segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Coleira Elétrica

Num passeio pelo petshop, minha rainha encontrou na sessão de coleiras uma muito diferente, que inclusive vinha em uma caixa e possuía a mensagem na caixa "baterias inclusas". Como poderia uma coleira uma coleira usar pilhas? Quando ficou sabendo da maravilha eletro/eletrônica, não teve dúvidas e logo levou uma para casa. Pegou a de menor tamanho possível, e ainda sim, chegando em casa teve que diminuir ainda um pouco mais o tamanho da coleira. Somente depois que ela pôs aquela coisa estranha prendendo meu pinto e saco, que ela passou-me as coordenadas:

- Isso é meu novo método de adestramento. Nós vamos sair, vamos a uma discoteca e voce deverá permanecer muito perto de mim, pois senão, vai levar um bom choque no seu pau.

E assim, ela jogou dentro do decote, no meio dos seios, um pequeno aparelhinho e disse:

- Afaste-se mais de 5 metros disso aqui e você vai ver.
Acreditei que aquilo era um blefe dela, não imaginava na possibilidade de existir uma coleira que dava choques ao se distanciar de outro equipamento. Pensei nos cachorros, pobrezinhos levando choques no pescoço e sem saber o porquê, imaginei tudo isso surreal e minha curiosidade queria testar o tal equipamento.

Terminei de me arrumar, e saímos. Cheguei à garagem, e pensei que aquela seria a minha tentativa de testar o equipamento. O carro ficava longe do elevador, então quando minha rainha sentou no banco, falei que tinha esquecido a carteira do motorista no apartamento e voltei em direção ao elevador. A cada passo, a respiração aumentava, sentia um frio subindo pela espinha, era como se eu caminhasse em direção a câmera de execução, mas ao mesmo tempo, algo me dizia que nada ia acontecer. Pisava devagar, como se algum passo meu ia acionar o detonador. E de repente, foi como se agulhas estivessem sendo enfiada no meu saco, uma dor que fez eu me contorcer, levando a mão até meu membro. Minha rainha, apoiada com os braços no teto do carro, ria da minha posição que parecia estar prestes a mijar nas minhas próprias calças.

Ela veio para perto de mim, e me deu o maior sermão:

- Achava que era brincadeira né?!?! Não quero te dar choque, trate de ficar próximo de mim, eu coloquei esta coleira ai, mas é justamente para que ela não tenha que entrar em funcionamento.

Voltei para o carro, pedi desculpas, e saímos sem trocar mais nenhuma palavra. Chegando ao estacionamento da discoteca, ela me deu um beijo gostoso, pegou no meu pau por cima da calça e disse: - não se distancie hein - Eu não ia mesmo, a amostra já tinha me sido suficiente para a noite.

Entramos, mas não pegamos mesa, ficamos próximo a banda que ia começar logo e não podia tirar os olhos de minha rainha, se ela resolvesse andar sem me avisar, eu estaria em maus lençóis.

Conversamos um pouco, e ela veio me pedir para buscar uma bebida para ela. Discutimos a distância até o bar, era impossível eu ir, tentei então negociar com ela para irmos até mais próximo do bar, quando percebi um garçom passando, me virei para pedir a ele, e quando virei, vi minha rainha de costas para mim andando em direção ao bar. Sai correndo, quase atropelando as pessoas, ainda olhei para trás e vi o garçom com cara de bobo tentando entender o que aconteceu.

Minha rainha parou no bar, e eu perguntei o que aconteceu, ela me respondeu dizendo que já que eu não tinha ido buscar a bebida ela resolveu vir buscar então.
Pedi desculpas, e tomei a frente de pedir no bar o drink que minha rainha desejava. Estava com um olho no garçom e outro em minha rainha enquanto aguardava o drink chegar.

Quando entreguei o drink, ela me disse para sair de perto dela, ela estava paquerando uma garota, e não queria que eu estivesse perto, então deveria manter distância e ficar atento para não perdê-la de vista.

Fiquei olhando de longe, tentando não dar bola, para não intimidar a garota que trocava olhares com minha rainha, e sem perdê-la de vista. Vi as duas se aproximando, e enquanto conversavam, reparava nas coisas ao redor, acabei me distraindo um pouco, e quando me dei conta, estava com minha mão por cima das calças tentando ajeitar a coleira, procurei por alguém me observando e vi algumas meninas rindo e olhando para mim. Tirei a mão, e virei para o outro lado, com uma vergonha imensa. Mas logo acabei voltando para ficar mais atento a minha rainha.

Pouco depois, vi minha rainha sendo deixada, e depois que a garota sumiu da minha vista eu fui até minha rainha e perguntei o que havia. Ela me disse que estava aguardando a outra garota voltar para elas irem para o banheiro experimentar uma à outra, ela queria sentir o gosto daquela menina e fazê-la gozar no banheiro.

Perguntei como eu ficaria nesta situação, ela me disse que contou para a garota, mas achava que ela não estava acreditando muito, na real, ela acreditou que eu era submisso a ela, que aceitava humilhações, mas não acreditou na história da coleira.

Então ela me disse que só me restou ir para dentro do banheiro masculino, que fazia divisa com o banheiro feminino, sentar num vaso e ficar lá até sentir o choque. Quando começar a sentir, deveria sair que minha rainha estaria esperando próximo da porta do banheiro.

Após os comprimentos, fomos os 3 para o banheiro. No meio do caminho, a garota discretamente e com a autorização da minha rainha, pegou no pau, apalpou e sentiu a coleirinha ao redor do saco e do pau, com uma parte mais saliente logo acima do pau. Depois que ela apertou, ela disse: - “Agora eu acredito em ti”.

Combinamos de pegar as cabines mais ao fundo do banheiro e entramos. A caminhada até o fundo do banheiro foi tenebrosa, não sabia se corria ou se andava mais lento, tentei um passo normal, e rezava (além de suar frio) para que não levasse um choque.

Observei para as pessoas ao redor, e acho q algo transparecia na minha cara, pois parecia que todos me observavam. Entrei na cabine, e comecei a rir, pois ninguém desconfiava do verdadeiro motivo do qual eu estava ali, todos deveriam estar pensando que eu estava prestes a cagar nas calças em um banheiro pra lá de imundo.

O cheiro estava forte, uma mistura de cigarro, mijo, merda e sabão que ardia no nariz. Fiquei pensando na vida por alguns momentos, depois observava os barulhos, até que alguém bateu na porta e me perguntou se estava tudo bem. Respondi que sim, que ia demorar um pouquinho, mas estava tudo bem.

Então, depois desta interrupção, comecei a pensar nas duas, minha rainha e a outra garotinha, que também era muito linda, se agarrando naquele banheiro, dando e recebendo prazer. Não me agüentei, e comecei a desabotoar a calça e bater uma punheta em homenagem às duas.

Deliciava-me com imagem da minha rainha abocanhando os seios da mocinha, enquanto enchia a mão fazendo carinho nela. Só não suportava a idéia da garota chupando minha rainha e fazendo-a gozar. Ciúmes de escravo.

Quando estava quase gozando, como não podia deixar de ser, senti o choque, sentindo as agulhas enfiando novamente no meu pau e uma ardência grande. Sai mais ainda com cara de quem estava passando mal do que quando entrei e as pessoas olhando estranhamente um doido saindo correndo.

Encontrei minha rainha já do lado de fora, meio descabelada e a garota tinha sumido. Mal me aproximei, ela pegou na minha nuca, me puxou para sua boca e me beijou bem gostoso, queria que eu sentisse o gosto da boca da garota.

Minha rainha sentiu que minhas calças estavam avolumadas, olhou-me com cara de safada e perguntou-me se estava fazendo alguma coisa de errado, só respondi que tentei, mas não consegui chegar ao finalmente. Ela sorriu e fomos para o bar pegar mais uma bebida e ouvi-la contar sobre o pega no banheiro.

Rimos bastante, pois a garota ficou assustada com a autoridade da minha rainha, mas que mesmo assim, ela deixou o número do telefone para combinarem de sair. Provavelmente ela não esperava por isso, mas deve ter gostado, e ela não podia esperar por nada convencional de uma rainha que traz seu escravo pra passear com uma bomba elétrica amarrada no pinto. A conversa foi passando e minha bexiga foi-se enchendo, até que não agüentei mais e pedi para minha rainha me acompanhar até o banheiro.

Ela riu e disse que estava aguardando por este momento. Eu teria que ir urinar com meu pinto eletrocutando, sentindo dor, para aprender a pensar antes de tomar líquidos, sendo que eu não poderia me distanciar. Ainda teria que ficar procurando-a depois de sair do banheiro, pois com certeza iria para outro lugar ao deixá-la.

Comecei a suar frio mais uma vez, perguntei se ela não queria ir ao banheiro feminino e eu aproveitaria para ir ao masculino, ela negou dizendo que não estava com vontade e demoraria um pouco para ter vontade. Imaginei a dor e disse que não conseguiria relaxar para fazer a urina sair. Implorei já começando a me contorcer, contraindo a uretra. Recebi um tapa no braço, e ela me ordenou a endireitar-me para não ficar parecendo um débil mental. Tentei, mas tinha a nítida sensação que iria mijar nas calças. Implorei dezenas de vezes, até que tive que apelar: - “Faço o que você desejar, se me emprestar o controle para eu ir ao banheiro”.

Ela me fez jurar que fazia qualquer coisa, eu confirmei e pedi desculpas pela minha idiotice e pela situação que eu estava fazendo-a passar. Então ela tirou o controle do bolso, me entregou e eu sai em disparada para o banheiro. Trombei em muita gente, quase derrubei a bandeja de um garçom, entrei no banheiro com o pinto pra fora, e comecei a mijar pouco antes de chegar no mictório e dois caras no banheiro já me xingaram, pedi desculpas e respirei aliviado que ninguém tinha visto a minha coleira.

Quando sai, um pouco distante da porta, mas olhando para ela, estava minha rainha, rindo, observando que eu conseguira chegar a tempo e não me molhar todo. Ela me abraçou, perguntou se estava tudo bem, pediu o controle, e fomos ver a banda tocar.

No intervalo de uma musica para outra, perguntei o que iria fazer comigo, já que tinha topado qualquer coisa em troca do controle. Ela riu, olhou para o baterista da banda, e mandou um beijo para ele, e ele retribuiu.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Intensidades

Despertei e senti a corda pressionando meu pulso contra o tornozelo, aquilo era sinal de que meus extremos estavam sendo atados para disponibilizar o meu íntimo.

Mas isso com todos os requintes de crueldade (adoro este termo!) de minha rainha. Deitado, de barriga para cima, ela brincou com meu rosto, passeou com os dedos pelos meus lábios, desceu pelo pescoço e parou nos meus mamilos. Apertou, arranhou, puxou e fez deles o que queria, parecia acreditar que eles eram feitos de massa de modelar e qualquer hora iriam ganhar o formato que lhes impunha. A mim só restava gemer abafado para não gerar mais desejo nela. Desceu pela barriga arranhando e dando beliscões até passear por cima da calcinha que eu usava e até encontrar meu pau duro e meu saco mole. As suas unhas percorriam todo o comprimento rígido como se quisesse arrancar a capa e eu cheguei a acreditar que conseguiria. Depois foram apertões querendo que todo o sangue da região voltasse ao corpo, combinado com algumas torções que me tiravam ainda mais gemidos.

O saco foi judiado mas só com puxões e leves pressões que me renderam alguns urros de dor e prazer, pois eram combinados com outros toques dela pelo meu corpo.

Não sei se por vontade dela, por esquecimento, ou premeditação, mas me deixou sem vendas desta vez, Estava de olho em tudo que minha Rainha fazia e nas suas expressões e tive certeza que ela iria me dar, naquele momento, o direito a um orgasmo. Vi sua cabeça pender poucos centímetros em direção ao meu falo e logo voltar para trás como se tivesse voltado ao foco de suas atividades.

Olhou-me então nos olhos e disse: - hoje não, hoje pra ti será só frustração – Fiquei mais louco ainda, pois iria ver extremos muito deliciosos; ela sorriu vendo minha cara de satisfação.

Depois que largou meu membro mais duro que qualquer pedaço de titânio, me colocou de lado e passou a mão pela minha bunda, socou a calcinha inteira no meu rego e puxou, esfregando e apertando as bolas. Mais um empurrão e eu estava com a cara no lençol e a bunda pro ar.

E a partir daí senti o peso das mãos da minha rainha em minha bunda. Apanhei muito, em um ritmo lento, contínuo e dolorido. Ela não pedia para eu contar, mas mentalmente contei mais de 30. Minha bunda ardia e eu suava horrores.

Só consegui respirar aliviado quando ela parou e logo levantou-se da cama. Achei que iria sossegar, me frustar mais um pouco, mas o que senti foi o cane batendo na parte traseira da coxa. Foram os cinco golpes mais ardidos da noite. Gritei implorando para ela pegar leve. Enquanto me recuperava, respirando fundo e imaginando como seria meus próximos dias de trabalho, ela passou a mão pela minha nuca, soprou e esperou por alguns minutos. Eu já soluçava querendo chorar de tanta dor, mas meu membro continuava rígido, pois toda dor era transformada em tesão, como se endorfinas fossem afrodisíacas.

Depois de pouco tempo, o silêncio foi quebrado pelo meu susto da cera quente nas costas. Sentia a cera escorrer em direção ao pescoço, querendo que ela não chegasse até a nuca. A vela derretia rapidamente e não me deixava pensar em alívio, até o momento que minha rainha combinou as gotas com um carinho em meu pau e minhas bolas que era demais! Que ainda eram feitos com luvas de látex e que já anunciavam o próximo passo dela...

A vela parou de pingar e foi somente o tempo de colocá-la na mesinha ao lado para começar a sentir um dedo, dois dedos, três dedos me invadindo. Ela agora queria tocar minha próstata e massageava com calma e a paciência de quem sabe o que estava fazendo.

Adoro esta situação, exposto, subjugado, tocado e drenado. A sensação é muito gostosa; é mais intensa que uma punheta, mas que nunca chegará aos finalmentes. Com a outra mão, ela ordenhava lentamente, puxando o líquido viscoso da base para a ponta e me deixando ainda mais louco. Me contraía, apertava os seus dedos e ela me elogiava:

- Isso, ajuda a tua rainha! Põe essa meleca toda para fora!

E foi isso mesmo que aconteceu. Logo comecei a sentir a coisa escorrendo e saiu muita porra. Não sabia de onde vinha tudo aquilo, mas tinha certeza que era fruto das situações anteriores.

Relaxei todo o corpo quando senti os dedos saindo de mim e minha rainha me elogiando pela colaboração, quantidade e facilidade de extrair aquilo tudo de mim.

Tombei para o lado com um empurrão dela, que também fez me desconectar analmente do seus dedos. Caí morto de cansaço, pedindo um tempo para descansar e ela começou a me desatar, com carinho, beijinhos e elogios pela minha valentia e servidão.

Fiquei deitado ao lado dela, esperando todas as minhas energias voltarem e apreciando a minha rainha, a pele, o toque, o cheiro.... o cheiro... acho que foi ele que me entorpeceu, entrou pelas narinas e foi diretamente ao hipotálamo, como num golpe de tesão, comecei a beijar o ombro dela, que me olhou com um brilhinho nos olhos dizendo “SIM”. Subi bejando até o pescoço, esfregando levemente a barba cerrada e lhe fazendo arrepiar. No seu primeiro suspiro-gemido ela assinou o meu tesão que me libertava da situação de escravo e passava ao papel de homem viril com toda a volúpia. Beijava-a com vontade, procurando despertar ainda mais prazer aquele corpo, queria vê-la gemendo alto, subindo pelas paredes e pedindo para come-la.

Desci pelo corpo, me demorei pouco em seus seios ouriçados e fui até seu sexo, ainda pouco úmido. Apertei com vontade suas nádegas e cai de boca chupando e lambendo sem piedade, sem medos e sem dedos. Suas mãos, tentavam me agarrar, tentavam-se cravar nas minhas costas, mas eu não me importava, queria vê-la implorando por um orgasmo.

Ela, que não queira agora ser a dominadora da cena, queria ser somente a minha fêmea no cio e permaneceu deitada para eu me divertir. E como me diverti, subindo novamente beijando o corpo já todo arrepiado, transpirando excitação. Cravei de forma firme e calma todo meu tesão dentro dela. Eu estava “vazio”, então sabia que podia investir que não seria tão logo que iria gozar. E assim o fiz, mordia o pescoço, apertava seus seios e sentia suas unhas cravando em minhas costas.

Não passávamos de homem e mulher a procura de prazer; nada de dominadora e submisso, nada de papéis. Éramos nossa essência, nossas vontades e desejos. Queríamos o melhor orgasmo do mundo, queríamos todos em uma única explosão e anunciávamos isso gemendo, urrando de prazer e selvageria.

E o orgasmo veio tão intenso quanto nosso sexo. Senti os dedos dos pés arderem na hora e só tive o cuidado de virar a cabeça pro outro lado para não gritar na orelha de minha rainha. Senti ela se contraindo inteira, gemendo de forma a não deixar dúvidas que estava tendo um dos melhores orgasmos.

De tão intenso, não tive forças de sair de cima dela, só agradeci ao ar condicionado que estava ligado e começava a nos refrescar.

* Obrigado a LadyVulgata, minha rainha, pela revisão

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

22 prendedores

Chegar em casa e vê-la deitada no sofá, pés pro alto é sempre bom. E como sempre o olhar é de menina peralta que já aprontou alguma e ainda tem mais para aprontar.

Sentei ao lado do seu corpo, também estava cansado do caminho e precisava de 2 minutos para me recompor.

Quando sentei, senti o perfume gostoso que exalava do corpo dela, minha rainha ela que não tirava os brilhos dos olhos me deu um beijo tão delicioso, passando a mão pelo meu cabelo, pelas costas, que já comecei a sentir a calça encolhendo. Um beijo calmo, de boas vindas, mas cheio de intenções.

Precisamos um pouco de ar, estava quente, então começamos a conversar sobre as besteiras cotidianas, ela ficava olhando para seus pés que agora escorregava pelo sofá e quase tocava o chão. Não tive outro pensamento!

Sentei no chão, tirei meus sapatos, e comecei a beijar aqueles pés, comecei devagarzinho, sentindo o cheirinho bom e fazendo uma massagenzinha. apertei por um bom tempo, enquanto continuávamos nosso papo que só foi interrompido quando dei o primeiro chupão no dedão do pé. Minha rainha fechou os olhos e esqueceu-se do mundo. Eu agora estava também com minha boca ocupada, então, só me restava arrancar-lhe gemidos.

Tratei dedinho por dedinho, chupando, e lambendo, principalmente entre os dedos, depois foram os dedos em grupos de 2 depois grupos de 3 até chega a colocar todos na boca e tentar engolir aquele pezinho todo. Sempre alternando com algumas mordiscadinhas, fui tratando aqueles pezinhos como pedras preciosas. Tomando sempre o cuidado para não deixá-los babados para não esfriar, e cedendo meu tórax como apoio para o pezinho que descansava.

Minha rainha se ajeitou no sofá, ficando mais sentada, e me ordenando deitar no chão. a partir dai, não era mais eu que controlava os carinhos, agora ela que esfregava os pés pelo meu corpo, esfregava na minha cara e no meu peito. Chegou a enganchar na calça, tentando tirá-la e eu entendi o recado e abri a calça e desci junto com a cueca até metade da coxa. Ela pisou bastante, pressionou contra meu pinto, que fez ele ficar mais duro que qualquer coisa. Começou então a bater uma punheta com os pés, mas já foi logo dizendo que gozar hoje seria somente para merecedor.

Ela então se levantou do sofá e foi para o quarto e me ordenou que fosse até o quarto de quatro e deixando as minhas roupas pelo caminho. Chegando no quarto, ela deu dois tapinhas na cama, e mandou me deitar de barriga pra cima. Pegou a calcinha que estava próxima e com certeza usada e me mandou abrir a boca, colocou-a de forma carinhosa e empurrando com o dedinho para garantir que nada ficaria para fora e depois, lacrou totalmente a boca com fita adesiva. Ela só olhou e me disse:

- Não quero ouvir você sofrendo hoje, não quero ficar com dó de ti.

Eu até ali estava curtindo muito tudo aquilo, até que ela começou a amarrar meus pés bem esticados e distantes um do outro, e tão logo, ela passou a mão no meu saco, fazendo um carinho que já me transmitiu por pensamento o que se seguiria.

Ela me mostrou uma venda e eu logo acenei que sim com um leve sorriso, assim seria melhor, sem saber qual seria o tamanho do sofrimento ou quanto ainda faltaria para acabar.

Meu pau latejava, envolvido por tantos preparativos, e pelo carinho com que minha rainha tinha comigo e com toda a cena. Ela como sempre, sua voz calma, serena e direta foi me dando as instruções:

- Fique calmo, relaxe, e vamos ver até aonde você vai agüentar.

Respirei fundo e fiquei esperando. Veio o primeiro prendedor no saco. Dor? Nenhuma, só a perninha do prendedor tocando a minha coxa e as mãos delicadas de minha rainha manuseando meu membro.

Então veio o segundo, terceiro, quarto, quinto prendedor. Agora começava a incomodar, e mesmo assim, minha rainha não deixava meu animo cair, e alternava com uma masturbação lenta, mas deliciosa.

Acabei perdendo a conta de quantos foram pois a dor começou a aumentar e ficar mais gostoso ainda com a masturbação que minha rainha fazia agora em um ritmo maior. Ouvi ela dizendo que agora não tinha mais espaço no saco, então iria colocar em outros lugares, mas que eu não teria mais o toque bom da sua mão.

Foi então que alguns prendedores começaram a ser colocados no pinto, e agora, só sentia a minha rainha esfregar o dedo da não na ponta do pinto.

A dor estava muito grande, mas a voz dela me fazia ter mais controle e conseguir curtir a dor sem entrar em desespero. Respirava fundo e tentava transmitir meus pensamentos para que ela retirasse logo os prendedores. Minha cara não deveria ser das melhores e o suor começava a brotar no rosto.

Permaneci assim, respirando, me acalmando conforme o comando da voz da minha rainha, tentando fazer com que a dor desaparecesse, mas logo que ela percebeu minha tranqüilidade, prendeu mais um prendedor em cada mamilo. Achei que ia começar a chorar, pensei até em me livrar da mordaça e implorar para ela parar e acho que de alguma forma ela leu meus pensamentos e disse sarcasticamente:

- Pronto! Agora eu parei. Tá vendo? Não to fazendo mais nada

Safada, não estava fazendo mais nada para piorar, mas também não estava fazendo nada para me aliviar. E ali continuou falando tranquilamente para eu me acalmar, e suportar a dor, que aquela superação deixava minha rainha ainda mais feliz, que saber que eu agüento muito bem a dor era prazeroso pra ela. Assim, a dor se transformava em tesão, em vontade de trepar com minha rainha até meu pinto virar tachinha.

Ainda pra provar o seu tesão, esfregou em meu rosto e no meu nariz um pouco do que lhe escorria pela perna.

Quando ela se deu por satisfeita, acho que pelo menos 5 minutos passados, ela começou a retirar os prendedores. Foram primeiro os do pinto, que já estava totalmente murcho e depois os dos mamilos. A cada prendedor um espasmo de dor, um gemido e os pulsos cerrados.

Entre uma tirada e outra, sua mão me masturbava, me deixando mais maluco ainda. Os prendedores foram se indo e minha vontade de gozar ia vindo, mas ela percebia quando estava próxima e parava. Aproveitava e torcia o prendedor, me fazendo urrar de dor.

Mas quando restava dois ou três prendedores, ela não parou, me masturbou sem pressa, mas também sem parar e me deu um orgasmo intenso, delirante e que durou muito tempo e que aconteceu enquanto os últimos prendedores foram tirados.

Fui desamarrado, mas não tinha mais força para me mexer, tremia de tanta adrenalina no corpo e agora via o imenso sorriso de minha rainha de me ver naquele estado.

E só então quando eu olho para o lado, já conseguindo enxergar direito, que eu pude saber que foram 22 prendedores.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

de monstrinho para cachorrinho

O Castigo
Well, Monstrinho, só pra não perder o costume e para que te lembres que és meu cachorrinho, pegue o tal potinho que serve para beber água e leve para o local onde for fazer teu exercício de prazer.

Precisará do potinho, do plug, de alguns pedaços de corda e dos prendedores (aqueles que vc comprou e eu ainda não vi...).

Antes de começar, assegure-se de ficar pelo menos três horas sem fazer xixi. Encha o potinho de água, coloque no chão. Pegue o plug e coloque confortavelmente no seu rabinho de vadia depois pegue as cordas de forma a amarrar sua bunda e suas bolas trançando tudo, entendeu? O nó final deverá ficar na linha da cintura nas costas. Com calma, coloque pelo menos seis prendedores no saco. Nesta hora é melhor que não esteja com o meu delicioso armado, a fim de facilitar a colocação dos prendedores. Porém, se for inevitável pensar nos meus lábios percorrendo teu pau, só lamento...kkkkkkkkkkkkkkkk

Assim que estiver todo amarradinho, preso e deliciosamente plugado, abaixe-se como o MEU cãozinho de estimação e beba a água. Não pode fazer xixi! Intercale os golinhos com manipulações (punhetas). Quando estiver com bastante vontade de fazer xixi, termine a punhera pensando em mim. Segure o gozo até o limite, como se eu estivesse te privando. Na hora de gozar, quero que o faça no potinho e depois me descreva como foi a experiência.



O Relato
Acordei animado, com meu membro animado, triste... era tesão de mijo. fiquei ainda me esfregando devagarinho na cama, já doido pra gozar, mas levantei e fui cumprir minha missão.

Arranquei a roupa e fui me agarrando ao plugzinhu, lambi ele pra dar uma lubrificada, agachei e foi... delicia... tudo bem que ele não é grosso, mas a base dele me faz ter a sensação de que algo maior quer entrar. Principalmente quando aperto o cú e ele quer entrar ainda mais.

Peguei as cordinhas e começei a passar. Fiz com calma, prendendo bem.. me cansei, mas meu pinto não ... ele continuava duro como uma pedra, babando e doido pra gozar. Quando terminei, ainda de pé, começei a me masturbar e, do jeito que ficou preso, quando eu puxava o pinto, as cordas puxavam lá atrás e o plug era enterrado ainda mais. Isso foi muito bom, não queria parar e gozar. Aproveitei o momento para algumas fotos.

Fui então até a cozinha e peguei os prendedores de roupa e a vazilha com água, não lembrei na hora dos prendedorzinhos e achei que os grandes iam ser mais bacanas. Andar era até confortável, cheguei a pensar em colocar uma roupa e passear assim, mas acho que a ereção não iria me permitir.

Comecei colocando os prendedores, o saco ficou apertadinho, com pouco espaço, mas consegui colocar os seis. Tentei me masturbar mais um pouco, mas agora era dolorido; as puxadas agora também judiavam o saco.

Olhei pra água, não acreditando que eu iria bebê-la lá. Queria gozar já, mas ainda não estava sentindo tanta dor. Vi ainda alguns prendedores na mesa, os olhinhos brilharam e lá fui eu colocar um em cada mamilo.

Dor e prazer.. que mistura deliciosa! Uma punhetada agora tinha potência de 10! Iria gozar a qualquer momento. Então pequei a máquina fotográfica para respirar um pouco. Mais umas fotinhas e lá fui eu pro chão.

Fiquei brincando na água, tentando descobrir melhores maneiras de tomar a água, se língua grande ou língua pequena, se rápido ou lento. Agora eu admiro ainda mais os cachorros pela sua capacidade de tomar água desta forma. ehehehe

Parei um pouquinho, me masturbei um pouco ainda de quatro, bem devagarinho, só com pensamentos em minha Rainha. E depois voltei pra água mais um pouquinho.. estava com sede mesmo consegui beber mais um tanto.

Voltei a me masturbar bem devagarinho, os prendedores estavam doendo bastante agora e eu pensando estar ouvindo a voz mansa e direta da minha Rainha mandando eu controlar meu orgasmo, mandando eu aguentar a dor ainda mais... seria maravilhoso aguentar sofrer muito mais dor e ter espamos de adrenalina.

Ajoelhei com as pernas abertas, posicionei o potinho perto e começei a arrancar os prendedores. No terceiro prendedor eu gozei muito, muito mesmo... voou dentro e fora do potinho. No êrxtase do orgasmo tirei os dois prendedores dos mamilos que me renderam um gemido de dor e alívio...

...e curti o gozo, a sensação boa....

Depois que passou a boa sensação é que fui retirar os outros três prendedores do saco. E nesta hora eu sofri com a dor. Doeu muito. Não deveria ter gozado antes do último!

Mas daí, descansando, fui desamarrando as cordas... deu mais trabalho que pra amarrar. Acho que pra amarrar eu tava mais tesudo, com vontade de fazer algo bonito para minha Rainha ver e ter orgulho de mim.

E só então fui ao banheiro urinar, tirar o plug e tomar um banho... e eu todo molinho, relaxado...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Virgem de farmácia

Já não se tinha o que inventar!
Depois de a Ângela Bismarchi ter feito a cirurgia para reconstruir o hímen, descubro que ela poderia ter sofrido menos. beeemm menos ! Que tal comprar um hímen na farmácia?

Sim! Já é possível! Para quem sonha em ter uma segunda primeira vez com o mais novo príncipe encantado da sua vida. Os chineses (tinha que ser!) criaram um hímen artificial. O tão sonhado é feito de um plástico maleável, não tóxico e sem efeitos colaterais. Além do hímen, o produto causa uma contração do canal vaginal que da a sensação de "apertadinha", como se nada havia explorado tal intimidade. E Na hora da penetração o produtinho da farmácia até imita o sangramento típico do rompimento do hímen.

Sorte das mulheres cuja religião obriga as mulheres a casarem virgens.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A quatro de quatro no quarto - pt 2/2


[...continuando]

Vi tudo acontecer! Minha Rainha demonstrava como amarrar de forma segura sem prender a circulação e sem causar câimbras, quando e aonde bater, aonde não bater, qual intensidade seria suficiente, etc. Pegaram uns prendedores e brincaram no saco dele. O cara agüentava tudo forte e alegremente, o que só despertava elogios de minha Rainha.

Quando foram brincar de inversão, tamparam os olhos dele. Ver Áquila com aquele caralho pendurado era muito belo, um contraste bacana de feminilidade e virilidade com tons de roxo, preto e pele branca. Áquila percebeu que eu não tirava os olhos e veio pessoalmente até mim:

- Gostou, né putinha? Quer me ver comer a bundinha dele?

Respondi balançando a cabeça em sinal de positivo e disse que seria uma honra, mas ela brincou:

- Você pode ver, mas terá o seu castigo por isso, por ficar me secando e vendo o que faço, desrespietando a ordem da tua dona. Quer mesmo ver ou prefere que eu coloque uma venda em ti?

Não pensei no castigo e comecei a balançar a cabeça confirmando minha vontade de continuar vendo. Não queria ver ele, queria vê-la e imaginar ela me comendo, enquanto eu chupava minha Rainha. Mas já sabia que não seria hoje meu dia de sorte!

Altieres é um home de sorte! Pensei comigo por dois segundos... e completei: eu é que tenho muito mais!

Comecei a refletir que eu sou o maior sortudo do mundo por poder presenciar a minha Rainha ensinando. Ela é minha domme e exímia na arte, nas técnicas e nas boas práticas. Tenho orgulho de carregar sua coleira porque ela poderia ter qualquer um. Sei que há fila de capachos implorando por uma chance dela. Isso me enche de orgulho todos os dias, me dando forças pra superar os momentos difíceis, a saudade e a nossa distância física. Lady Vulgata não é uma dommezinha iniciante; é experiente e com ela eu me entrego, pois não corro risco algum.

Estiquei um riso de monalisa no rosto quando já estavam todos deitados, relaxando da exaustão causada pelo vai-e-vem.

Minha Rainha me soltou, permitindo me recuperar da imobilização com ela na banheira. Enquanto os outros dois descansavam na cama, deixei meu uniformezinho e entrei na banheira. Dei banho nEla, fiz uma massagem e ainda lhe proporcionei um orgasmo. Fiz com muito carinho, feliz por não ter sido má comigo ou me deixado em situação (muito) constrangedora. Comecei devagarzinho, beijando seus joelhos, passando a língua por dentro da coxa, beijando e dando mordidinhas até que cheguei à sua buceta. Lambi, suguei, passeei com a língua por tudo e só parei quando minha Rainha virava os olhinhos e tinha espasmos.

Relaxamos mais um pouco e quando eu ameacei sair da piscina, Ela disse que eu deveria voltar a vestir meu uniforme de sissy, pois iria para casa com ela por baixo da roupa de menininho. Quando voltamos ao quarto, Áquila estava desamarrando seu escravo da cadeira. Rimos discretamente e percebemos que a aluna era dedicada demais. Havia aprendido muito bem a lição, colocando em prática e abusando do seu escravo.

- Tá vendo Lady! Nem precisei te chamar, consegui amarrar muito bem. Não é Alti?

- Sim, ela me deixou bem preso. Safada, ficou me torturando, me beliscando, dando tapas e me masturbando.

Minha Rainha elogiou ambos e eu complementei dizendo que a partir de agora as coisas seriam bem diferentes, bem mais gostosas e intensas.

Não tinha noção de nada, de quanto tempo fazia que estávamos ali. O relógio era o último item do mundo que eu queria ver, mas meu estômago dava sinais de fome e, pela falta de entusiasmo e excesso de tranqüilidade que pairava no ar, achei que estávamos indo embora.

- Vamos? - disse Áquila, me encarando seriamente. Respondi:

- Sim, vamos embora?

- Não tolo, não se lembra do combinado? Agora é hora do teu castigo! Vai ter que ser punido pelo direito de me ver com meu escravo.

- Eh, er, han, hum... tá. (Me saiu assim, forçado, receioso e incalto).

- Venha para a cama; vamos te amarrar!

Olhei para minha Rainha, arregalei os olhos como se implorasse sua intervenção e ela sentada, majestosa e imponente, sem mover um músculo.

Meu corpo se negava a mexer, a caminhar em direção ao que eu julgaria como a mais dolorida surra. Até que minha Rainha me apunhalou:

- Vai! Foi tua escolha.

Imediatamente me arrastei até a cama, sendo informado que era para ficar de quatro. Então as duas começaram a me preparar. Venda, depois as cordas mantendo meus pulsos presos e minhas pernas distantes uma da outra. Esperei pela mordaça, mas não tive esse prazer.

- Vamos, Monstrinho, achas que já sabes tudo? Que porque é meu sub oficial podes fazer o que quer e não há mais nada a aprender? Pois quem vai aprender agora é você! Vai aprender a me obedecer, a me respeitar e a ser putinha DE VERDADE.

(TENSÃO NO AR)

- Vai ter que convencer o Altieres a comer essa tua bunda feia e peluda.

Doeu no fundo da alma ouvir isso de minha rainha. Queria gritar a nossa safeword, fazer tudo aquilo parar e ir pra casa. Mas não tínhamos uma safeword. Éramos compreensivos e atentos um ao outro, por isso nunca elegemos ou pensamos em safeword. Mas tentei:

- Não, minha Rainha. Não quero e nem vou fazer isso.

- Minha Putinha - ela passou a mão pelo meu rosto, num carinho doce e perverso -, vais somente convencê-lo... dar uma boa cantada nele, entendeu? Ele não vai querer te comer porque és muito imprestável. Se te saíres bem, teu castigo será amenizado; se te saíres mal, te castigaremos até o teu limite. Seja bem vadia. Quero ver todo teu potencial de convencimento!

(pensei por um instante, me auto-convencendo)

-Tá bom! Vamos tentar.

Respirei fundo, me concentrei e comecei:

- Alti? Vem aqui, vem me pegar, meu cuzinho tá piscando, louco pra sentir esse seu caralho aqui dentro. Vem encher de porra meu buraquinho, vem?

Ele respondeu:

- Não, és feia demais. Não quero essa bunda magrela.

- Ai Alti, que ignorância! Vem aqui que eu te mostro que delícia que é meu cuzinho. Eu rebolo gostoso, do jeito que minha Rainha me ensinou. Vem! Quero sentir sua pegada forte, quero te dar prazer, te fazer gozar gostoso. Vem Alti, tô todinha à sua disposição.

Ouvi uns risinhos abafados das duas e depois de segundos Alti respondeu, provavelmente orientado pelas duas:

- Tenta mais um pouco vai, tá começando a melhorar...

- Tá bom Alti, você vai pra casa sem experimentar essa? Pode ir pra casa mais relaxado, mais aliviado ainda; venha rapaz, venha me ensinar como é ser puta na cama, põe logo uma camisinha e vem, sem dó, arromba minha bunda! Vem que você não vai se arrepender...

- Tá! Então vou te comer de verdade! Permite Lady?

E para o meu desespero, Ela respondeu:

- Vá em frente! É todo seu, já que “ela” está com tanta vontade assim, foi tão convincente né? Come a bundinha dela sem dó.

Implorei para minha Rainha, pela primeira vez a xinguei dos mais baixos nomes, falei que ia na policia, que iria processá-la, que iria arrancar todo o dinheiro dela... Me debati, chorei, implorei. Mas só recebi uns tapas na minha bunda e um consolo:

- Cala a boca e agüenta. É igualzinho ao meu, só que este goza e é quente.

Esperei uns segundos até o FDP colocar uma camisinha e vir pra minha traseira. Gelei quando senti o dedo dele passando lubrificante. Continuava implorando para minha Rainha, que então me colocou uma mordaça pra eu ficar quieto. Só tive tempo de pedir para ir com calma.

Ouvi a risada dele de deboche. Agora calado, eu só tinha pensamentos que estava sendo estuprado, corrompido, humilhado ao extremo. Não queria sentir nada, queria me desligar de meu corpo e passar a ser um pedaço de carne.

Entrou tudo! E quando ele foi pegar em minhas ancas, achei que sua mão era pequena demais.

Me desmanchei de prazer quando senti a unha grande de Áquila percorrendo minhas costas. Não era ele! Era ela! Tive mais certeza, quando ela deitou-se sobre mim, pude sentir os seios e seus cabelos escorrendo pelas minhas costas.

Respirei aliviado e pouco a pouco meu corpo foi re-ligando. Voltei a sentir prazer, comecei a rebolar e a gemer. Agora sim eu conseguiria ser puta, vadia, sem vergonha do mais baixo nível.

Meu pinto deu sinais de vida e minha Rainha foi se posicionando para me chupar. Foi o meu único gozo daquela noite. Mas não poderia ter sido melhor.

Minha Rainha é mesmo maravilhosa. Além de permitir que eu tivesse um gozo magnífico melhor do que eu sonhava, ainda me disciplina de um jeito todo dela, carinhoso e certeiro, sempre colocando o prazer em primeiro lugar.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A quatro de quatro no quarto - pt 1/2

Já havia chegado na casa da minha Rainha há algum tempo... Ela me serviu um vinho. Hoje eu queria estar mais soltinho, ou melhor, precisava estar mais soltinho. Enquanto o tanino azulava meus dentes, conversávamos sobre o que a noite prometia.

As instruções que eram me passadas não tinham o mesmo gosto do vinho, pois algumas idéias de minha Rainha me azedavam o paladar, como se o vinho virasse vinagre.

- Meu querido, hoje tu serás meu objeto de ensino. Áquila e Altieres querem aprender muito sobre dominação e submissão. Então quero que seja exemplo. Quero que mostre o quão submisso e disposto tu és. Terei que dominar o Altieres para entender como ele reage a determinadas situações e para ensinar a Áquila como dominá-lo. E tu sabes muito bem que ela não tocará em ti; eu não deixarei e nem ela tem vontade. Agora, tu e Altieres... Já é outra história.

- Por favor, minha Rainha. Sabes que tenho pavor de viadagem, não quero ser comido nem comer nenhum ser peludo e desprovido de seios.

- Vou pensar no seu caso! - Respondeu alargando os lábios e apertando os olhos em um sorriso mesquinho.

Tão logo encerramos nosso papo, o celular dEla tocou. Peguei a bolsa com os apetrechos de minha Rainha e descemos. Nossos alunos estavam nos esperando em frente ao prédio.

Ainda não tinha conversado com o casal que recebia tantos elogios da minha Rainha. Há algum tempo lia e ouvia Ela dizer que era um belo casal, um submisso nato e uma dominadora adormecida. Eu, desde o começo da história, já sentia uma apatia pelo guri.

Entramos no carro e o cheiro do banco de couro inundou meus pensamentos, me ouriçando. Como é duro ser fetichista! Cumprimentei Áquila com um beijo no rosto e quando cumprimentei o Altieres, além do choque que deu ao pegar em sua mão, seus olhos demonstravam um misto curioso de ciúmes e medo.

No carro, a conversa começou xoxa, falando do tempo, do trânsito da cidade... aquele típico papo que rola quando não temos o que falar ou enquanto a cabeça processa um bom assunto a ser falado. Ninguém comentou para onde estávamos indo, mas todos já sabiam o nosso destino.

Minha Rainha, não perdeu muito tempo e começou a descrever o que estava pensando em fazer e como iria ajudar a moça a se tornar a melhor rainha da cidade, depois dEla, é claro.

- Meninos, hoje vocês vão obedecer a nós duas! Se Áquila ou eu mandarmos, seja o que for, vão obedecer. Será a prova de confiança e entrega de vocês e o teste de fibra dela. Hoje ela vai aprender a ser má de uma forma não tão óbvia como as cartilhas de BDSM pregam. Então, não tentem rejeitar nossas ordens, pois a punição será dolorida de verdade.

Engoli seco. Hoje não teria coragem de desafiar minha Rainha. Tinha medo da inexperiência de Áquila, que poderia me machucar além do suportável. Enquanto eu cozinhava meu medo e me preparava psicologicamente, as duas tricotavam idéias sacanas sobre castigos. Eu tentei interagir na conversa, mas recebi um "fique quieto" de minha Rainha. Dos castigos, a conversa escorregou para falar de plugs e então minha rainha me pergunta:

- Queres? - Eu perdido, iniciei um sorriso, mas ao ver os olhos do Altieres me fitando pelo retrovisor, neguei dizendo que preferia esperar chegar ao motel.

- Ah, Monstrinho, não seja tímido. Se estivesse sozinho comigo já teria me implorado para colocar um caralhão na tua bunda.

Droga, que humilhação! Não esperava por essa. Só me restou concordar. Abaixei as calças e fiquei meio de quatro no banco. Minha rainha tirou o plugzinho menor, passou um pouquinho de lubrificante e pôs como sempre, de forma carinhosa e delicada. Inconscientemente e instantaneamente e meu pinto ficou duro. Ela ainda me humilha mais um pouquinho:

- Olhe Áquila, veja como ele gosta! Isso que é um bom Monstrinho.

Minha Rainha me põe sentado em seu colo e começa a me masturbar bem lentamente. Sentia em seus olhos a vontade de me abocanhar, mas ela preferiu somente me deixar mais tenso com a situação, me excitando sem me deixar gozar.

O papo então se virou para mim, minha Rainha me torturando com as verdades

- Monstrinho, hoje terás que cuidar da cena, ser cooperativo, ajudar a todos, pôr camisinhas, tirá-las, limpar as sujeiras e servir de cobaia para eu demonstrar algumas coisas para Áquila. Talvez eu deixe você mostrar seus dotes com cordas amarrando ele.

Droga! Porque não põe o infeliz que não sabe patavina nenhuma para aprender a limpar e pôr camisinhas? Sempre achei que tinha que começar de baixo para ser alguém na vida, mesmo que seja um sub, mas estava acontecendo o contrário!!! Eu com toda a minha experiência seria o castigado da história. Quando minha Rainha me contou sobre eles, imaginei-me sendo dominado por duas dommes e servindo para ensinar outra domme...

Me corroía por dentro, mas me permitia aceitar e até aproveitar a idéia toda por conta de minha Lady; Ela era meu real motivo de estar ali, de aceitar tudo incondicionalmente... Só não a história de dar ou comer o outro macho!

Ao chegar ao motel, minha Rainha me deixou ao lado da cama, com a bolsa de brinquedos e disse para eu me arrumar.

Enquanto eu me despia e colocava o uniforme de empregadinha, o guri já recebeu sua coleira e foi de quatro até a piscina. Os três se divertiam e eu só ouvi os risos e o barulho da mijada que o garoto estava levando.

Coloquei as meias, a cinta-liga, a calcinha socada e ainda me mantive com o plug. Pus a saia, a blusinha semitransparente e prendi os cabelos metade para cada lado, fazendo duas chuquinhas... parecendo uma menininha. Coloquei minha coleira e sentei no canto da cama. Sentia-me tímido, com vontade de ficar no cantinho quieto e só observar. Mas aproveitei o tempo para me concentrar e me tornar a sissy da minha querida Rainha.

Voltaram para o quarto as duas e, pelo barulho, Altieres tomava um banho. Dei um sorriso e minha Rainha elogiou-me pela arrumação, não só do meu figurino, mas de toda a cena. Havia passado algumas cordas por baixo do colchão e já tinha organizado todos os brinquedos da minha rainha na mesinha próxima. Ela aproveitou para elevar a minha moral sissy, falando que eu deveria agora ser uma boa mocinha e também falar, responder e agir como tal.

Minha Rainha percebeu que eu olhava demais para Áquila e foi logo me ordenando:

- Vire-se! Fique de costas!

Virei e senti sua mão atingindo minha bunda:

- Seu safado, ordinário! Pare de olhar a mulher dos outros! Não quero você olhando pra ela desse jeito! Se quiser, olhe pro outro!

Foram 5 golpes intensos e extremamente doloridos.

Fiquei então de costas e ouvi os comentários de minha Rainha.

- Áquila, se ele te encarar ou ficar te olhando de novo, me avise ou, se eu estiver ocupada, senta a mão na cara desse safado!

Nos momentos que seguiram, minha Rainha pegou as cordas, ajeitou-as e começou a demonstrar como amarrar as pernas juntas, os braços pra trás e depois, me prendeu na poltrona, de modo que eu ficasse inclinado para frente, com a bunda exposta e incapacitado de rejeitar qualquer açoite nela.

Ainda me humilhando um pouco mais, minha Rainha ameaçou dar minha bunda pro Altieres comer, afirmando que eu só seria uma verdadeira sissy se sentisse o meu cu se enchendo de porra.

Recebi uns tapas bem ardidos, uns beliscões bem gostosos e fui largado para que elas pudessem brincar com o tal aprendiz.

[continua...]

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Castigo No País Das Maravilhas

O castigo:

Já que sumiste, vou te dar uma pequena "tarefa" por e-mail, aproveitando tua onda de tesão.

Pelo que me lembro, tens um vibradorzinho, certo? Então, quero que vá ao banheiro com ele, os prendedores de mamilos que vc comprou (os de escritório) e uma fita / cordão ou algo que dê pra amarrar suas bolas. Porém, não será apenas uma ida ao banheiro. Serão várias. De manhã você vai escolher uma hora mais folgadinha, vai deixar seus testículos bem presos em lacinhos bonitos, colocar pelo menos quatro prendedores nos mamilos e o tal brinquedinho, claro, no cu!

Quero que bata um punheta bem caprichada pra mim, sentindo a vibração no rabinho de puta que só você tem. Mas sem gozar. Quando estiver pronto pra gozar, segure e volte ao trabalho. De tarde, quero que faça o mesmo mais duas vezes, mas essas podem ser mais rápidas. E de noite, complete a masturbação como se estivesse me comendo e daí eu deixo você gozar.

Lembre-se: bolas amarradas desde de manhã, ok? Os prendedores você pode tirar a colocar novamente. Assim aumenta a dor e a excitação.



O relato:

Demorei pra cumprir meu castigo. Andava desanimado e sem tesão, tudo isso por conta do trabalho. Este mês estou fazendo o trabalho de 2, o que me gera uma carga pra lá de excessiva e exaustiva. Vários dias eu fui pra cama com o notebook e quando a cabeça batia no monitor eu o colocava no criado mudo e dormia. Acordava lá pelas 6, 7 horas, puxava no notebook e trabalhava mais um pouco, enquanto não dava a hora do primeiro compromisso do dia.

Na segunda, eu conversei com minha rainha, olhei na minha agenda e decidi realizá-lo no dia seguinte. Muito louco como nossa cabeça tem a capacidade de mudar as coisas. Nossa conversa foi sobre slut-play ou brincar de puta. Fiquei muitíssimo ouriçado com a idéia. E como se abrisse uma caixinha e liberasse todo os instintos, lá estava eu com tesão a mil, querendo ser a puta de minha rainha.

Puta ? Isso teve sempre pra mim foi assimilado como uma mulher dominadora. OK ! a puta esta lá pra atender aos gostos de seu cliente. Mas se é de sua índole não beijar na boca, não dar o cú ou não deixar gozar na boca, não vai ter cliente que vai convencê-la do contrário. Mas ainda esquecendo este detalhe, ela é sempre uma mulher de atitude, muito certa das coisas, esperta e provocativa. Falo isso do conceito que tenho criado em minha cabeça e não por experiência, pois acredite, eu nunca sai com puta.

Passei a segunda com todo o tesão, mas sem por uma gota de porra pra fora, a noite, eu com meus mil e um trabalhos, fui durmir e só pensei nos últimos instantes antes de fechar os olhos sobre o meu castigo e sobre slutplay.

Acordei, e para ter certeza de que não falharia em nada, li novamente o e-mail com as instruções e fui atrás dos apetrechos.

Resolvi então que para prender as bolas, eu usaria uma fita adesiva larga. Colei o saco deixando as bolas bem altas, quase me tornando um castrado. Fiz isso me lembrando de uma seqüência de fotos japonesas onde o cara ensinava a transformar o pinto e as bolas em uma perereca, http://blog.innerpendejo.net/2008/04/operacion-casera-de-cambio-de-sexo-bricolaje-quirurgico-para-pasar-de-hombre-a-mujer.html

Ficou inicialmente confortável, daria pra passa o dia assim.

Peguei o vibrador de bolinha, pus uma camisinha nele, um pouco de lubrificante no bumbum e coloquei-o lá dentro. Na hora meu pinto ficou duro. Liguei o vibrador no médio, terminei de ajeitar pra ficar bem gostoso e peguei os mini-prendedores e pus dois em cada mamilo. Os bixinhos doem pra caramba! Mas estava tão bom que tive que me masturbar muito lentamente, só com as pontas dos dedos pra não acabar com a brincadeira nem ter que parar tão logo. Estava tão boa que ainda dei uma apertada e torcida nos prendedores só pra sentir um pouquinho mais de dor (e tesão).

Na cabeça, tinha o passado, as cenas das cenas que fiz com minha rainha, tentando recuperar do passado as boas sensações que minha rainha proporcionava, as situações que passei e os prazeres que proporcionei a minha rainha.. muitas já relatadas aqui, neste blog.

Cheguei ao ponto, de quase gozar, queria tanto ir adiante, gozar e ir trabalhar aliviado, leve e tranqüilo, mas não seria desta vez. Parei, relaxei, respirei bem fundo, e como se tivesse brochado, ou desligado a chavezinha do tesão, tirei os prendedores, ajeitei o pinto duro na cueca, coloquei o controle no bolso (já com o vibrador desligado) e fui me arrumar para trabalhar.

Sai de casa e ficava a cada 5 minutos me observando pra ver se não dava pra ver o fiozinho do vibrador saindo da calça e entrando no bolso.

No ônibus indo pro trabalho já não me agüentei e liguei o vibrador no mínimo. Fui os 40 minutos curtindo um “toque” bem gostosinho e pensando no tal slutplay.

Acho q conforme eu ia pensando, o ônibus balançando e o vibrador pulsando, eu ia me sentindo mais “aputanhado”. Imaginando como deveria ser o meu comportamento de sissy slut. Acho que por alguns instantes, se alguém me perguntasse a hora, eu ia responder como uma puta (não sei como exatamente seria, mas passa milhões de idéias pela minha cabeça).

O dia prosseguiu bem até eu receber uma mensagem de minha rainha, passou um frio pela espinha, como se ela estivesse atrás de mim me encostando e falando as mesmas palavras no meu ouvido.

Na segunda etapa, bloqueie minha estação de trabalho, peguei os prendedores e fui pro banheiro. Já estava cansado com o trabalho e precisava de um pouco de descanso e ar fresco. Geralmente nesta hora eu desço pra tomar um cafezinho, mas hoje ia ser mais divertido, mas menos relaxante.

Ao beliscar os mamilos com o prendedor, descobri que eles já estavam bem doloridinhos. Procurei colocá-los em posição diferente, para não apertar o mesmo lugar, mas sentia que a dor era maior. Mas não ultrapassava o limite que deixa de gerar tesão e causa desconforto. Liguei o brinquedinho no máximo e comecei a me masturbar.

Alguém entrou no banheiro, parei tudo! Desliguei o vibradorzinho e fiquei aguardando a pessoa sair. Fiquei com receio de a pessoa perceber alguma coisa, pois têm uns pentelhos no meu trabalho que se percebessem algo estranho, com certeza iriam olhar por cima da porta e ver uma cena muito constrangedora.

Re-começei todo o trabalho, quase que já abandonando os prendedores, mas foi ficando cada vez melhor, cada vez menos doído e mais prazeroso.

Até que o segundo entrou no banheiro. Droga! Que merda! Mesmo sem ver a figura, acabei amaldiçoando ele e as suas 5 gerações. Novamente parado, com os mamilos doendo pacas, tive que ficar só numa mísera, lenta e pouco produtiva punheta. Até o mijão ir embora.

Mal a porta fechou, já estava novamente empenhado e ritmado para conseguir chegar ao meu orgasmo frustrado. Agora consegui ir até quase gozar, mas novamente tenso, por não poder gozar. Ao tirar os prendedores dos mamilos, quase gemi de dor. Estavam bem doloridos. Deliciosamente doloridos.

Depois, de volta a minha mesa de trabalho, comecei a ler meus feeds BDSM e descobri que estava num tesão danado, foi difícil a partir daí conseguir me concentrar no trabalho e na conversa com as pessoas.

Resolvi tentar não pensar em nada com conotações eróticas, pornográficas, sexuais ou BDSM. Mas, minha rainha ficou online, e assim como eu, ela também estava com os hormônios a flor da pele e não podia fazer nada por conta de seus trabalhos mediúnicos. Derivamos a conversa para trabalho, família, saúde .. e tentamos deixar para conversar certas coisas outra hora.

Quando ia embora, cumpri a penúltima etapa, a ultima seria completa! Fui para o banheiro, tentei por os prendedores, mas não consegui deixá-los lá. Doía pacas. Preferi só com os dedos apertar e mexer pra provocar uma dorzinha menor e gostosa. Não precisou de muita coisa para novamente estar no limiar do gozo. As bolas também doíam, a fita adesiva estava puxando os pelos e causando uma vermelhidão em alguns lugares. Resolvi tirá-la. Mas o que eu não pensei foi na dificuldade de tirá-la deixando os pelos no lugar. Me lembrei de um dito popular “Existem dois tipos de esparadrapo: O que não gruda e o que não sai” e este era do tipo 2 extra-super-plus. Idiota! Fui besta em usar a fita adesiva por cima dos pelos, agora sofria com a dor e paciência para tirar tudo com o mínimo impacto.

Sai do banheiro triste, meio suado e com o saco dolorido pela falta de gozo e pelos pêlos arrancados. Estava com os ombros duros e tensos, e tudo isso acabou me deixando de mal humor. Só fui perceber isso quando estava embarcando no ônibus e uma pessoa me bloqueava a passagem.

Cheguei em casa, joguei a mochila no quarto e fui pro banheiro. Não agüentava mais. Arranquei a roupa, entrei debaixo do chuveiro, e parti para o ato final! Minha rainha me pediu para pensar nela, mas isso era intrínseco, não tinha como fazer sem pensar nela, sem pensar em todos os acontecimentos do dia, em todas as vezes que eu fui ao banheiro me masturbar, nas frustrações, nas missões que eram feitas em nome da minha rainha. Não me importava muito com ou o que aconteceria, como faria, o quanto doía, o que me importava é cumprir, pensar e registrar todas as sensações para escrever este relato, que este é o que realmente dará prazer à minha rainha, que satisfará ela fazendo sabendo que cumpri o castigo como sua vontade e como ela havia arquitetado.

Mas agora era o meu momento de prazer, de acabar com toda a aflição do dia, de ter uma noite relaxadão. E assim foi, um gozo imenso, acho que meio copo de porra que me causou até dores de tão forte que saiu.

Lavava o corpo e a alma, com o sentimento de missão cumprida. E a porra descia pelo ralo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Corsets


Definição
Existe uma confusão entre Corset, Espartilho, Corselet E Corpete. Vamos tentar definir da seguinte forma: Todas as peças são similares, tentam dar cortorno à cintura e elevar o busto, mas com algumas diferenças:

Corset - Também pode ser chamado de espartilho que é tradução para português, ele é mais estruturado, do que um corselet e um corpete, é confecionado com varias camadas de tecido, geralmente estes não são peças intimas. Dentre estas, a opção mais cara pois o consumo de materiais e mão de obra é maior pois são peças feitas para aguentar uma boa pressão e sustentação.

Espartilhos - Em lojas de lingerie podemos encontrar peças que são chamadas de espartilho, mas na verdade apenas foram inpiradas nos espartilhos antigos, bem diferentes do que deveria ser um espartilho de verdade, estes só possuem a função de adorno e fetiche.

Corselet - Se fores a França e pedir um corselet, irão lhe entregar uma armadura, um tanto quanto parecida com o corset, mas provavelmente feita de metal.

Corpete – São blusinhas com barbatanas geralmente de plastico, podem ser confeccionados em tecido elástico ou não, não sendo necessario o uso de forro, são fechadas por zíper ou ilhós como o cosert.

História
O Corset surgiu como uma necessidade médica nos anos de 1830, acreditava-se que a mulher era muito frágil e precisava de assistencia para manter-se ereta e em boa postura. As primeiras peças usavam uma lona pesada e osso de baleia ou ferro como barbatanas. Considerava-se que as mulheres tinham o corpo e a mente fraca, por isso o espartilho foi considerado moralmente e clinicamente necessário. Chegou-se a comparar que uma mulher "solta" sem seu espartilho era um sinal de mulher solta na sociedade.

Uma mulher tinha que usar várias peças de roupa, com várias camadas e todas muito bem apertadas para que nenhum homem pudesse se aproveitar de sua fragilidade, pois tirar a roupa de uma mulher seria uma tarefa difícil e demorada. O corset também foi usado para esconder as forma das mulheres, eram corsets que cobria desde o busto até o quadril e apertados ao ponto de esconder a presença do busto e do quadril de forma a não despertar a lascívia que era abominada pela igreja.

O Corset acabou se transformando de um instrumento médico em uma peça que modelava o corpo das mulheres, elevando o busto e diminuindo a cintura. E a partir dai, surgiu uma grande batalha contra a fita métrica tentando reduzir o máximo possível a cintura. E provavelmente os maiores culpados eram os homens que incentivavam e adoravam as pequenas cinturas.

Na epóca em que o corset passou a ser visto como "objeto estético", houveram diversos problemas pois os corsets ficaram mais e mais apertados, com relatos de mulheres que tiveram costelas quebradas na hora de prender o corset e também relatavam os constantes mal-estar e desmaios causados pelo apertado acessório que não permitida grandes suspiros. Com o tempo, as jovens moças realmente se tornaram frágeis e não mais conseguiam ficar sentadas ou em pé por longos períodos sem o auxilio da peça. O longo periodo de uso também acabava por deslocar os orgãos internos, tornando impossivel para a mulher dar longos suspiros mesmo sem a peça. A era Victoriana, foi o ápice do corset, devido aos longos períodos de uso e ao tamanho aperto.

Houve uma época em que ninguem falava de corsets, mas recentemente a peça tem voltado à ser utilizada. Agora com muito mais tecnologia, leveza, criatividade e a mesma pressão de antigamente. Muitos tecidos diferentes tem sido utilizados, com cortes modernos, sensuais e fetichistas.

Seja por sua capacidade de modificar o corpo, restringir e disciplinar, seja somente pela atração estética que provoca, o corset permanecerá sempre vivo, senão na moda, ao menos na fantasia de seus admiradores.

Tipo de Corset
Existem diversos tipos de corset, pois o corset desde sua invenção teve seus traços modificados e cada tipo traz no nome a época na qual era mais utilizado. Seja Barroco, Valentino, Vitoriana ou Elizabetano todos tem suas particularidades e belezas, uns mais baixos, outros mais pontiagudos e todos muito belos. Mesmo independente do modelo, existem 4 tipos caracteristicos:

* Underbust - sob o busto
* Overbust - sobre o busto
* Midbust - meio do busto
* Waist cincher - cinta de cintura.

Fetiches
Muitas mensagens subliminares existem por traz de uma pessoa usando um corset. Para alguns não passa de uma peça de roupa apertada e muito antiga, mas para outros tem outros significados.

A iniciar pelo material que é feito um corset. Algumas pessoas se deliciam pelo toque e textura do material pelo qual o corset é feito e até o cheiro do material tem seus efeitos eróticos em um fetichista. Um corset bem feito de couro poderá ser um excelente exemplo. O toque robusto do couro, com suas costuras grossas e rigidas e com o cheiro único e caracteristico pode ser bastante excitante para alguns. O Latex é outro material utilizado recentemente que tem ganhado muitos adeptos e também possui uma textura bastante interessante. Apesar do Couro e Latex ser os mais exóticos, com certeza ainda existe os que prefiram o toque de uma malha engomada.

Acredito também que até as cordinhas do corset tenham também algum efeito fetichista, para aqueles que gostam de estar presos e amarrados, as amarras do corset representam o corpo atado. As cordas são a marca de um corset, tanto que existem os chamados skin/piercing corset que são agulhas ou piercing dispostos em duas colunas com uma fita trançando-os de forma a parecer as amarras do corset, mas este tipo de corset só tem mesmo a idéia decorativa, sem restrição dos movimentos.

O que também fascina em muitos fetichistas é a pressao do corset. A pressão de um corset bem amarrado sob o corpo é admirado por muitos e com certeza se bem administrado para não causar ferimentos e interromper a circulação sanguinea, pode ser muito bom, alem de auxiliar a disfarçar uma barriguinha e por os seios apontando pra lua :)

Alguns que gostam de breath play (também conhecido como sufocamento erótico) já tiveram alguns pensamentos lendo sobre a dificuldade de respirar usando um corset. e este pode ser outra origem fetichista do corset. Estar bem preso para não conseguir respirar bem e quem sabe sofrer alguns desmaios ?!?!

A coluna se torna "engessada" com o corset, e com isso restringindo algums movimentos e dificultando tarefas. Ai entra os "bondagers" aqueles que gostam de bondage e amarrações. O Corset traz uma boa postura e disciplinar um escravo à ter uma boa postura usando um corset pode ser uma idéia muito interessante pois força a pessoa a realizar agachamentos e movimentações das maneiras mais corretas segundo os fisioterapeutas.

Alem de todos estes fetiches, ainda sim, não podemos deixar de esquecer da silueta, que realmente é divina e molda o corpo de violão com a mesma rigidez do instrumento.

O Tigh Lacing é uma técnica de uso constante e prolongado do corset com o objetivo de reduzir medidas e ganhar contornos. É uma técnica que exige força de vontade pois é preciso passar entre 16 à 24 horas/dia presa ao corset. Com o tempo, as costelas inferiores (costelas flutuantes) começam a se modificar e os orgãos internos também. Se feito com critério e sem exageros, não ocasionará danos à saúde. E vagarosamente, a mulher ganhará uma cintura mais afinada mesmo sem o corset.

Neck Corset é uma variante do corset de cintura para o pescoço. Uma peça menor, que confunde-se com um colar, mas na nuca, temos as tais cordinhas para apertar o corset. Os modelos de neck corset podem servir também para restringir o movimento do pescoço e até da mandibula, impossibilitando de falar alguma coisa. Algumas vezes este acessório é confundido com um colar de postural ou um colar cervical, mas a diferença, volta a ser as cordinhas.


Cuidados
No uso do corset, temos que ter alguns cuidados que ajudarão a garantir a saúde e segurança.

Não utilize por períodos longos corsets de materiais impermeável, a pele precisa respirar e manter-se seca para não permitir a formação de fungos e bactérias.

Ele deve ser apertado mas nunca desconfortável.

Não utilize um corset que não seja feito para suas medidas, isso pode causar além de uma aparencia "deformada", pode trazer um acumulo de gordura nas partes livre de pressão, criando uma barriguinha indesejável.

As primeiras vezes, não se deixe levar pelos fetiches e amarre-o frouxo, e conforme for acostumando vá aumentando a pressão. Geralmente o incomodo do uso do corset só aparece depois de alguns minutos de uso, e pode se agravar com o passar do tempo.

Pensar em dormir com corset só depois de estar muito bem acostumado.. o que deve acontecer depois de dezenas de vezes de uso, e mesmo assim, deixa-lo sempre mais frouxo e confortável.

O uso do corset por longos períodos ou uso muito apertado está proibido para pessoas diabéticas, com problemas respiratórios, problemas de coluna e outros.

Esteja sempre atento durante o uso se a circulação está fluindo normalmente e nenhuma parte do corpo, principalmente inferior, não está dormente ou sem sensibilidade.

Em caso de dúvidas, procure um médico, peça para ele exames e avaliações afim de verificar se tudo está OK para uso do corset.

Conclusões
Se você se interessou, procure a Dita de Alice, eles poderão fazer o corset dos seus sonhos. Com qualidade e medidas que você precisa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O caso do substantivo e do artigo

Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras da UFPE que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa"
Mas o nome da aluna, o mais importante, não veio, e fucei na Internet, e achei o mesmo conto em outros lugares e sempre sem o crédito. Mas buenas, reproduzo mesmo assim então, e se por acaso a aluna de Letras da UFPE ver aqui o texto entre em contato!!! Vamos colocar seu nome no texto pois está muito bom mesmo, parabéns!

"
O caso do substantivo e do artigo

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro:

- Ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O castigo nosso de cada dia

O Castigo
De: Rainha
Para: Monstrinho
Assunto: Castigo do Dia

Logo que vc saiu do skype uma idéia incendiou minha mente e melou minha calcinha. Resultado: eu mudei de idéia sobre o castigo. Lembrei do quão prazeroso foi te ver amarrado sozinho por fotos e assim gostaria de ver pela cam (quero fazê-la funcionar ainda hoje em casa para testar). Mas o que isso tem a ver com o castigo? Bingo! Quero que repita a amarração e a use durante o dia, incluindo a calcinha. Amanhã, creio, não terás visto essa ordem e tens uma reunião. Mas segunda será um boa dia...

A cada três horas (preste atenção e obedeça com rigor e pontualidade), quero que vá ao banheiro e bata uma punheta pra mim. Porém, não quero que goze. Quero que faça até o limite de prazer e segure o esperma. Quando vc ligar a cam pra mim, daí sim eu te autorizo a gozar na hora que me for mais conveniente...

Vamos ver quanto controle tens sobre teu orgasmo, especialmene imaginando meus dedos e meu consolo no teu rabo, e minha língua no teu pau!



O Relato
De: Monstrinho
Para: Rainha
Assunto: Re: Castigo do Dia
O castigo tinha que ser minunciosamente organizado para não causar nenhum transtorno.. uma missão digna para uma continuidade de 007 ou Missão Impossível....versão BDSM. No domingo a noite, calculei quais os melhores horários para me masturbar... e cheguei a conclusão que os melhores horarios seriam: 08:30, 11:30, 14:30 e 17:30. Coloquei no celular estes horarios como lembretes e escrevi "hora M" M de masturbação.

Segundona brava. Um friozinhu danado. Acordei as 08:00, ja pequei as cordas e voltei pra debaixo das cobertas. não tinha como fazer fora. Tudo bem, ficou um pouco mais dificil, mas imaginei q dar nós tremendo de frio não ia ser divertido. Quando eu terminei.. ou quase, lembrei da calcinha, dai lembrei que teria que deixar meios pra fazer um xixi ou um coco se necessário... resultado: desfiz tudo e voltei a fazer os nós. Já no meio do caminho, estava pra fora das cobertas suando e tentando amarrar da maneira mais tranquila para as necessidades. Quando estava acabando o celular tocou me alertando da Hora M !
Comecei tranquilo, pensando em minha Rainha, imaginando ela gozando enquanto eu a chupava, ela apertando minha cabeça com as pernas e gemendo gostoso. multipliquei-a em duas e imaginei ela me enrabando e eu chupando ao mesmo tempo. Mutipliquei ela mais uma vez e imaginei eu chupando ela, ela me enrabando e ela me chupando. Multipliquei mais uma vez e imaginei eu a chupando, ela me enrabando, ela me chupando e me dando umas chicotadas e pingando velas na minhas costas. Descobri que não era mais o filme do 007 ou Missão Impossivel.. agora era Matrix !
Cheguei ao extase de quase gozar 2x pra ter certeza de que estava no limiar. E fui colocar minha roupa e preparar pra ir trabalhar.
Me olhei 300 vezes no espelho pra ver se não estava aparecendo nada, se não era perceptivel e também pra analisar quais movimentos eu não poderia realizar ou alguma corda apareceria... e realmente, eu não poderia tirar a blusa ou levantar os bracos que iria aparecer alguma cordinha.

11:30
Estava junto com 2 técnicos no Cliente. Só pensei depois, mas o celular tocou, eu olhei, desliguei e falei "preciso ir no banheiro dar um cagão" Só me dei conta da besteira quando entrei no banheiro.. fiquei pensando o que eles imaginaram (será que o cú dele mandou um SMS pra ele avisando? Ele leva a sério esta historia de intestino relóginho?) Bem, em todo caso, eu começei me masturbar bem gostoso acreditando que o pretinho-basico era o melhor do mundo e que também não adiantaria reclamar pois estava amordaçado. Quase gozei, mas qdo cheguei lá, subi a calça, coloquei ele de lado pra não fazer volume e sai do banheiro.
Nesta hora nem era mais Matrix nem nada...era alguma comédia provavelmente american pie.
Neste meio periodo, eu liguei para o despachante e marcamos para as 14:30 para ver a documentacao.... Droga ! vamos ver o q vai ser pensei.
14:30
Cheguei no escritório do tal despachante, fingindo estar com uma cara de "estou prestes a vomitar", pedi pra secretária por um banheiro. e a secretária era bem bonitinha, com roupinha social... uma delicinha. fui para o banheiro, abaixei as calças e começei tudo denovo. Meus pensamentos? agora era eu, minha rainha e a secretária cada uma com um strap-on, equanto eu chupava um, outra me comia e minhas mãos amarradas e eu vendado (ah! e tinha que descobrir qual strap era de qual domme). Trabalho feito, sai do banheiro e a secretária me olhou assutada e disse "tudo bem ?" .. respondi com um sorisso e balancei a cabeça em sinal de positivo. Não sei se ela se referia ao banheiro se ele estava usável ou não, ou se era a mim, pois eu suava um pouco. A corda que passava pelos ombros doia horrores, mas não consegui ajusta-las pois já tinha passado muito tempo no banheiro e logo logo estaria a secretaria batendo na porta perguntando por mim. Então deixei pra ajustar depois de terminar no despachante.
Assim que sai, fui para o shopping onde iria encontrar uma outra moça que trabalha comigo para irmos em uma reunião num cliente. Esta reunião terminaria as 17hrs e dai teria algum tempo até arranjar um local onde poderia realizar a ultima etapa do meu castigo.
Entrei no banheiro e depois de ajustar as cordas estava pronto pra aguentar o resto do dia.
17:30
A "hora M" ocorreu qdo estava fechando a mochila pra ir embora, E como estava indo pra casa, preferi esperar até chegar.
Minha surpresa foi que minha carona só podia me deixar no shopping. Então lá fui eu rumo ao banheiro missão dada é missão cumprida! (momento tropa de elite) Entrei na cabine e num tinha onde colocar a mochila e se eu a colocasse no chão não ia ser legal. O jeito foi ajeita-la sobre o suporte de papel higienico e segura-la com uma mão e a outra no pau. O pior é que logo quando sentei no vaso percebi um outro cidadão ocupando o vaso ao lado. Dai, tive que manter o silencio. Foi a pior situação. O pinto já estava dolorido, e a porra pedia pra sair e eu não deixava.
Não deu pra forçar mto o limite do gozo, pois a situação tava complicada, resolvi sair logo e ir pra casa.
Chegando em casa, a hora q eu abri a porta vi o material de minha amiga sobre a mesinha, imediatamente surtei com uma crise de banheiro e corri para o banheiro. Se ela me abracasse ia ser o fim. Não estava esperando que ela estivesse casa aquele horario, ou não prestei mta atenção qdo ela disse sobre isso. Consegui me desamarrar, mas algumas marcas ficaram bem fundas outras beeeemm vermelhas por causa do atrito da corda com o corpo em movimento. Então tinha ainda que tomar cuidado para ela não perceber nada. Sorte que logo ela foi embora, e dai pude conversar um pouquinho com minha rainha para o alivio final !

Agradeço a minha rainha por estes momentos de prazer e diversão.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Rede de mentiras

De: Vanessa Simons
Para: Filadélfio Xavier
Caro FX, sinto que és especial
Qual o seu nome ? De onde és ?
Gostei de ti, olhando as pistas
que encontrei sobre você na net

De: Vanessa Simons
Para: Filadélfio Xavier
Caro FX, Eu estou esperando por teu e-mail
checo constantemente e de nada adianta
penso em ti toda noite antes de dormir
Não tenho como voltar a trás, já me envolvi.

De: Vanessa Simons
Para: Filadélfio Xavier
Caro FX, fazem 11 dias
Estou perdida dentro de meus sentimentos
Você está ai? Dê-me um sinal
Está em casa? Você está online?

De: Filadélfio Xavier
Para: Vanessa Simons
Cara Simone, desculpe por esperar
Eu vi suas fotos, parece muito bela
Eu estou sozinho, adoraria encontra-la
Eu acho q nosso encontro é fato !

De: Vanessa Simons
Para: Washington Fox
Caro WF, sinto que és especial
Qual o seu nome ? De onde és ?
Gostei de ti, olhando as pistas
que encontrei sobre você na net

terça-feira, 18 de agosto de 2009

200Km de Tesão


Dias antes da viagem, minha rainha havia já ordenado: Nada de gozar ! Da ultima vez que esta ordem foi me dada, não me segurei, mas desta vez, eu ia me esmerar e tomar mais cuidados para não cair na tentação !

Mas, tentação foi minha própria rainha, que na noite anterior ao nosso encontro, me disse pelo bate-papo coisas que deixaria o mais baunilha ouriçado, agora eu, com minha ultra-sensualidade, fiquei louquinho !

O que ela me disse? Além de tudo que ela iria fazer comigo, das vontades que estava, ainda me disse na possibilidade de ter uma sessão com uma irmãzinha de coleira em breve!

O tempo que passamos longe, os papos, e minha castidade (adoro esta palavra!) fizeram com que eu viajasse da cidadezinha onde estava até minha rainha de pau duro! Foram 200km de tesão. Pensava em tanta perversidade enquanto ultrapassava um carro, ou dava sinal que ia trocar de pista... a adrenalina fluia alegremente pelo corpo.

Que delicia quando eu cheguei! Muito cheiro bom, insensos, óleos corporais, cremes, shampoo... e eu com uma vontade imensa de fazer xixi! Putz, como isso quebra o clima!

Fui adentrando a Garçonière (essa eu roubei do Cosmo) que estava deliciosa! com brinquedinhos espalhados estratégicamente e velas! muitas velas! Já sabia então que parte da cera iria derreter sobre mim... um friozinhu bom passou pelo corpo quando tive esse pensamento.

Um bom rala e rola, beijus, mordidas, mãos bobas, e eu fui parar aos pés da minha rainha... pézinhus cheirosos, tão gostosos, que tive que dar até algumas mordidinhas doloridas pra me satisfazer.

Minha rainha que já estava sentada na cama, só se ajeitou, e desceu a legging, abrindo as pernas... nossa ! depiladinha, parecendo menina moça, que ainda não sabe o que é prazer. Ensaiei pela virilha, brinquei de contar até 3 e atacar, mas não me contive por muito tempo. Delicia! Delicia ! Delicia ! Queria agora sentir ela apertando minha cabeça contra as coxas e tendo espasmos. Adoro quando ela goza e me prende a cabeça no meio das pernas.

E quem disse que eu parei ?!?!!? Aliviei! Fui mais devagarinho, mas não parei. Afinal era tanto tempo longe, e se tinha que fazer, vamos fazer bem feito! Retomei o ritmo com a ajuda dos dedinhos, que penetraram em meio a tanta lubrificação, gozo.. delicia !

Desta fez, foi um orgasmo multiplo que ela teve... ela me confessou depois, pois na hora não percebi, só sei que parei pouco depois dela gozar, aproveitando ainda mais um pouco das forças linguais que me restavam. Fui no banheiro me limpar; tinha meleca até na testa (não sei como!).

Voltei, um gole numa taça de vinho, alguns assuntos colocados em dia, e ela me disse:

- Estas ficando acostumada a ficar de calcinha né ? - Ri maliciosamente, e disse que ainda me incomodava muito e ela retrucou - Mas quero que se acostume mesmo ! Fiquei bobo!
Sim eu havia passado o dia de calcinha, e já estava de calcinha quando cheguei na casa de minha rainha.

Ela levantou, e pegou uns plugs e eu ? já estava de bumbum pra cima esperando pelo carinho. ela me mostrou um pequenininho, e loco começou a inseri-lo... mas não era o pequenino que esta entrando, era o grande! Não sei se por falta de lubrificante, pela posição ou pela minha frescura mesmo, mas doeu pra caralho, ou melhor, pra bunda!

- Tira ! Tira ! Tira ! - eu disse resmungando e gritando de dor, mas minha rainha me calou dizendo: - Se eu tirar, vai ser pior!

Ela mexeu, ajeitou e ficou gostoso... Rainha boazinha... tirou o temido pretinho-basico da cinta e colocou o outro consolo tamanho normal e vestiu-o. Fiquei um pouco decepcionado, mas me senti mais confortável. Mesmo assim, fui guloso e mostrei que aquele já não me fazia mais efeito e minha rainha percebeu. Foi lá e trocou pelo super-mega pretinho-basico.

Esse doeu, mas foi muito bom! Ainda sem gozar, só sentia que escorria fluidos do meu irrealizado amigo.

Foi tanta diversão no meu bumbum que me deram gases ! Droga ! Lá vai eu pro banheiro, por os ventos pra fora, voltei pro quarto e pro banheiro denovo !

Agora que estava desinflado e deitado denovo de costas, foram as costas que sofreram, minha Rainha pegou uma vela e derramou com gosto a cera quente nas minhas costas. Acho q inconcientemente eu tava querendo uma mordaça, porque gritei demais, tava parecendo uma fresca ! Mas foi muito bom, a cera ardeu na medida certa, estava adorando.

Foi então a minha vez de gozar. Achei que minha rainha iria ser cruel comigo, me fazendo gozar com uma massagem na prostata, ou frustando o orgasmo com minimos carinhos, mas ela me deu o prazer de um ótimo orgasmo.

Mais um tempo pra se reconstituir, colocar mais alguns assuntos em dia e eis que a segunda melhor parte - Cordas !

Desde já agradeço ao ACM (leia-se www.bound-brazil.com), que ensinou umas coisinhas pra minha rainha e eu adorei !

Minha rainha me amarrou a uma cadeira, me deixou bem amarradinho, imóvel, e como estava pelado, ela não se aguentou, caiu de boca no meu pipi, mas só me deixou alegrinho. Tirou fotos, riu, e se divertiu com o resultado que ficou muito bom (nota 8 - só pra estimular ela a fazer mais vezes!)

Não pude ver as cordas, o que foi mais gostoso ainda, só sentir, a pressão das cordas na pele, tentar me mexer e não poder, e ainda estando amarrrado, comi moranguinhos com chocolate.

Depois de tanto love, uma dose extra de endorfina ainda nos foi proporcionada pelo amigo de minha rainha que chegou e só falava das desventuras com a vizinha.

Já era tarde, e só me restou pegar minha mochila e voltar pro hotel na tal cidadezinha a 200km ... desta vez, 200km de cara de bobo, sorriso da boca e alguns pums.

Agradeço a minha rainha por estes maravilhosos momentos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Receita do dia: Escrava

Um submisso pode ter um dia o prazer de estar em uma sessão com sua rainha e uma irmã de coleira, ou seja, outra submissa. Para qualquer homem comum, ter duas mulheres é sua maior fantasia. Para um submisso, ter uma rainha e uma irmã de coleira é a coisa mais maravilhosa que pode acontecer, é a máxima confiança que uma rainha deposita em seu escravo.

Caso tenha o prazer disso acontecer, uma brincadeira bastante interessante é do submisso ser responsável por preparar a cena, tirando da rainha, a responsabilidade de ficar fazendo aquelas tarefas chatas, tais como amarrar, desamarrar, prender, por, tirar. Ficará para a rainha, somente o prazer de observar e criticar o preparo da submissa pelo submisso, e depois de preparado, a rainha terá todo o deleite da situação, aproveitando-se da situação.

Criando uma excelente analogia, o escravo poderá assumir o papel de Chef. E como um Chef de cozinha, deverá preparar para a rainha toda a cena, amarrações e acessórios para que a rainha somente desfrute de seu prato principal: a submissa. Preparar uma escrava requer um bom conhecimento das preferências da rainha, agilidade no preparo e criatividade.

Como o prato (leia-se submissa) não é consumido, ele pode ser servido diversas vezes seguido, mudando somente a apresentação. A apresentação é que dará a forma de como a Domme irá sorver sua delicia, e a qual deverá ser escolhida por ela.

Antes de passar algumas sugestões de preparo/apresentação do prato, um breve ritual deve ser feito, assim como em um restaurante que entramos, escolhemos o menu e colocamos o guardanapo ao colo. O ritual deverá ser uma breve humilhação do Chef, ele deverá saber qual o seu lugar, e saber que não poderá aproveitar-se da submissa, digo, do prato. E deverá usar as vestimentas que sua rainha escolher, mas é importante que ele seja assemelhado ao prato, ou seja, feminizado, para que ele saiba que apesar de estar no preparo, ele está no mesmo nível da escrava.

Assim, segue algumas sugestões de apresentação a qual um escravo poderá preparar para a rainha.

Primeira Sugestão: bondage de escrava.
Bondage é um prato que praticamente todas as rainhas adoram. O prato pode ser sorvido através da disposição das nádegas para uma sessão de spank, das regiões intimas para penetração ou da boca da escrava para prazer oral na rainha.


Para prazer oral: atar os braços as costas e unir os pés à amarração. Deitar a escrava de barriga para baixo. A rainha encaixará suas partes a serem acariciadas oralmente estando levemente sentada na cama, quase deitada. Deverá ser de controle da rainha a forma do toque, podendo ser controlada elevando a cabeça da escrava



Para penetração: atar os pulsos aos tornozelos, deixando independente o lado direito do esquerdo. A escrava poderá ser penetrada tanto de bumbum para cima, quanto em uma posição de frango-atado-assado. Uma opção interessante é a “flor de lotus”, nesta posição, a escrava também fica a disposição da rainha para ser penetrada, sendo mais interessante nesta posição o uso de consolos sem cinta.

Para Spank: a mesma posição para penetração poderá ser utilizada, ou o Chef poderá somente posicionar a escrava apoiada na cama, segurando suas mãos enquanto a rainha proporciona a vermelhidão das áreas castigadas.



Segunda Sugestão: brincadeiras com velas.
A Rainha pode gostar de ver uma escrava se contorcendo e gemendo usando cera quente. A dor potencializa o prazer, e se a rainha quiser ver ainda mais a sua escrava gemendo e se contorcendo, deverá ao mesmo tempo em que infringe a cera, masturbá-la ou penetrá-la.

Neste caso, a primeira coisa a ser feita é vendar a escrava, para que ela não saiba quantas velas, nem o tamanho das velas. Depois de vendada, acenda as velas para que elas já iniciem a produzir cera. Enquanto isso, atar os punhos da escrava e prender na cama, deixando-a com os braços esticados em “T”. Se a rainha assim desejar, poderá dispor de um consolo para que o escravo segure-o com a boca e penetre a escrava usando somente o consolo e sem poder utilizar as mãos enquanto a rainha pinga a cera.

Opcional: Prendedores nos mamilos e lábios vaginais são bastante apreciados.

Terceira Sugestão: Explorando a escrava
A rainha precisa sempre mostrar a escrava (e também ao escravo!) que ela está ali para servi-la. Nada melhor para isso do que explorar os orifícios da escrava. Brincar com eles, e faze-la sentir a dor e o prazer de servir.

Para esta ocasião, quatro pedaços de corda, podem proporcionar uma amarração interessante para a exploração. Amarrar o pulso no braço, mantendo-o flexionado e amarrar o tornozelo às coxas também deixando flexionados, deixando cada membro atado independentemente. A escrava pode ser explorada tanto de barriga para baixo, ficando como um cachorrinho de 4, de barriga para cima ou mesmo ajoelhada. O importante é que muito pouco ela poderá fazer para evitar os carinhos que receberá.

Opcional: Prendedores nos mamilos, unidos por uma cordinha a qual deverá passar pela boca da escrava e ela deverá permanecer com a cordinha puxando os mamilos.


Quarta Sugestão: Estacionando a escrava
Deixar o prato descansar, pode ajudar para o proximo preparo, a rainha pode enquanto isso tomar um banho, jantar ou usar um pouco do Chef. Neste momento, uma amarração de flor de lotus, é bastante interessante. pois é extremamente restritiva e deliciosa, pois torna o prato sucetivel a qualquer ação que a rainha deseje fazer.

Espero assim, ter passado boas sugestões para melhorar ainda mais o que já é muito bom, e também tenha instigado as idéias de muitas rainhas.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Você vai ver só

- Esta é a melhor Rainha que um sub pode ter - disse a plenos pulmões julgando inflar o ego de minha dona que estava ao meu lado na mesa junto com amigos. Foi o resultado da falta de sangue na corrente alcoólica. Todos os presentes haviam ouvido e sabiam do que se tratava, outros das mesas vizinhas ouviram também, mas provavelmente não sabiam do que falávamos. Danem-se! Como muitos não me deram ouvidos, prossegui somente para os próximos.

- Vocês não sabem o quão prazeroso é servir esta mulher; me orgulho de ter em suas mãos minha guia, minha vida e minha servidão.

Eu olhava nos olhos dela enquanto colocava pra fora meus sentimentos de submisso e, quando terminei, ela só abaixou a cabeça, alcançou o canudo em seu copo sem o auxilio das mãos, deu um longo trago e, ao levantar a cabeça, já não era a mesma mulher. Telepaticamente me veio uma frase como uma doce retaliação: "você vai ver só".

- Acho que deveria ser mais cruel. Sou muito boazinha contigo. Sabes que não gosto destas declarações em público. Sabes que gosto da discrição e do bom senso! - Me falou com toda a delicadeza de uma bigorna, sem assustar ninguém que estava à mesa.

- Desculpas! - falei quase numa única silaba e já colocando o rabo entre as pernas, reconhecendo a merda que tinha feito.

Passado o incidente, uma película de gelo instaurou-se entre mim e minha Rainha; e ela sumiu aos meus olhos, me deixando aflito e preocupado. Procurei seu companheiro de casa e ele, antes mesmo de dizer algo sobre minha querida, me deu um sermão bastante direto e bem humorado como lhe é típico.

Encontrei-a no bar, conversando com um rapaz que fazia o tipo bobinho, sem muitas qualidades. Deveria estar ali sozinho porque provavelmente a moça da internet não compareceu ao encontro. Aproximei e interceptei a conversa que só me fez ter certeza das minhas conclusões remotas sobre o rapaz.

Achei que havia derretido o gelo entre nós. Ela me abraçou e me apresentou o moço, mas não me deixou ficar na conversa. Entregou-me a sua comanda e disse para ir pagando, pois estava cansada e queria ir embora. A fila estava grande, uma grande mesa tinha resolvido sair naquele mesmo instante. Porém ordens são ordens e eu fiquei plantado na fila até pagar. Busquei sua bolsa na mesa, me despedi de todos e voltei ao balcão do bar.

O bobinho levantou-se também e saiu conosco, conversando no caminho sobre publicidade... dirigiu-se junto ao carro e eu fui ficando indignado com a impertinência do sujeito. Até que minha Rainha quebrou todo o meu brio.

- Ele vai conosco. Pule pro banco de trás.

Eles prosseguiram conversando e eu tentei me inserir no debate por duas vezes sem muito sucesso. Só me restou analisar a arquitetura catarinense pela janela do carro.

Chegamos ao apartamento de minha Rainha e, para maior infelicidade minha, ele subiu também. Já tínhamos tudo planejado para aquela noite e nela não estava incluído um ser estranho.

Fui para o computador no quarto; estava triste e bravo, mas deixei minha deusa com o bobinho. Deixei eles conversando com a certeza que logo alguém ia sentir sono e ir embora.

Fui tirado do meu mundo virtual quando Ela entrou no quarto e ordenou que abaixasse as calças. Livrei-me do computador e, permanecendo ainda sentado, fiz como ordenado. Tentei perguntar se o bobinho ainda estava lá e ela me disse que iria me deixar amarrado para eu me divertir um pouco enquanto despachava o outro. Empolguei-me e deixei me amarrar na cadeira. Estava bem preso, como se ela soubesse que eu imploraria para sair de lá tão logo.

O tempo passou o suficiente para me deixar a pele das coxas arrepiadas de frio. Tentava ouvir o que eles falavam, observava os barulhos, mas não conseguia traduzir nenhuma palavra, somente os barulhos de copos, o ranger do couro do sofá de alguém que se ajeitava e depois disso alguns estalidos e murmúrios que traduzi em beijos. Quanto mais tinha certeza de que muito próximo a mim rolava uma pegação, mais me fervia o sangue. Estava incrédulo com a situação e, se não estivesse amarrado, ia sentar a mão na cara do cidadão, pois já tinha esquecido minha condição de submisso. Estava completamente tomado pela possessão, pelo instinto de posse de MINHA Rainha.

Os protagonistas entraram, então, no quarto, se beijando e se jogando na cama. Eu protestei, perguntando o que estava se passando e o porquê dela estar fazendo isso.

Ele fazia de conta que eu não existia e Ela arrancou a calcinha sob a saia, me empurrando boca adentro. Um pedaço que sobrou da corda ela passou pela minha boca, contornando a cabeça em algumas voltas e amarrando de forma ágil e forte.

- Fique quieto! E aprecie... – foram suas únicas palavras dirigidas a mim.

As roupas começavam a furtar-se dos corpos e ela fazia questão de jogar em cima de mim, me ridicularizando, fazendo me sentir como um pobre mancebo. Sim, estava mesmo como um mancebo, pois vê-la perdendo as roupas e seus gemidos, me provocaram "um apoio" para pendurar roupas.

Quando vi aquele ser de cueca, tive enjôo, virei a cabeça e me desliguei do ambiente, comecei a observar detalhes do bordado da saia de minha rainha, via como a linha passava por entre as miçangas, a ordem das cores e como formavam o desenho em uma única linha; mas fui interrompido por Ela.

- Porque não quer nos ver, Monstrinho? Está distante, né? Contemple o prazer de tua Rainha. O prazer sem o desprazer de ser denunciada em público!

Só pude acenar negativamente, enquanto o bunda-branca-peluda me olhava com escárnio e humilhação. Mas ela tinha a solução.

- Já que não vais nos observar, melhor mesmo só nos ouvir. Assim não deixará ninguém intimidado.

Agora, vendado, não tinha como me desligar do que acontecia no quarto. Não conseguia pensar em nada ouvindo... e somente ouvindo... aquela sinfonia sexual. Aquilo me deixou mais revoltado, irritado e, como diria Severin em A Vênus das Peles, “tomado por aquela angústia de morte”.

Aquilo sim estava sendo torturante, mais ainda porque ela não lhe impunha a condição de submisso. Estava disputando com o insosso quem era mais voraz e Ela gostava! Será que não amava mais seu escravo? Será que depois daquele dia eu seria descartado? Chutado para fora do coração da Rainha...

Sabia o que acontecia a todo instante, podia decifrar a posição que estavam e o que estavam fazendo. Meus ouvidos me proporcionavam imagens mentais, os cheiros me davam o ar de realidade que me faltava para acreditar e a pressão das cordas me marcando e deixando meus braços doloridos me davam a certeza de não estar em um sonho.

O tempo quando não pode ser contado, quando não se tem uma referência qualquer, custa a passar. E pensar no tempo é ainda pior. Não sabia se já estava amanhecendo ou se ainda estávamos na calada da noite. Só sabia que eles ainda estavam a trepar. Em alguns momentos eles paravam e eu temia que eles adormecessem e me deixassem lá preso. Estava cansado e muito dolorido; queria ser liberto.

Estava tão perturbado pela situação que não pensei no que fazer quando ela me soltasse, ou o que dizer. Mas quando o ouvi se vestindo e dizendo que iria embora, fiquei aliviado.

A porta da sala fechou e ela veio diretamente para o quarto. Fez barulho de quem procurava algo e passou-me a coleira pelo pescoço. Tirou-me a venda e foi me desatando, ainda me deixando amordaçado, pois sabia que eu iria lhe fazer milhões de acusações e questionamentos. Quando meus braços voltaram a ter forças e ensaiei levantar, ela puxou a coleira, deitou-se na cama, abriu as pernas, deixando a camisola escorregar pelas coxas e disse:

- Tire esta mordaça e não diga palavra! ...E mostre que és melhor que aquele tolo!