar a cam pra mim, daí sim eu te autorizo a gozar na hora que me for mais conveniente...

Vamos ver quanto controle tens sobre teu orgasmo, especialmene imaginando meus dedos e meu consolo no teu rabo, e minha língua no teu pau!



O Relato
De: Monstrinho
Para: Rainha
Assunto: Re: Castigo do Dia
O castigo tinha que ser minunciosamente organizado para não causar nenhum transtorno.. uma missão digna para uma continuidade de 007 ou Missão Impossível....versão BDSM. No domingo a noite, calculei quais os melhores horários para me masturbar... e cheguei a conclusão que os melhores horarios seriam: 08:30, 11:30, 14:30 e 17:30. Coloquei no celular estes horarios como lembretes e escrevi "hora M" M de masturbação.

Segundona brava. Um friozinhu danado. Acordei as 08:00, ja pequei as cordas e voltei pra debaixo das cobertas. não tinha como fazer fora. Tudo bem, ficou um pouco mais dificil, mas imaginei q dar nós tremendo de frio não ia ser divertido. Quando eu terminei.. ou quase, lembrei da calcinha, dai lembrei que teria que deixar meios pra fazer um xixi ou um coco se necessário... resultado: desfiz tudo e voltei a fazer os nós. Já no meio do caminho, estava pra fora das cobertas suando e tentando amarrar da maneira mais tranquila para as necessidades. Quando estava acabando o celular tocou me alertando da Hora M !
Comecei tranquilo, pensando em minha Rainha, imaginando ela gozando enquanto eu a chupava, ela apertando minha cabeça com as pernas e gemendo gostoso. multipliquei-a em duas e imaginei ela me enrabando e eu chupando ao mesmo tempo. Mutipliquei ela mais uma vez e imaginei eu chupando ela, ela me enrabando e ela me chupando. Multipliquei mais uma vez e imaginei eu a chupando, ela me enrabando, ela me chupando e me dando umas chicotadas e pingando velas na minhas costas. Descobri que não era mais o filme do 007 ou Missão Impossivel.. agora era Matrix !
Cheguei ao extase de quase gozar 2x pra ter certeza de que estava no limiar. E fui colocar minha roupa e preparar pra ir trabalhar.
Me olhei 300 vezes no espelho pra ver se não estava aparecendo nada, se não era perceptivel e também pra analisar quais movimentos eu não poderia realizar ou alguma corda apareceria... e realmente, eu não poderia tirar a blusa ou levantar os bracos que iria aparecer alguma cordinha.

11:30
Estava junto com 2 técnicos no Cliente. Só pensei depois, mas o celular tocou, eu olhei, desliguei e falei "preciso ir no banheiro dar um cagão" Só me dei conta da besteira quando entrei no banheiro.. fiquei pensando o que eles imaginaram (será que o cú dele mandou um SMS pra ele avisando? Ele leva a sério esta historia de intestino relóginho?) Bem, em todo caso, eu começei me masturbar bem gostoso acreditando que o pretinho-basico era o melhor do mundo e que também não adiantaria reclamar pois estava amordaçado. Quase gozei, mas qdo cheguei lá, subi a calça, coloquei ele de lado pra não fazer volume e sai do banheiro.
Nesta hora nem era mais Matrix nem nada...era alguma comédia provavelmente american pie.
Neste meio periodo, eu liguei para o despachante e marcamos para as 14:30 para ver a documentacao.... Droga ! vamos ver o q vai ser pensei.
14:30
Cheguei no escritório do tal despachante, fingindo estar com uma cara de "estou prestes a vomitar", pedi pra secretária por um banheiro. e a secretária era bem bonitinha, com roupinha social... uma delicinha. fui para o banheiro, abaixei as calças e começei tudo denovo. Meus pensamentos? agora era eu, minha rainha e a secretária cada uma com um strap-on, equanto eu chupava um, outra me comia e minhas mãos amarradas e eu vendado (ah! e tinha que descobrir qual strap era de qual domme). Trabalho feito, sai do banheiro e a secretária me olhou assutada e disse "tudo bem ?" .. respondi com um sorisso e balancei a cabeça em sinal de positivo. Não sei se ela se referia ao banheiro se ele estava usável ou não, ou se era a mim, pois eu suava um pouco. A corda que passava pelos ombros doia horrores, mas não consegui ajusta-las pois já tinha passado muito tempo no banheiro e logo logo estaria a secretaria batendo na porta perguntando por mim. Então deixei pra ajustar depois de terminar no despachante.
Assim que sai, fui para o shopping onde iria encontrar uma outra moça que trabalha comigo para irmos em uma reunião num cliente. Esta reunião terminaria as 17hrs e dai teria algum tempo até arranjar um local onde poderia realizar a ultima etapa do meu castigo.
Entrei no banheiro e depois de ajustar as cordas estava pronto pra aguentar o resto do dia.
17:30
A "hora M" ocorreu qdo estava fechando a mochila pra ir embora, E como estava indo pra casa, preferi esperar até chegar.
Minha surpresa foi que minha carona só podia me deixar no shopping. Então lá fui eu rumo ao banheiro missão dada é missão cumprida! (momento tropa de elite) Entrei na cabine e num tinha onde colocar a mochila e se eu a colocasse no chão não ia ser legal. O jeito foi ajeita-la sobre o suporte de papel higienico e segura-la com uma mão e a outra no pau. O pior é que logo quando sentei no vaso percebi um outro cidadão ocupando o vaso ao lado. Dai, tive que manter o silencio. Foi a pior situação. O pinto já estava dolorido, e a porra pedia pra sair e eu não deixava.
Não deu pra forçar mto o limite do gozo, pois a situação tava complicada, resolvi sair logo e ir pra casa.
Chegando em casa, a hora q eu abri a porta vi o material de minha amiga sobre a mesinha, imediatamente surtei com uma crise de banheiro e corri para o banheiro. Se ela me abracasse ia ser o fim. Não estava esperando que ela estivesse casa aquele horario, ou não prestei mta atenção qdo ela disse sobre isso. Consegui me desamarrar, mas algumas marcas ficaram bem fundas outras beeeemm vermelhas por causa do atrito da corda com o corpo em movimento. Então tinha ainda que tomar cuidado para ela não perceber nada. Sorte que logo ela foi embora, e dai pude conversar um pouquinho com minha rainha para o alivio final !

Agradeço a minha rainha por estes momentos de prazer e diversão.