quarta-feira, 24 de junho de 2009

Feliz aniversário!

"Me adicionaram no msn ?!? Quem será essa louca ?" foi assim que tudo começou. A primeiras mensagens não foram escrachadas do tipo "Ajoelhe-se e beije meus pés" e se fossem, não teriam as próximas mensagem. Já encontrei muita gente assim na internet e nunca renderam boas coisas. Nosso papo começou com uma conhecidencia, ela não sabia se eu era o mocinho bonito que ela havia adicionado ou algum contato da viagem ... viagem que eu também havia feito não faz muito tempo.
Os papos sempre apimentados, foram sempre legais pois não era tratado como um ser qualquer, que tinha que ter um protocolo exageradamente formal ou rituais desnecessários. Era o que eu procurava ! uma rainha que soubesse separar as situações, que soubesse dar valor a aquele que se submetia que se permitisse ser esravizado.

Hoje, já são mais de 4,5 megas de conversa, 4.718.592 de letras enviadas e recebidas só pelo MSN sem contar os e-mails, skypes, orkuts, fetlifes, SMS.. isso é um livro dos grosso e no meio de tanta letra já rolou tanta coisa, que se eu começar a relacionar, vão chegar a mesma conclusão: É muita coisa pra pouco tempo e muita distância.

Mas já é o suficiente para saber os bons e mals momentos de minha rainha, saber que vou enviar uma musica e ela vai adorar, saber quando é de sua autoria ou não. (MOMENTO HUMILDADE) e olha que isso não é pra qualquer sub não, tem que ser bom pra isso !

Mas isso tudo porque ela se permitiu, não manteve-se distante nem vestiu mascaras como muitas rainhas que acham que subs são pedaços de carne que gemem e precisam ser amaciadas. E quem ganhou com isso ?! Ela ! Hoje, tenho muita confiança nela, que posso contar meus medos, minhas vontades, me permite ser super honesto com ela. E isso acaba gerando uma reação minha, de não deixar a balança pender, por isso tenho gosto de ajuda-la, de ouvir, de conversar. Me sinto bem retribuindo a sua bondade comigo, e mantendo o equilibrio de nossa balança. Melhor assim, melhor nossa balança do que cobrança.

Minha rainha que tem milhões de qualidades, mas a mais legal é que ela não se impõe em seus conhecimentos, ela é sempre aberta a idéias novas. Comentei um dia com ela sobre hipnose, e lá estava ela estudando e praticando com os amigos que nada tinham a ver com a historia toda (tadinho deles hehehe). Isso me admira muito, seu empenho e vontade de aprender para realizar aquelas que eram vontades de seu sub e agora também são claramente vontades dela. Novamente, fico me preocupando com a tal balança, que desta vez (por enquanto), eu não consigo equilibra-la. Mas acho que o principal é que ambos aprendemos, descobrimos e inventamos !

Por isso, espero que minha rainha esteja tendo um dia melhor que todos os outros, que esteja recebendo muitas boas vibes dos amigos, companheiros de trabalho e familia. Espero que neste dia especial para ela, ela aproveite da melhor forma.

E desejo a ela, nesta data querida, muita paz, amor e saúde para todo o sempre.

Beijus à seus pés.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Castigos a flor da pele

Quando estou home-alone, dificilmente apronto alguma. Algemas, grampos, cordas, nada me faz sentido, nada me salta aos olhos ou a mente capciosa deste que vos escreve.

Até que um e-mail de minha rainha contendo um castigo ou uma tarefinha deixa em evidencia todos os apetrechos e parece faze-los ganhar mais cor e poder, provando o sentido da palavra fetiche.

Suas ordens e castigos sempre me deixam curioso sobre o efeito delas, assim que começo a ler o e-mail, imagino a situação, e me desperta uma curiosidade corrosiva de experimentar as ordens que me foram desenhadas em alfabeto grego.

então inicio a articular a execução da tarefa, tentando conciliar os horarios, necessidades e recursos para que tudo saia perfeito.

Quando começo a executar, ligo o gravador mental. Tenho uma preocupação de relatar tudo fielmente a minha rainha mas... meu gravador tem um defeito, digamos que é uma visão humorada do que acontece. A ação por si, muitas vezes é excitante e gostosa, mas em certos casos, sempre tem algo acontecendo paralelamente, e quando estes paralelos se cruzam é que surgem as coisas engraçadas e é isso que eu fico gravando também, mas sem perder o foco.

Depois dos dedos chupados (não me entendam mal !!! é como se faz qdo não se quer perder nenhum pouco da boa comida que ficou nos dedos), vem meu segundo prazer...escrever ! novamente desenhar com os 26 simbolos de nosso alfabeto todas as sensações, emoções e paralelos que se cruzaram e ainda acrescentar uma dosezinha de humor que faz com que minha rainha sempre tenha um grande prazer em ler meus relatos, assim me sinto completo, por saber que lhe dou algum prazer mesmo distante e por fazer aqueles olhinhos verdes cederem um espacinho para as bochechas que insistem em mostrar um belo sorriso.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aos pés (do ouvido)

A ordem era clara. A venda estava na maçaneta do lado de fora da porta e eu deveria colocá-la antes mesmo de entrar no recinto onde tudo aconteceria. Droga! Como ela estaria? Estaria sozinha? Nua? Roupas de couro? Minha calça já armava uma tenda, adorando a surpresa que certamente me tiraria qualquer controle.

Controle... adoro não tê-lo!

Começamos andando pela casa. Minha rainha estava com um tom de voz sério, sereno e reto. Ela logo se pôs ao meu ouvido dando ordens.

- Fique calmo. Vai ser bom. Vais me provar que és meu escravo, que és capaz de muita coisa por mim.

Ah! Aquele tom de voz me arrepiava e fazia com que me entregasse às suas palavras. Era delicioso. Meu único receio é que ela dissesse "pule da janela", porque eu nem pensaria no que estava fazendo e me atiraria...

Já no caminho, como se minha rainha tivesse se transformado em polvo, as roupas iam saindo do meu corpo e ela continuava a me guiar com as mãos em meus ombros. Até suspeitei de alguém junto, mas não havia outros sinais: passos, respirações, movimentos, nada que me desse a idéia de outra pessoa conosco.

E se tivesse ?! Eu sempre me deixando levar pelos meus traumas passados; me centrei novamente, convenci meu consciente e subconsciente que não se preocupasse com isso. Afinal não estava com qualquer uma, era simplesmente minha dona, minha rainha... minha!

Perdi a noção do lugar. Acho que passeamos pela cozinha, quartos, banheiro ou eu havia errado de endereço! Será?!

Vupt! Um empurrão. Uma mão no meio de minhas costas me jogou pra frente. Gritei e tentei aparar o corpo com as mãos, mas já estavam amarradas nas costas. Aterrisei em solo macio, cheirando a Confort. Sorri! Foram milisegundos de adrenalina que entorpeceram até os dedos dos meus pés e me demonstraram novamente que não preciso me preocupar com nada. Minha rainha é perfeita!

Minha rainha se posicionou próxima ao meu ouvido e começou a me dizer que eu deveria me entregar a ela, que ela iria me preparando pra tudo que aconteceria, que iria ser dolorido, mas ela iria me ajudar a me superar, controlar minha dor e me fazer ter prazer.

Podia controlar tudo que minha rainha desejasse, menos controlar minha ereção ou o tesão. Antes que eu pudesse lhe dizer isso, ela falou que iria me amordaçar para garantir que não haveria como negar nada que iria me impor e também pra satisfazer meu gosto em ficar amordaçado.

Logo lá estava eu novamente no superlativo das emoções, ou melhor, da maneira que torna todas as emoções superlativas ou super-latentes ? Bem, mas estava bem amarradinho e equipado com venda e mordaça. E não poderia deixar de faltar um plug pra preencher meu rabinho. Muito lubrificante e lá estava eu acoplado ao dispositivo prazeroso!

Ela se afastou, jogou alguma coisa na cama e voltou a falar no meu ouvido. "Vai doer, você sabe, e eu sei que você gosta, mas não quero ouvir uma reclamação, só leves gemidos no máximo!"

Senti o primeiro prendedor grudando na pele. Era leve a sensação e, ainda mais aliviado pelas palavras da minha rainha que me guiavam pelo desfiladeiro dos sentidos, foram vários, colocados lado a lado no peito, entre os mamilos e depois na parte de trás do braço. A dor começou a ficar "interessante", a respiração ofegante, o coração batendo mais rápido e logo vieram os meus primeiros resmungos. Minha rainha novamente me centrou.

- Relaxa, Monstrinho, respira fundo... mais uma vez... bom menino! Assim que se faz uma rainha feliz.

A adrenalina dava os primeiro sinais. Era delicioso e minha rainha começou a discursar: "acho que você não percebeu nada de diferente, mas vai sentir outro tipo de dor. Não agora... já vai descobrir onde e isso é para você realizar outro sonho de sua rainha; o de de ver o pretinho básico todinho enterrado na sua bundinha".

Senti a primeira inflada. Alargou-me um pouco, mas ainda não senti nenhuma dor. Ficou mais gostoso ainda. Meu pau latejava. Era tudo muito bom, tudo fora do meu controle e sendo conduzido pela minha rainha que conseguia direcionar meus pensamentos e até as reações de meu corpo.

Mais prendedores, desta vez no saco. Não sentia nada, mas sabia que o tempo se encarregaria de fazer doer. Só percebi que minha rainha conseguiu cobri-lo inteiro de prendedores e ficou admirada com a "escultura de espinhos" que surgiu entre minhas pernas.

Ela parou. Deveria estar esperando alguma reação minha ou somente admirando, mas aproveitou o momento e me perguntou se estava gostando. Pediu para eu relaxar, aproveitar a sensação que era boa e que meu comportamento estava deixando-a muito feliz. Eu ficava imaginando a carinha da minha rainha parecendo que se divertia com um doce bem grande.

Mais uma inflada! Esta apertou. Chegou ao limiar da dor.

- Não tá doendo ainda, né? Se não está doendo, significa que não está fazendo efeito! Relaxa que vou apertar mais uma vez, bem devagar..

E agora começava a alargar e doer um pouco. Fiz cara de dor, gemi um pouco e ela soltou um riso.

- Achas que me enganas?!

E mais uma inflada que agora começava a me rachar no meio. Eu suava, o coração a milhão e a adrenalina a todo vapor. Que delicia! Começei a ter leves espasmos, arrepios que percorriam todo meu corpo e aquilo era o que mais deliciava minha rainha. Estava quase gozando sem ela ter tocado em mim, sem nem conseguir pensar direito em nada. Um misto muito louco de dor e prazer.

Meu saco agora doía demais. Comecei a espernear, ou melhor, a tentar sem sucesso. Senti que minha Rainha agora estava deitada ao meu lado.

- Não está doendo... esqueça a dor, relaxe... relaxe os braços, as pernas... respire fundo... Bom Monstrinho, eu sei que estás gostando, que estás querendo me agradecer por tudo isso!

Meu ânus já estava acostumando com o novo tamanho, mas ela sadicamente anunciou e deu mais uma inflada, lentamente, como se injetasse prazer em minhas veias.

Não tinha mais noção do tempo, da quantidade de prendedores no corpo, da largura que estava meu bumbum, se estava frio, se tinha sede, fome, se estava molhado, estava tudo misturado, tudo louco e tudo extremamente delicioso.

Os prendedores haviam acabado, ela anunciou, e eu fiquei ansioso, pois agora seria a hora de começar a tirá-los! Mas ela aproveitou o momento, passando a mão pelo meu corpo, deliciosamente, delicada e esbarrando "sem querer" nos prendedores, buscando tirar de mim alguns gemidos ou contorções do corpo em ebulição. Sempre que me agitava, novamente me colocava distante da dor com suas doces palavras ao pé do ouvido: "Relaxa, Monstrinho, a dor não é maior que o prazer"... E neste momento toda a dor se transformava em prazer, como mágica!

Já estava tão maluquinho, tão distante do mundo real, que tinha a sensação de ter tido vários orgasmos (e dos bons!). Os espasmos eram ainda maiores, o corpo suava as bicas e eu não conseguia lembrar meu nome ou onde eu estava. As palavras de minha Rainha não terminaram. Ela falava de sua felicidade em ver minha superação, que ela estava adorando ver meu sofrimento e eu agüentando muito bem; e o melhor: que eu teria minha recompensa.

Ela começou a retirar os prendedores, sempre me dizendo para relaxar, para aproveitar, para respirar fundo. Aquilo era muito bom, uma combinação perfeita da voz de minha rainha e prendedores sendo retirados - o alívio que vinha pouco a pouco. O pico da dor foi quando ela começou a retirar os do saco. Estes doeram muito. Foi o meu limite. Comecei a chorar um pouco e a parte sádica da minha Rainha, que até então eu desconhecia, se divertia com a cena.

Meu rabo ainda preenchido, mas agora eu estava com braços e pernas soltos. Tentei retirar a venda e minha Rainha não deixou. Me ordenou que permanecesse vendado e amordaçado (delicia !)

Relaxei, tremia, tinha espasmos, o corpo estava exausto, mas já conseguia retomar os sentidos e perceber que estava com muita sede, um pouco de fome e o suor gelava o corpo que começava a sentir o frio.

Ela pediu pra avisar quando estivesse pronto para minha recompensa, que seria ainda cansativa. A curiosidade e o desejo sempre me matam... Acenei com a cabeça e fiz um ok, demonstrando que estava pronto. Ganhei um elogio de minha Rainha, que foi logo me colocando de quatro.

Inflou mais um pouquinho e logo soltou todo o ar, retirando o plug inflável. Sentia minhas pregas soltas. Parecia que o buraco nunca mais ia se fechar. Ganhei mais alguns elogios pela valentia anal.

Um pouco de lubrificante e minha recompensa começou a ser enterrada na minha bunda. Tinha certeza, pela monstruosidade e testura, que era o tão assustador "pretinho basico". Foi maravilhoso! Exausto, de quatro, sendo comido pelo maior consolo de minha Rainha. Entrou inteirinho dentro de mim, com direito a estocadas fortes, contínuas, que me arrancavam deliciosos gemidos.

Puxou meus cabelos, bateu em minha bunda, me chamou de puta, fez tudo pra humilhar, pra me fazer sentir mais tesão e mais submisso a ela. E pouco depois começou a me masturbar. Em pouquíssimo tempo, muitos litros de porra sobre a cama.

Cai de lado, acabado, só com forças pra colocar a mão no cú e dizer "que rombo!!" E, desta vez, tive que dormir na casa dela por ser impossível colocar a mochila nas costas e rumar para casa. Novamente estava eu nos braços de minha Rainha e ela com seu sorriso divino.

(obrigado a minha rainha pela revisão e elogios)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O carimbador maluco


Ai está ! sou um sub devidamente registrado :)
simples demonstrações de carinho, são estas.
Sabes minha rainha que este registro está muito alem da internet, do papel. Esta no corpo, na alma, no cosmos.
Beijus a seus pés.

Como uma onda no mar

Ambos ficamos nus, roupas só atrapalham, e ela estava a vontade comigo, as imperfeições já ficaram para trás e aquilo trouxe sua sensualidade, feminilidade e beleza, assim como estava o dia, azul, belo, radiante e extremamente agradavel.

o filme plástico começou a envolver meu corpo, e logo senti os primeiros sinais de tesão em mim, um tesão parecido com o de descobrir novas paisagens com dunas e lagos que acaba impressionando a nós mesmos.

E o tesão, faz com que os sentidos sejam aguçados, o toque do filme plástico arrepiava. é um toque macio e forte, gostoso igual ao cheiro do mar de longe.

Era divertido, dar voltas e sentir cada vez mais o filme pressionando o corpo, um sorriso na cara de minha rainha que faz o clima ficar leve e solto, assim como dar voltas de carro filosofando sobre bdsm.

Começei a ficar bem preso e dai, tive que me jogar na cama pois não conseguia mais me mexer, igualmente a se aventurar a andar na areia da praia de tenis sem saber ao certo o caminho, acreditando no que minha rainha dizia que era possível e seguro.. mesmo de tenis.

Mesmo naquela tarde entre o frio e o fresco, o filme me aqueceu, podia ficar ali totalmente nú sem nenhuma roupa por muito tempo, aquecido como o sol na praia sem arvores por perto que esquenta gostoso.

Fui vendado, e confesso que é igualmente gostoso a fechar os olhos na praia e aproveitar os outros sentidos... o olfato, a audição que aguçam e fazem perceber coisas que de olhos não deixam.

E depois de totalmente imovel e vendado, minha rainha começou com um papo hipnotizante começou ao meu ouvido, que me fazia arrepiar, arrepios iguais as rajadas de vento frio em meio ao sol que vem de vez em quando do mar. Sim ! e faziam gelar a espinha de ecstase.

Aquilo não poderia terminar de outra forma, de corpos nus, o que era pra ser hipnotizante passou a ser estonteante. Este não dá pra comparar com um passeio a beira mar.

O prazer veio por caminhos nada discretos ou diretos, era certo, e quanto mais desgraçado fosse tal caminho, melhor o gozo, assim como caminhar nas pedras, sempre tem uma grande recompensa.

depois do gozo, por um tempo minha rainha ficou me olhando, trocando olhares e poucas palavras, eu observava-a feliz, relaxadisssimo, como olhar uma bela paisagem que sempre traz novos detalhes, como as ondas do mar.

Logo o filme foi rasgado, a roupa vestida e a mochila colocada nas costas, triste como deixar a bela paisagem do mar pra trás, mas esperançoso por saber que sempre estará lá.

terça-feira, 9 de junho de 2009

SSC

São, Seguro e Consensual é a máxima BDSMista, todos que curtem dominação, submissão, sadismo e masoquismo está sempre relembrando estas 3 letrinhas, e se apoiam nestas para não ter problemas. Mas, acho q isso deveria ser extendido a todas as práticas sexuais, principalmente as baunilhas. A maior prova da falta deste conceito mesmo numa relação "baunilha" é a foto abaixo, onde faltou Segurança, Sanidade e Consensualidade.

está escrito: tudo que papai queria era um boquete

Faltou a segurança porque não usaram camisinha
Faltou a consensualidade porque a mãe fez mais do que o papai queria, sem o seu consenso
Faltou a sanidade para por uma camiseta dessa no bebe, tirar uma foto e ainda colocar na internet !

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eunuco


Ela sabia que estaria viajando por uma semana, viajem de trabalho, daquelas que sempre se passa perdido, sem amigos e sem passatempos, onde as noites são sozinhas num quarto de hotel tentando descobrir que diabos o vizinho faz com tantos barulhos estranho.
E justamente por saber que eu iria viajar, ela despachou para mim um presente. Esperei ansioso pela chegada da caixinha amarela do correio que chegou no trabalho e logo tive que desviar os olhares dos curiosos e abrir sozinho.
Logo percebi peças de plastico, e uma cartinha que me dava as instruções. a carta começava dizendo que as instruções deveriam ser seguidas rigorosas e que esta seria uma prova de confiança entre nós.
No dia da viagem, Acordei bem cedo e tranquei meu precioso membro numa jaula plástica. foi dificil coloca-lo, pois a excitação estava tão grande que não conseguia murcha-lo para caber na jaulinha. Com um pouco de agua fria, foi facil fazer clack com o pequeno cadeadinho. Chaves ? não existia nenhuma na caixa. Tirei uma foto do bichinho enjaulado e mandei por e-mail para minha rainha. Estava tão excitado que não me dei conta da tarefa por inteiro pois só iria ver minha rainha no proximo final de semana e era segunda-feira.
Iria Passar a semana inteira trancado. Somente Agora que estava fechado e não tinha mais volta que caiu a ficha. Dificilmente passo o dia sem ter uma ereção, um momento pervertido, seja este conversando com minha rainha ou vendo algum post de blogs sado/fetichista.
Me preocupei com as malas, desci, sentei no carro e começei a dirigir em rumo a rodovia.
Duas horas sozinho, sem ninguem para passar o tempo, pensei em todas as pendencias que eu tinha e tentei arranjar motivos para ligar para alguem na esperança de fazer a viagem ser encurtada com alguma conversa.
No meio da serra, entre uma curva e outra, deixei meu cérebro viajar nos desejos, vontades e pirações sexuais. E logo me veio o primeiro desespero de alguns outros que se seguiriam na semana.
Comecei a ter uma ereção e a jaulinha foi preenchida por completa, lembrava-me daquelas cara amassadas contra um vidro, e via meu membro na mesma situação, sem espaço, começou a incomodar, uma leve dor.
Teria que me controlar, vigiar meus pensamentos e os websites que abria. Teria que ir contra a minha vontade e não pensar na minha rainha e me tornar um eunuco !
Aquilo era terrível para mim, um terror instaurado no meio de minhas pernas, minha masculinidade aprisionada. Não tentaria nem dar indiretas, nem olhar para os lados, não poderia fazer nada. Imaginava a vergonha de sair com uma mulher e ela descobrir minha situação. Inaceitável. Que loucura. Pensava em maneiras de burlar o sistema, será que muita vaselina ? Com gelo seria possível diminuir todo o conteudo (inclusive as bolas) a ponto de fugir da gaiolinha ? e depois iria conseguir colocar ?
Cheguei ao meu destino e me enfiei de cabeça no trabalho. Não abri msn, nem meu leitor de RSS, nem meu e-mail. Trabalho ! Trabalho ! Trabalho !
Iria trabalhar até a exaustão para não ter a possibilidade de passar um tempo com a cabeça vazia e correr o risco de ter outra ereção.
Entrei no quarto depois de jantar as 20h, era muito cedo! O que eu faria para derivar meus pensamentos ? TV ? Ótimo ! O dedo frenetico não parava de mudar de canal e só me dei conta quando meu celular tocou, era um SMS de minha rainha dizendo "Quer tc comigo ? estou online" Pensei em inventar uma desculpa, mas resolvi entrar na internet e dizer como estava, o que estava acontecendo e o inferno que eu estava passando.
Expliquei tudo, escrevi milhoes de linhas dizendo sobre minha frustação, meu desespero e ela respondeu. "tudo bem, você pode gozar... pela bunda !" Me fiz de louco, como ? como vou fazer isso ? e ela respondeu em duas palavras "Massagem Prostástica". e ela prosseguiu...Seja uma boa menina e goze pela bundinha, aprenda a ter esse prazer, quem sabe este será o único que poderá ter comigo ?
Agradeci frustrado, falei que iria tentar, e pedi para falarmos de outras coisas. Ela foi boa comigo, conversamos sobre musica, trabalho, fofocamos um pouco e nos despedimos.
Fui pro banheiro, tomei um banho meio gelado, e durmi, já estava cansado e preocupado com o resto da semana.
Trabalhei e novamente estava no quarto por volta das 20 ~ 21hs. Na TV nada interessante, então resolvi experimentar uma massagem. Pus o dedinho lá dentro, e comecei a massagear a prostata, estava bom, mas me dando uma ereção, deixei vir, mas não foi daquelas. Estava estranho no começo, não sabia como apertar, como mexer... sim, já tinha recebido antes de uma ex-rainha minha, mas eu não tinha me feito, muito menos como ultimo recurso para um orgasmo.
Estava confortável, lubrificado e com a sensação de gozo chegando, mas nada acontecia... até que uns 10 minutos depois, começou a vazar, acho q tinha pego o jeitão da coisa, foi bom ver o gozo saindo, mas não podia contrair o pinto pra fazer o jatão sair. E a sensação de quase gozo não avançava. Não ia conseguir ter um orgasmo, só um alivio. Fiquei triste, frustado... mas no fundo estava adorando a situação.
Na quinta-feira, cheguei a ligar pra minha rainha, faltava um dia pra ve-la, mas estava louco, subindo pelas paredes, implorando por um orgasmo, disse a ela que não estava mais gostando da brincadeira, não estava suportando, estava doendo muito (olha a manhã), ela riu muito e disse "que bom, que delicia, assim que eu te quero aqui comigo, acha que vou te liberar ? nem se existisse como eu te liberaria"
A sexta-feira de trabalho foi a pior, estava mal humorado, irritado e precisando sentir aquela sensação de descarrego que só um orgasmo pode proporcionar. Sai mais cedo e pé na estrada até a casa de minha rainha.
No trajeto, fui me acalmando, tranquilizando pois a tortura estava no fim, sem a obrigação do trabalho, pude curtir o tesão que me deixava louco.
Cheguei na casa dela, e ela estava com uma cara tão safada, alegre e ficou mais alegre quando pos a mão e sentiu a jaulinha. Ela se afastou e mostrou a chave, que estava em uma correntinha, pendurada no seu pescoço.
Ficamos mais a vontade e ela começou a me bolinar. E ela me fez a pior pergunta de todas "o que voce faria para eu te liberar desta jaulinha ?" respondi antes dela terminar "TUDO!".
Ela disse então que se eu quisesse ter um orgasmo, primeiro ela queria fazer uma massagem prostastica, ver como eu me comportava e me diminuir o meu gozo.
Estava topando tudo aquela altura do campeonato, E tentei aproveitar ao maximo, cada toque dela eu me arrepiava, cada vai e vem no meu bumbum era único, estava adorando e odiando aquilo, pois sabia que não gozaria.
depois da massagem, ela me amarrou os braços e pernas esticados na cama e começou a me excitar, se esfregar em mim, passar a lingua nas minhas bolas, beijos no pescoço, esfregar seu corpo no meu, eu tive uma ereção daquelas... mas o que mais me deixava louco era as palavras que ela falava. A forma como ela me dominava nas palavras. Me humilhando, me controlando, me levando nas núvens. falava que eu estava tendo o castigo que merecia, que aquele era seu desejo, que se eu prometesse ser um bom escravo, aquilo não ia me acontecer mais.
Ela me impos um desafio, um tanto dolorido. Me vendou e disse "se aguentar 10 minutos, será o melhor orgasmo da tua vida!" e começou a colocar prendedores no meu corpo, mamilos, braços, orelhas, coxas. não sabia quantos. Aquilo foi meu extase, perdi o rumo, os sentidos, doia muito, eu começei a tremer, a adrenalina fluia deliciosamente. parecia uma eternidade cada segundo, os prendedores não paravam de surgir na minha pele, e logo senti a jaulinha sendo retirada e a boca de minha rainha me tocando. Foi muita emoção pra pouco sub, os pregadores eram tirados, arrancados e ela me chupava lentamente, certamente observando meu tremor e retirando os prendedores. Gozei, gozei e gozei e os prendedores continuavam fugindo de meu corpo, e o orgasmo era prolongado, arrepiava inteiro, tremia, gemia e tinha delirios.
Certo que este foi o melhor orgasmo da minha vida, ela tinha me arrancado do corpo, atirado a lua e voltado numa viagem que ultrapassou todos os limites do tempo e da velocidade. Pareceu-me uma eternidade que se passou em segundos, mas que foram minutos do tempo real.
Solto, meu corpo inteiro formigava, sentia calafrios e me sentia extasiado aos braços de minha rainha que me olhava com um brilho nos olhos como uma criança.
O melhor do final de toda a história, foi que ela me perguntou se eu trouxera de volta a caixinha do correio como ela ordenará, e eu trouxe. Ela pegou a caixa, desmanchou ela e mostrou a chave reserva que tinha preso com fita adesiva em uma das laterais da caixa.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sonhos de uma noite de inverno

cheguei à casa de minha rainha e o clima estava maravilhoso como sempre, daqueles que sempre me faz ficar um pouco mais alem da hora. Entrei no seu quarto, e ela logo foi me passando as instruções. "Vou te preparar e deixa-lo abandonado por um bom tempo enquanto vou tomar banho, preparar a janta e jantar. Depois lhe darei alguma atenção. Quero que aproveite esse momento para reflexões bdsm.

Já sem roupas, fui amordaçado com uma fita adesiva na boca. Para que eu fique mais introspectivo, ela colocou um fone de ouvido em mim com o pretexto de como ela não tinha um tampão de ouvido e aquilo iria servir. Com uma bandagem elastica, começou a enfaixar a minha cabeça: "para garantir os olhos vendados e os fones de ouvido no lugar e melhorar a isolação acustica" como ela mesmo disse.

Eu já estava triste por ficar sem fazer nada, passando muito tempo paradinho, sem um mísero estímulo ! Que tristeza triste. Adoro passar longas horas amarrado, privado de meus sentidos.. mas estando soltinho ia ser muito chato. E sem nenhum estimulo ou brinquedinho ligado em mim ! ô tédio.
Mas, pouco tempo depois, senti uma mão me empurrando de lado abrindo minha bunda e inserindo um plug. logo em seguida, minhas pernas foram levantadas e minha rainha (eu acho) estava me colocando uma calcinha. Ainda pude ouvir bem distante "isso é pra vc se sentir melhor".

Alguns minutos se passaram, não sei quantos, mas foi bastante tempo, quando começou a soar em meus ouvidos uma musica calminha, agradável... provavelmente uma new age relaxante... Oba ! As coisas estão melhorando, pensei.

Quando estava embalado na musica, e agora tinha certeza que não ouviria nada do mundo externo pois o volume estava alto, mas na medida certa, o som diminuiu um pouquinho e começei a ouvir a voz da minha rainha !

"Ola meu sub" Que delicia ! a sensação de minha rainha falando ao meu ouvido, diretamente na minha cabeça. Será isso uma gravação ? será que minha rainha está agora com um microfone falando diretamente ao meu ouvido ? E a voz continuou sempre em bom volume e com uma musica de fundo.

Logo matei a charada. Erra uma sessão de relaxamento, mandava eu respirar, e relaxar os musculos todos. relaxei com gosto! sob a voz de minha rainha, agora estava tudo perfeito ! E depois de relaxado, a voz me orientava a desligar os braços e pernas, que eles não poderiam ser mexidos, que eu não conseguiria mexe-los.... e durante todo o tempo esta sugestão era repetida.

A voz me disse para sentir um cheiro de patchouli, que iria começar a sentir o cheiro e pouco a pouco ficaria mais intenso.. e logo tive a sensação do aroma em meu nariz, mas a coisa começou a ficar confusa mentalmente quando a voz pediu para eu sentir um lenço passando pela minha barriga e eu tive a nitida sensação do lenço passando. Não sabia se eu estava realmente em transe ou aquilo havia sido real.

As brincadeiras de toque e sensação se seguiram... depois do lenço, uma mão passando pelo peito, parando nos mamilos e apertando-o, depois senti a calcinha baixando um pouco.. tudo exatamente como o audio mandava eu imaginar.

A cabeça estava confusa, eu me sentia na maior hipnose de todas, e a voz ao meu ouvido, mandava agora eu imaginar coisas com o objetivo de ter uma ereção, ela me ordenava que eu tivesse uma ereção, e assim eu consegui (pelo menos sentia meu pinto duro).

Logo, o audio me dizia para imaginar uma boca se aproximando e abocanhando meu pinto e neste momento meu ecstase foi a milhão, queria sair do transe, da hipnose, no meu consiente pensei em não seguir o que o audio e fiz por instantes, queria fugir do transe e não conseguia, continuava as coisas acontecendo como o audio dizia.

Minha mente estava em pane, perdi a relação do que era real ou irreal.

Só sei que tudo acontecia precisamente, parecia ensaiado, ou estava pirado. Até a hora do gozo, quando a voz em meu ouvido me ordenou a gozar, aconteceu. Depois, a voz mandou-me voltar a calma e quietude, mandando eu relaxar, sentir-me relaxado e atendo. A sensação era maravilhosa, confusa e inebriante. Sabia também que minhas pernas e braços estavam lá, mas mesmo durante o gozo nada se mexeu.

Já mais relaxado, a voz voltava a dizer sobre alguma infelicidade de minha rainha, dizendo que ela só acreditava que eu poderia ser melhor se fosse punido. E novamente uma confusão mental ainda maior começou: mandou-me imaginar uma vara fina, cumprida, branca de algum material bastante flexivel.... um ótimo cane. E no mesmo ritmo da voz ao meu ouvido, na mesma intensidade comandada eu fazia me sentir os golpes na parte interna da coxa. Estes golpes começaram leves, encostando fracamente a pele e pouco a pouco foram evoluindo, mas não chegou ao ponto de marcar, somente leves ardidas que com certeza não deixariam nem a pele vermelha.

A sessão prosseguiu falando que eu sentiria uma mao me colocando de lado, e agora sim sentiria golpes intensos em minhas nadegas. a voz dizia os motivos pelos quais eu estava levando cada golpe, mandava que eu me contesse, aguentasse firmemente como um bom sub e que somente assim faria minha rainha feliz.

Doia por toda a minha alma cada golpe compassado, mas o corpo era inerte, era levado pelos comandos da minha rainha que ultrapassavam o normal. alem dos golpes a voz já anunciava que a dor permaneceria depois daquela sessão, que sentiria por bastante tempo o resultado do poder da voz da minha rainha por horas.

Após consolidar em minha mente a sensação de ardencia em meu traseiro, a voz me fez novamente relaxar... relaxar... relaxar... a voz foi me abandonando e voltando a musica que ouvia antes. A musica acabou, começou a próxima e só então minha rainha voltou a mim. retirou a bandagem, os apetrechos e me ofereceu janta.

Sim, ela estava banhada, cheirosa, e a janta estava pronta. no quarto nenhum indicio de incenso, gozo, ou o cane. tudo estava criteriosamente do mesmo jeito. Mas minha bunda ardia. e eu queria vê-la, mas não conseguia. passava a mão e parecia normal. Mas a ardencia estava ali.

O que eu gosto ?

Poxa, sempre sou pego em conversas sobre o que eu gosto, ou "quais as minhas preferencias" e sempre minhas respostas são diferentes, não são contraditórias, mas sempre variam. Se eu ver um filminho de inversão e alguem me perguntar no dia seguinte a primeira resposta será inversão. Mas, se eu passar por uma sessão de inversão e estiver com o satisfatometro cheio, "inversão" ficará em 2 ou 3. (inversão aqui é um exemplo, pois acontece com diversas práticas).

Bem, resumo que gosto de muita, mas muitas coisas, mesmo. A curiosidade é meu ponto fraco, gosto de experimentar de tudo um pouco (as vezes até queria ser mulher pra saber a diferenca de um orgasmo vaginal de um clitorial). Qualquer coisa que é novidade pra mim, vou querer provar/experimentar. Por outro lado, gosto de ensinar, e por isso, gosto de fazer o que já estou careca pelo fato de ensinar minha rainha.

Outro fator é o momento: no ápice da coisa, a gente acaba aceitando algumas coisas que não aceitaria em sã conciencia, um exemplo seria vc aceitaria vela na bunda. A principio imagino que deva ser terrivel, mas na hora, o ecstase é tão grande que acaba aceitando e gostando.

Mas o mais importante é a pessoa.. quem está no comando da coisa. Hoje, sei que minha rainha me conhece bem, sabe de meus hard-limits e tenho confiança que ela respeita eles. Com ela, aceito muito além do que gosto, pois sei que ela tem bom-senso (excelente-senso) e sabe bem a hora de parar.

Existem limites ? Claro, eles estão sempre presentes, mas não são rígidos e inflexiveis. Hoje, neste momento, tenho certeza de que nao quero nada que envolva sangue, escrementos, exibições em público ou eu tendo relações com outro homem.

minhas predileções... fora de ordem, pois a ordem se altera com o tempo:

bondage, inversão, feminilização, privação sensorial, massagem prostástica, plugs, estimulação elétrica, privação de orgasmos, mumificação, hipnose, latex, vinyl e couro, lingerie, mordaças e plugs infláveis, shibari, roupas/apetrechos que fazem pressão no corpo, brincadeiras de longa duração - passar bastante tempo amarrado/estacionado, dominação psicológica, dispositivo de castidade, spanking light/moderado

estas são as preferidas, mas até onde vou ? até onde eu aguento ? só minha rainha sabe.